Marcelo Rissma

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⁠John MacArthur, um pastor calvinista e cessacionista disse: “Se você for a uma igreja onde a liderança é de uma mulher, então essa igreja não tem pastor”. Também digo: Se você for a uma igreja onde o pastor é machista, essa igreja não tem pastor. E se a igreja tem uma pastora e ela é uma feminista, essa igreja também não tem pastor. Em Cristo “(...) não há homem ou mulher” (Gálatas 3.28). Em Cristo, o fundamental, é ter o coração do Bom do Pastor (João 10.11).

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⁠Aqueles que se despertam para a verdade tornam-se um incômodo para os que ainda dormem na mentira.

⁠A Igreja é o rebanho de Cristo, e não alimento de lobos.

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⁠Cristianismo e as HQs 2
Você já se perguntou qual seria a confissão religiosa dos heróis em quadrinhos? Então saiba em que creem alguns personagens dos quadrinhos:
Superman. O personagem Clark Kent (Superman), criado em 1938 por uma dupla de quadrinhistas; Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos judeus, que inseriram referências bíblicas na estória de origem do personagem, era Metodista. Clark Kent cresceu em uma família Metodista em Smallville, Kansas, estado norte-americano, onde a religião da maioria local e Metodista. Clark Kent, em sua juventude, frequentava os cultos em todos os domingos regularmente com sua mãe, conforme estabelecido em uma edição lançada em 2007.
Batman. Bruce Wayne cresceu em um lar Católico ou Anglicano – Seu pai era de tradição Anglicana, enquanto a mãe seria Católica, embora Frank Miller, autor de histórias marcantes do herói, assegure que o herói seja católico, o homem morcego mantém uma visão de mundo influenciada pelo budismo, que se deve ao período em que esteve no Oriente – costuma ser retratado em suas histórias como um agnóstico, cético ou até ateu.
Vampira. A mutante é explicitamente batista – ela vem do sudeste dos Estados Unidos, onde os batistas predominam. Apesar disso, Vampira não é particularmente devota e raramente deixa entrever seu background religioso.
Demolidor. O Demolidor é um dos heróis cuja religiosidade é mais evidente nos quadrinhos. Católico, Matt Murdock é visto frequentemente indo se confessar ou rezar em igrejas.
Coisa. O membro do Quarteto Fantástico é adepto do judaísmo. O seu nome – Benjamin Jacob Grimm – já denuncia a sua origem, mas o Coisa realmente se concebe como um praticante da fé judaica. Há histórias em quadrinhos em que é possível vê-lo fazendo suas orações em hebraico.
Mulher Maravilha. A princesa Diana de Temiscira segue a religião clássica grega. Os deuses do Olimpo são figuras recorrentes nas aventuras da heroína e os seus poderes derivam dos próprios deuses. Ela já foi mostrada agradecendo aos deuses em seus templos e histórias mais recentes a mostram como filha do próprio Zeus.
Miss Marvel. Kamala Khan, Miss Marvel desde 2013, é norte-americana, mas filha de imigrantes paquistaneses. A heroína frequenta a mesquita e estuda o Corão, mas como toda adolescente luta interiormente para compreender sua fé em relação com sua vida. Ela tem, por exemplo, atritos com o irmão, que tende ao fundamentalismo.
Homem Aranha. Peter Parker tem uma clara formação protestante, em especial o fato de que sua tia May, a mulher que exerceu a maior influência em sua vida, era protestante. Sua fé em Deus aparece de tempos em tempos, e sua mentalidade protestante pode ser vista em seus comportamentos e conjunto de valores. Há muitas passagens nos quadrinhos nas quais é possível observar Peter Parker orando e conversando com Deus. E em uma delas Deus responde às suas indagações.
Capitão América. O Capitão América é uma personificação dos valores norte-americanos e, assim, é retratado como um protestante devoto, com uma fé firme e uma moral irrepreensível – Steve Rogers já se mostrou contrário até mesmo a cenas com palavrões e nudez em filmes. Além disso, ele vai à igreja todo domingo.
Tenha uma ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Superman e o Cristianismo
