Marcelo Rissma
Podemos conhecer uma pessoa em duas situações:
- Seu caráter quando ela não tem nada;
- Seu caráter quando ela tem tudo.
Estamos presenciando uma geração que está sendo ensinada a acreditar que para encherem igrejas precisam remover os marcos antigos.
Tem muita gente do mal dependente do marketing pessoal. Eles tentam o tempo todo vender uma imagem externa de sucesso e felicidade associados as suas vidas; mas se os bastidores dessa gente vierem à tona, não seriam admirados e nem seguidos pelas pessoas do bem.
Demonstrar amor e respeito com o próximo gera mais resultados do que ficar citando textos bíblicos que você não vive.
Reputação é o que as pessoas pensam de você. Integridade é o que Deus pensa de você. Tem muitas pessoas perdendo a integridade para manter a reputação.
Soberania significa reinar sobre tudo e todos. Não significa controlar tudo e todos, pois aqueles que decidiram livremente contra os propósitos de Deus serão julgados e haverá justiça e juízo soberanamente. É muito diferente ser soberano e ser dominador.
Você não foi chamado para “amarrar” as coisas, mas para desamarrá-las, para soltar, para por em liberdade, conforme Isaías 61. Esse negócio de dizer: “tá amarrado em nome de Jesus é paganismo, superstição, mandiga que revela o nível de infantilidade espiritual e bíblica de alguns indivíduos”. Jesus não mandou amarrar nada, Ele nos chamou para soltar ligaduras da opressão, para soltar as amarras do medo e para liberar amor e graça sobre todos.
O calvário precede o pentecostes; pois não é propósito do Espírito Santo conceder autoridade a homens e mulheres que não passaram pela experiência da Cruz.
Pães Partidos e Vasos Quebrados
Algumas vezes, a gente se pergunta por que passamos por tantas aflições, angustias e tempestades na vida; e uma das respostas é Jesus quem dá: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo”. João 16.33.
Mais também existe uma outra resposta para essa mesma questão, o fato de Deus usar as tempestades da vida para nos usar para um bem maior.
Quando Jesus multiplicou o pão, primeiro Ele pegou os pães do menino e os partiu. E só então depois de partido o pão pôde alimentar a multidão.
O vaso de alabastro foi outro exemplo. Só depois que o vaso foi quebrado, o aroma encheu o aposento e pode ser usado para ungir Jesus.
E Jesus também disse: “Isto é o meu corpo, que é partido por vós”. E se para o Senhor foi assim, não deverá ser também para os seus servos?
Você pode está perguntando: “mas porque Deus precisa partir pães e quebrar vasos para realizar sua obra quando isso provoca tanta dor”?
A Resposta está em outro texto que Paulo escreve na 2ª carta aos Coríntios 4.7: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
Percebeu? Se o vaso não for quebrado, partido, o tesouro que está dentro dele fica escondido e não pode ser usado, nem para o próprio beneficio e nem para aqueles que estão ao nosso redor.
Então, deixa Deus te partir ou quebrantar; pois se você deixar, o tesouro que está ai dentro escondido vai se manifestar para glória de Deus em beneficio de muitas vidas, inclusive a sua.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Não há um pingo de logica na interpretação calvinista sobre os vasos de ira; isso porque os calvinistas isolam versículos e não fazem uma interpretação sinótica das escrituras. Paulo explica em 2ª Tm 2.20-21, que é a pessoa que se torna vaso de honra ou de desonra. Seria totalmente ilógico Deus estar disposto a perdoar uma pessoa que Ele predestinou a não crer.
A pessoa central de toda Escritura Sagrada é Cristo. Portanto, uma espiritualidade sem a Palavra de Deus será, automaticamente, uma espiritualidade sem Cristo.
Estações de tempestades não chegam para nós destruir. Elas chegam para nos levar para o quarto de oração.
Aquilo que Deus pré-conheceu não pode mudar, independente de todas as contingências possíveis. Deus não pré-conheceu a possibilidade de acontecer, nem a suposição de algo ocorrido; mas Ele pré-conheceu de fato o que ocorreu de maneira exata. Agora, esse pré-conhecer não obriga que Deus pré-determine, pois então Deus seria escravo de Seu pré-conhecimento que é um de Seus atributos.
A predestinação bíblica e ortodoxa fundamenta-se na escolha de uma ordem na qual, Deus pré-conhece, quais os agentes livres alcançam a salvação e outros não. Aqui não se trata da predestinação calvinista, onde Deus escolhe arbitrariamente uns para a salvação e outros para a condenação, mas, sim, da predestinação da ordem na qual é exercido o livre-arbítrio do agente.
A grande lição que o Scooby-Doo nos ensinou em nossa infância, e mais do que nunca hoje, é que no final, os monstros são sempre os seres humanos.
A maneira mais eficaz de um líder destruir o altar de uma igreja é ministrar aquilo que Deus não inspirou.
O calvinismo é uma evolução sofisticada do gnosticismo e do maniqueísmo, ressuscitada pelo Agostinho velho, que depois foi ampliada e sistematizada por Calvino no século XVI.
Toda igreja que persevera na doutrina dos Apóstolos, na comunhão, no partir do pão, nas orações e no temor, tem como resultado prodígios e sinais (Atos 2.42-43).
Ninguém foi salvo ou teve sua divida removida quando Cristo morreu pelos pecados de todos. O perdão dos pecados acontece quando os benefícios da expiação de Cristo são aplicados no crente (naquele que crê). A aplicação da obra da salvação depende da fé (crer) individual. Logo, não faz nenhum sentido perguntar: “se Cristo já expiou os pecados dos não salvos, como poderão eles ser condenados ao inferno por pecados que já foram pagos”? Embora eles tenham sido pagos (provisionados), os que se perdem não cumprem a condição estabelecida para a concessão dos benefícios da expiação, que é crer. E sendo assim, sua condenação é justa.