Muitos não sabem, mais o personagem Clark Kent (Superman) era Metodista. Criado em 1938 por uma dupla de quadrinistas; Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos judeus, que inseriram referências bíblicas na estória de origem do personagem. Clark Kent cresceu em uma família Metodista em Smallville, Kansas, estado norte-americano, onde a religião da maioria local e Metodista.
Clark Kent, em sua juventude, frequentava os cultos em todos os domingos regularmente com sua mãe, conforme estabelecido em uma edição lançada em 2007. Após a morte de seu pai adotivo (No filme O Homem de Aço 2013), procurou os conselhos de seu pastor, hábito que continuou durante a sua vida adulta. Nesse filme, Superman é visto entrando em uma igreja durante um dos momentos mais difíceis da sua vida refletindo sobre decisões importantes que deveria tomar, ao fundo há um vitral que representa Jesus no Jardim de Getsêmani, local em que o Filho de Deus toma a decisão mais importante para a história humana, isto é, escolheu o seu próprio sacrifício a fim de salvar a humanidade pecadora.
A imagem do Superman agrega muitos valores ensinados pelo Evangelho de Cristo tais como: Fidelidade, verdade, bondade, empatia, amor aos mais fracos, justiça, temperança, etc. A desconstrução que está ocorrendo há anos pelo marxismo cultural do personagem, expõe o ódio desses grupos a Jesus e ao cristianismo (Misocristia), eles não vão poupar nem as HQs da aculturação marxista.
A relação entre Jesus Cristo e Superman não é uma teoria da conspiração. Existe desde a criação do personagem. Mas está maliciosamente desaparecendo nas últimas décadas por militantes do marxismo cultural. (leia a entrevista de Zack Snyder, em 2013, durante o lançamento de O Homem de Aço). Nessa entrevista o diretor afirma que as origens do personagem possuem claras alusões ao Primeiro e Segundo Testamento.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠A Reforma Protestante
Hoje, estamos lembrando e celebrando a Reforma Protestante iniciada em 31 de outubro de 1517, por Martinho Lutero.
Um século antes de Lutero, João Huss (1369-1415), natural da Boêmia, liderou também um movimento de reforma religiosa na Europa, mas foi condenado à morte por isso. Hoje, na cidade de Praga, na atual República Tcheca, há um importante e famoso monumento que registra a memória da morte de João Huss, queimado vivo, em praça pública, em 1415. O epicentro da ação reformista de Lutero foi à Alemanha, especialmente a cidade de Wittenberg, onde, na data de 31 de outubro de 1517, ele fixou, na porta da Igreja do Castelo, suas 95 teses, convidando o povo e as autoridades da Igreja Católica para um debate acerca de suas proposições.
Muitos pensam que foi Calvino e os calvinistas que realizaram a reforma, mais isso não passa de mais uma fake news calvinista. Quando Lutero e os seus companheiros de Wittenberg iniciaram o movimento da reforma, Calvino tinha 08 anos de idade. Portanto, não foi Lutero e os reformadores que aderiram a Calvino, mas Calvino e os calvinistas que aderiram à reforma. O calvinismo é apenas uma ramificação extremada e desajustada da reforma protestante.
Os personagens mais proeminentes do movimento da reforma são: John Wycliff (1325-1384), John Huss (1372-1415), Jerônimo Savonarola (1452-1498), conhecidos como pré-reformadores, que combateram irregularidades e imoralidades do clero católico romano. Martinho Lutero (1483-1546) foi o mentor da reforma e quem a colocou em curso, juntamente com Filipe Melanchton (1497-1560), Johannes Brenz (1499–1570), Johannes Bugenhagen (1485–1558) e muitos alunos e anônimos de Wittemberg!
Não se deixe enganar, todos nós, evangélicos e protestantes do século XXI, somos de uma forma direta ou indireta, filhos e filhas da Reforma Luterana do Século XVI, que se originaram do movimento inicialmente liderado por Martinho Lutero e os seus companheiros de Wittemberg no Século XVI.
Pense nisso e ótimo fim de semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Deus pode realizar a Sua obra no homem tanto por meio do amor como da dor.

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⁠Quando estudamos a vida de John Wesley e a primeira geração de Metodistas, fica claro que eles não se conformaram com o status quo dos seus dias. Por isso Wesley e os primeiros Metodistas se preocupavam com o ser humano integralmente.

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As Escrituras são como um oceano de tesouros inesgotáveis; por isso nunca devemos deixa-la de lado, mas devemos examiná-las incessantemente. ⁠

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⁠Com o passar dos anos, lideranças sem compromisso com a Sã Doutrina, corruptas, mercenárias e vaidosas, gerará pessoas tão abomináveis como elas mesmos.

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⁠O desejo de subir na plataforma para cantar ou pregar de muitos, sem o hábito do lugar secreto e uma vida de disciplina estudando as escrituras, não passa de vaidade artística.

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⁠O calvinismo está tão distante da ortodoxia, quanto o leste está do oeste, e tão distante do Evangelho, quanto uma galáxia está da outra.

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⁠Diferente da maioria dos teólogos do seu tempo e dos atuais, a teologia de John Wesley é exuberantemente soteriológica, e sem surtos epistemológicos.

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⁠A Graça Preveniente é o agir gracioso e misericordioso de Deus para salvação humana.

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⁠A Disposição de Deus Para Perdoar
A natureza divina é rica em misericórdia (Ef 2.4), não necessita de nada para tornar Deus misericórdiamente disposto a oferecer o perdão gratuito a pecadores ARREPENDIDOS.
O Primeiro e o Segundo Testamento demonstram essa disposição para perdoar, bem como as seguintes características de Deus:
A santidade de caráter para nossa reverência é imitação (Lv 11.44-45), livre de qualquer vingança ou retaliação (1ª Jo 1.5-7; 1ª Pe 1.16; Ap. 4.8).
Amor ou benevolência imparcial, que leva a Deus a adiar o julgamento e oferecer o perdão (Jr 31.3). O caráter moral essencial de Deus (1ª Jo 4.8).
Bondade e benignidade, uma disposição voluntária interior (Sl 86.5) movendo a mão de Deus para conceder muitas bênçãos (MT 7.11).
Graciosidade, inclinando-se em bondade em relação ao interior (Ne 9.17).
Misericórdia, o fluir do terno espírito de compaixão (Lm 3.22); um sentimento de empatia com a miséria e a desgraça da humanidade (Ef 2.4).
Longanimidade, tardio em irar-se e paciente diante da provocação (Na 1.3); tardio em punir nossos erros e pecados (Rm 2.4; 2 Pe 3.9).
Filantropia, amor pela humanidade, expressando a afeição de Deus (Tt 3.4).
Bem, no sentido da beleza moral (Jo 10.11; Hb 6.5).
Bondade, manifestando-se em boas ações (Lc 6.35; Rm 2.4).
Graça, alegria e prazer em demonstrar misericórdia (Rm 3.24).
Alegria ou benevolência em oferecer a expiação pelo pecado (Lc 18.13).
Compaixão, um anseio emocional pela salvação do homem (Mt 9.36; Tg 5.11).
Piedade, preocupação pesarosa com trágico estado do homem (Rm 12.1; 1ª Tm 2.4).
Simpatia, compadecer-se de nossas fraquezas (Hb 4.15).
Consolo, chamado para receber força e bênção (2ª Co 1.3, do Pai; em 1ª Jo 2.1, do Senhor Jesus; em Jo 14.16, do Espírito Santo).
Paciência, tolerância com o dano e o abuso que a para a prática do mal pode causar (Rm 15.5).
Indulgência, retendo ou adiando a punição (Rm 2.4).
Portanto, ninguém precisa temer a falta de perdão, pelo contrário, Deus é riquíssimo em amor e misericórdia!
Pense nisso e ótima semana a todos!
No Amor do Abba, Marcelo Rissma.

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⁠Qualquer pessoa tem o direito de dizer o oposto do que disse antes. Não é vergonha mudar de posições, não é feio se arrepender.

Falsos pastores e falsos profetas são tão astutos e diabólicos, que eles dominam e manipulam as pessoas e simultaneamente as convencem de que elas não estão sendo dominadas e manipuladas. ⁠

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⁠Um Resumo de Como as Heresias Penetraram na Igreja de Cristo a Partir do 3° Século.
Até o 3° século a Igreja (gente, discípulos/as de Cristo) caminhava de acordo com os ensinos de Jesus, dos Apóstolos e pais da igreja (discípulos dos Apóstolos). A igreja começou a se distanciar da fé genuína a partir do fim do 3° século (313 d.C.), quando Constantino ganha a batalha de Magêncio e atribui essa vitória a interferência de Cristo em seu favor, numa suposta visão que ele teve, onde Cristo lhe dava essa vitória. Foi a partir desse episódio que ele decreta que a fé em Cristo, agora seria a religião oficial do Império Romano. A partir desse ato, o Evangelho passou a ser conhecido como Cristianismo. É a partir desse período que o Evangelho começa a ser descaracterizado e sistematicamente modificado. Agora o Evangelho é fundido com o estado, e Constantino se torna automaticamente o chefe do estado e também da igreja. Portanto, foi a partir desse período que o paganismo é a cultura greco-romana começaram a entrar na igreja e a descaracterizarem da sua forma original.
A evolução das heresias na Igreja de Cristo:
No ano 300 d.C. se iniciou a oração pelos mortos, e nesse mesmo ano também adotou-se o sinal da cruz.
No ano 320 d.C. foi autorizada a confecção e o uso de velas de cera nos períodos de culto.
No ano 375 d.C. a igreja adota a adoração aos anjos, dos santos mortos e do ofício e confecção do uso de imagens.
No ano de 394 d.C. a missa é instalada e ordena-se que seja feita diariamente.
No ano 500 d.C. os padres se autoproclamam sacerdotes, começando a se vestir de forma diferente dos leigos.
No ano de 593 d.C. Gregório I cria a doutrina do purgatório (lugar intermediário onde ficam as almas); nesse purgatório as almas podem ser salvas pela intervenção dos vivos aqui na terra, com orações, missas ou ofertas em dinheiro por elas.
No ano 600 d.C. Gregório I introduz o latim nas missas, e nesse mesmo ano orações são formuladas para serem dirigidas a Maria como mediadora de Deus e os homens.
No ano 607 d.C. o papado romano é instaurado; o imperador Flávio Focas se declara bispo universal, dando início a uma das maiores heresias da igreja, o papado romano.
No ano 786 d.C. o culto a cruz e o culto às imagens e relíquias foram autorizados pelo papado.
No ano 850 d.C. a água benta é misturada com sal, abençoada por um sacerdote, santificando o local onde ela é aspergida.
No ano 995 d.C. o papa João XV ordena a canonização dos santos e em 998 certos homens e mulheres passaram a ser considerados santos.
No ano 1079 d.C. Gregório VIII decreta o celibato (proibição de casamento para os sacerdotes) do sacerdócio.
No ano 1090 d.C. é instaurado o rosário, uma reza mecânica, criada por Pedro o Ermitão.
No ano 1184 d.C. é instituída a inquisição pelo concílio de Verona. A igreja entra na chamada era das trevas, onde se inicia a caça a bruxas, perseguições, torturas e mortes contra todos que discordassem de suas leis.
No ano 1215 d.C. é introduzido o ensino da transubstanciação (onde a hóstia se transforma no corpo de Cristo real) pelo padre Inocêncio III e nesse mesmo ano também é instituída a confissão de pecados aos sacerdotes no concílio de Latrão.
No ano 1229 d.C. é instaurado a proibição da Bíblia aos leigos e colocado no índice de livros proibidos no concílio de Valença. A leitura da Bíblia passou a ser permitida somente pelo alto clero.
No ano 1251 d.C. foi criado o escapulário (um pedaço de pano que envolve integralmente os ombros de quem o veste) por Simão Stock, um frade carmelita inglês. O escapulário surgiu de suposta visão de Stock de uma certa figura que se autodenominou nossa senhora de Carmelo; e essa figura na visão, lhe entregou o escapulário como símbolo de proteção, e então eles passaram a acreditar que esse escapulário era um sinal externo de proteção Mariana, que consiste na consagração da santíssima virgem Maria.
No ano 1414 d.C. é proibido o uso do suco da vide na ceia.
No ano 1439 d.C. o purgatório é proclamado como um dogma pelo concílio de Florença, no mesmo ano é instaurada a doutrina dos 7 sacramentos (batismo, crisma, eucaristia, penitência, unção dos enfermos, ordem e matrimônio).
No ano 1508 d.C. é aprovado a oração para ave Maria pelo papai Sisto V.
No ano 1506 d.C. o papa Júlio II iniciou a construção da basílica de São Pedro, que custaria uma fortuna. Foi quando ele teve a ideia de implementar uma das piores heresias dentro da igreja, a indulgência papal (era um documento assinado pelo papa e comprado por qualquer pecador que receberia perdão total de seus pecados, garantido assim seu lugar no céu). O perdão agora, já não era mais pelo sacrifício de Cristo.
A igreja de Cristo havia se perdido e se tornado herética, e estava afundada no paganismo. Mas isso não quer dizer que todos os discípulos/as de Cristo tinham se desviado, porque sempre houve homens e mulheres que desde o início da estatização e paganização da igreja no 3° século se posicionaram contra; mas quase todos foram perseguidos, presos, torturados, calados e mortos das piores formas possíveis por uma "igreja" que não era mais a Igreja de Cristo; mas que havia se apropriado do nome de Cristo e se tornado uma potestade do mal entre os homens. Essa caricatura bizarra da Igreja de Cristo, agora dominava quase tudo e todos (ciência, artes, religião, territórios etc...) por um período conhecido como a idade das trevas ou idade média (séculos IV e XV).
Foi nesse período que Deus trabalhou no coração de um monge da ordem Agostiniana, que morava no interior da Alemanha, na cidade de Wittenberg. O nome desse monge era Martinho Lutero, que lutava internamente com sua salvação e não entendia como funcionava a justiça de Deus. Mas quando ele é enviado para Roma, e começa a estudar o Novo Testamento Grego, se depara com a carta de Romanos, no capítulo 1 e versículo 17, onde diz "que o justo viverá pela fé", sua compreensão muda completamente, é ai que ele dá início ao movimento da Reforma protestante, iniciado 100 anos antes pelos pré-reformadores (João Wycliff (1325-1384), João Huss (~1372-1415) e Jerônimo Savonarola (1452-1498), por combaterem irregularidades e imoralidades do clero, condenar superstições, peregrinações, veneração de santos, celibato e as pretensões papais), mas calados pela "igreja" estatal.
A reforma protestante tinha o objetivo de fazer a igreja voltar às fontes, ao Evangelho genuíno, de onde ela nunca deveria ter se desviado. O restante da história nós já conhecemos e não é preciso relatar o que aconteceu depois que Lutero afixou as 95 teses na porta da igreja do castelo de Wittenberg.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠O Mal Não é Substância
Dizer que Deus criou o mal é uma falácia non sequitur.
Deus criou todas as coisas (substâncias). E o mal não é substância! O mal (moral/pecado) consiste na deficiência da ação, é sempre causado pela deficiência do agente. Em Deus, porém não há nenhuma deficiência, pois Ele é a suma perfeição. O mal consistente na deficiência da ação, ou causado por deficiência do agente, não se reduz a Deus como a sua causa. Portanto, aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter.
Aquilo que Deus abomina ele não pode cometer, seria uma incoerência com seu próprio caráter (Sl 5.4; Sl 101.3).
1º Jo 3:4. Todo aquele que pratica o pecado transgride (ação) a Lei; de fato, o pecado é a transgressão (ação) da Lei. A Bíblia também afirma que Deus fez somente criaturas boas. Ao final de quase todos os dias da Criação, ela diz: “Deus viu que ficou bom” (Gn 1.4, 10, 12, 18, 21, 25). E, quanto ao último dia, declara: “Deus viu tudo o que havia feito, e tudo havia ficado muito bom” (v. 31). Salomão acrescenta: “Assim, cheguei a esta conclusão: Deus fez os homens justos” (Ec 7.29).
As Escrituras nos dizem explicitamente que “tudo o que Deus criou é bom” (1º Tm 4.4). E um Deus absolutamente bom não pode fazer uma coisa má. Somente uma criatura e uma criação perfeita podem vir das mãos de um Criador Perfeito. O autor de Eclesiastes declara: Eis o que tão somente achei: que Deus fez o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29).
E o texto de João 1.3: Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.
Regra básica de interpretação bíblica: Toda palavra deve ser interpretada no seu contexto. Segundo o contexto de João, quando diz “todas as coisas” à palavra é restrita, referente à criação do mundo, cosmo, nosso planeta terra. Portanto, Deus não pode ser o criador do mal, pois automaticamente faria Deus mal!
Gn 1.31 diz que tudo que Deus criou “era muito bom”; Salmos 5.4: Porque tu não és um Deus que tenha prazer na iniquidade, nem contigo habitará o mal; Tiago 1.3 fala que ai daquele que fala que Deus tentou; Habacuque 1.3 diz que seus olhos são puros que não pode comtemplar o mal; Deuteronômio 32.4 diz que Deus é justo e Nele não há injustiça; 1ª João 1.5 diz que Deus é luz e Nele não há trevas, sendo que o texto grego é enfático nisso.
Portanto o texto no capitulo de João é uma referência a toda a criação.
Mas você diz: o mal está no cosmo! Sim! Mas não faz parte dele!
Deus criou todas as coisas?
R= sim!
Deus criou o mal?
R= Não?
Então Deus não criou todas as coisas!?
Vamos ajustar essas duas verdades!
Deus criou todas as coisas! Mas o mal existe, e Deus não o criou! Logo entendemos que o mal não existe como realidade na existência! Isto é, ele passa existir como uma "sub-existência" na realidade.
Ex.: Temos um prédio, que foi completamente construído por um arquiteto. Mas automaticamente que ele passa a existir ele produz uma sombra. E essa sombra não foi criada, mas devido à existência do prédio ela passa a existir como uma sub-existência na realidade. Então o mal só existe como sub-existência por causa do bem! Esse exemplo do prédio mostra o arquiteto como sendo o criador de sua obra sem ser o originador da causa que veio após a ela!
Agora o texto de Isaías 45.7: Eu formo a luz e crio as trevas; faço a paz e crio o mal; eu, o Senhor, faço todas estas coisas.
Falácia da ambiguidade de alguns fatalistas; pois confundem mal moral (pecado) com mal de pena (calamidade).
O texto de Isaías 45.7, a palavra traduzida como mal רָ֑ע/rā e refere-se ao castigo à nossa pecaminosidade.
O mal retratado no texto é uma referência ao mal de pena (calamidade), e isto pode ser pública, tal como guerra, seca, peste, terremoto, etc.; ou pessoal, tal como doenças e mortes na família, infelicidade, desgraça, dano, aflição, etc..., tudo isto em consequência do pecado do homem e do julgamento de Deus sobre ele. Essa é uma palavra polissêmica, tendo o sentido de acordo com cada contexto que ela é empregada. No original hebraico essa expressão denota mal para quem recebe a ação, e não para quem executa a ação! Isto é, o indivíduo que recebe o juízo de Deus, interpreta isso como mal, mas para Deus isso é uma ação de justiça!
Outra coisa, o autor do livro tem uma visão monoteísta, sem a ideia de um ser antagônico chamado satanás ou diabo enfim... No A.T. tudo era aplicado a Deus, por causa da ausência de uma figura antagônica!
E o texto de Colossenses 1.17: E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas SUBSISTEM por ele.
Em colossenses 1.17 fala das coisas existindo em Deus! Em nem um momento o texto fala que todas essas coisas (mal) são originadas por ele! Isso é falar além do texto, tudo existe nele, mas não significa que tudo que existe nele foi originado por ele!
Outra coisa: Qual o sentido de Deus decretar ou impulsionar a vontade de alguém pecar se o homem já é pecador por natureza? O homem peca porque é pecador, porque já nasce em pecado e já tem vontade de pecar! Deus não precisa dar esse impulso volitivo a ele. Isso vai contra Tg 1.13 e 1ª Jo 2.16: Tudo aquilo que pertence a este mundo não vem do Pai, mas sim do mundo; ou seja: a cobiça humana, os maus desejos dos nossos olhos e a arrogância da vida.
Esse texto de 1ª Jo 2.16 é "οὐκ ἔστιν ἐκ τοῦ πατρός/ouk ek tou patros"; sendo a preposição "έκ" em sua definição etimológica o significado "de fora, de entre, de, sugerindo de dentro para". A Origem dessa preposição primária denota (o ponto de onde a ação ou movimento procede), do coração caído do homem.
Até Agostinho dizia que o mal não foi criado por um ser divino, mas acontece quando o bem se ausenta, e ai o mal se apresenta; não como entidade, mas como ausência de bem.
Pense nisso! No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Muitos que estão no rol de membros de uma denominação, nunca fizeram parte do Corpo de Cristo.

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⁠Tem muita gente que há anos frequenta um templo, mas eles nunca entraram no Corpo de Cristo.

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⁠Relativizar a Sã Doutrina é uma das especialidades dos falsos pastores.

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⁠O motivo que mundo se incomoda tanto com o Evangelho é porque a sua mensagem lhes atinge diretamente em seus pecados.

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⁠Tabus Sobre a Oração
Infelizmente algumas pessoas ainda têm duvidas sobre se existe uma formula mágica de orar e um lugar abençoado para oração. Resumidamente falarei sobre esse assunto e tentarei esclarecer algumas dúvidas sobre o tema.
Na Bíblia não existe uma formula mágica ou um lugar especifico ou mais abençoado para a oração!
O que a bíblia diz é que o melhor lugar para orar a Deus é no secreto, que se trata de orar no íntimo com Deus. (Matheus 6.6).
Vejamos:
- Jesus orou em um jardim chamado Getsêmani (Marcos 14.32);
- Jesus orou em montes (Mateus 14.23);
- Jesus orou diante do túmulo de Lázaro (João 11.41);
- Jesus orou crucificado na cruz (Lucas 23.34).
Isso mostra que os lugares não representam qualquer impedimento a oração.
Agora, a Bíblia também demonstra diferentes formas de orar:
- Com o rosto entre os joelhos, 1º Re 18.42;
- De pé, Ne 9.5, Lc 18.13;
- De pé com as Mãos Erguidas, 1º Tm 2.8; Sl 63.4;
- Rosto em Terra, Ne 8.6;
- Ajoelhado, Lc 22.41, At 9.40;
- Deitado ou prostrado, Js 7.6, Mt 26.39;
- Adorando, Sl 8 e Sl 84;
- Agradecendo, Fp 4.6;
- Louvando, Sl 150;
- Bendizendo, Sl 103.1-2;
- Confessando, 1º Jo 1.9 e Sl 51;
- Pedindo, Mt 7.7;
- Suplicando, Ef 6.18;
- Intercedendo, 1º Tm 2.1.
Muitas orações não são atendidas porque pedimos mal (Tg 4.3). Portanto, não é a posição, forma ou lugar que você ora que impede a oração! A posição, forma ou lugar não é importante; o que é importante é que o coração esteja alinhado e rendido diante de Deus.
Pense nisso, ore sempre e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

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⁠Um ídolo adorado no coração é tão abominável como um ídolo adorado em um altar.

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