Lucas
"Nossas vivências sempre nós levam a crer que não existe amor, mas quando é verdadeiro não trocamos por nada deste mundo."
"Flor, tanto tempo te procurei e nesse emaranhado de espinhos te achei, com tanto sacrifício pra te conquistar, fui aos poucos te vendo desabrochar, e com tudo no fim te vê partir sem mim é uma dor que sei que jamais terá fim..."
"Desilusão: palavra complexa que nos move e que nos dá noção, que aquela dor no coração não foi apenas em vão, complexo de inferioridade, catástrofe emocional, não sei se valia a pena, mas com certeza me fez mal."
"A palavra amor não se define em apenas encontrar a pessoa mais perfeita, aquela que você sonhou em um dia conhecer, encontre uma pessoa que acima de tudo seja real, que elogie suas façanhas, mas também que conheça seus piores erros, que aceite seus defeitos. O amor Nunca será perfeito, nunca será um conto de fadas. Lembre-se que de tanto buscar o príncipe encantado a Cinderela acabou beijando um sapo."
Talvez a sua vida até pudesse
ser mais fácil
mas se fosse mais fácil
não seria tão você
E se sua vida,
não fosse tão voce
por qual outra vida
eu me apaixonaria?
" Uma poesia é como uma colcha imaginária costurada com retalhos de emoção e paixão. Por isso continuem costurando, continuem se emocionando, continuem se apaixonando, pois eu devo minha à vocês. À cada torpedo enviado em um botequim, à cada bilhete colado na geladeira, à cada carta de amor escrita com as mãos trêmulas, um de nós nasce, e com certeza, mesmo que à passos calmos e despretensiosos, ainda dominaremos o mundo!" A poesia, por ela mesma
O jeito de visualizar as coisas é que as diferenciam. Um mar desconhecido pode ser visto como um lugar estranho ou um novo lugar a ser descoberto.
Você ainda não havia encontrado a si mesma e,
então, me encontrou.
Assim fazem todos os apaixonados,
por isso parece valer tão pouco o amor
Sonho eu pobre alma solitária, em um dia me encontrar, alguém como eu encontrar e sua companhia desfrutar.
Sonho eu alma que vaga, ter minha dívida com a vida paga, e por fim poder dizer, nasci, cresci, aprendi enfim vivi, e tudo valeu a pena alguém como eu nessa vida conheci.
Sonho eu ser comum, arrependimento algum comigo dessa vida levar, Quando pro sono eterno deitar, poder antes dizer, senhor Deus que estas no céu, obrigado por tão feliz vida me proporcionar, deixo em suas mãos meus troféus prometas para mim, de meus filhos cuidar, leve-me em paz, deito aqui agora em seus braços pra eternamente descansar.
Sonho eu ser amor, para aquela pessoa que Deus me preparou nunca decepcionar, ao seu lado viver, para ela todos os dias dizer, obrigado a por existir, e tanta felicidade me proporcionar, minha vida dedico a ti, eternamente vou te amar.
Queria eu ser um verso, começo meio e fim, sem oposto, simples, reverso inexistente, sonhar com o momento em que seria eu lido, por alguem que ama ao amado, não seria exagerado dizer, amo você, entre um verso e outro, ou um simples acorde num poema cantado, seria eu música para os seus ouvidos, versos de alento pro coração sofrido, deprimido, reprimido por não poder abraçar aquele que te faz sonhar todas as noites com um futuro, lado a lado, queria eu, ser o motivo do seu riso, do olhar brilhante, a respiração ofegante ao ver aquilo que estava conectado com você, mesmo que centenas de vezes de ti distante...
Firmamento adiante
Se pedires, coloco menos maquilhagem e mostro-te o meu rosto. Levo-te bem longe, onde a chuva cairá igualmente entre nós; se desejares, carrego-te ao colo pelo caminho e penduro estrelas para que possas caminhar na escuridão e, se precisares, há fendas nas rochas onde poderás chorar em privacidade.
Quando chegar a primavera e as flores estiverem em toda sua opulência, preparo-te um banho onde irás lavar-te de toda a dor e vergonha. No outono, varro o teu jardim para que possas deitar-te e ver todos os astros. No inverno, prometo-te a minha pele.
Prometo-te amor sem paixões e deslumbramentos, só amor e liberdade, sem desejo de pureza.
Se quiseres, livro-me de todos os ataques de silêncio rabugento e dos acessos de fúria epilética, concedo-te tudo e não desisto. Quando precisares, crio falsas desculpas para te confortar e apago em mim as reminiscências sentimentais do teu passado.
Se pedires, mostro-te as qualidades da dor, que te fazem ter consciência do que és.
Se quiseres, alimento-te de toda minha poesia.
Se desejares, mostro-te o meu planeta…
Maria clara gostava de nadar. Todo fim de semana, pelo menos nos que havia sol, colocava um top, uma saia rodada, sandália rasteira e ía ao clube. Por baixo seu biquíni florido. Gostava de deitar nas cadeiras de sol e ler seu livro, ouvindo seu disc-man enquanto simultaneamente observava as pessoas. Pra ser mais específico, as outras mulheres e o modo como agiam. Maria Clara sempre teve isso de dividir seu cérebro em vários pedacinhos. Prestava atenção em como se bronzeavam no sol durante horas lambuzando-se com protetores e, em alguns casos, até usavam com coca-cola com urucum, lembrou. Evitavam na maioria das vezes mergulhar pra nadar, e quando o faziam, era sempre aquele ritual: Primeiro as pontinhas dos pés, depois as canelas, um pouquinho de água no pescoço, um pouquinho mais nos braços e depois iam entrando bem devagarinho, sempre na parte rasa. E não passava disso, algumas caminhadas na ponta dos pés com pavor de molhar a espinha já eram o suficiente. Era um "quase-mergulho" cheio de postura. Se é que isso pode ser dito. Maria Clara não gostava assim, Não gostava dessa coisa de quase, ou mais ou menos. Mas as observava atentamente. E tinha seu ritual próprio: Tomava seu sol, ouvia seus cd's e quando a piscina estava próxima de fechar ia dar seu mergulho. Transbordava de vontade de tomar distância e dar um daqueles mergulhos bomba onde jogasse água pra tudo que é lado, exatamente como fazia antes. Mas lembrava-se sempre da vez em que, ao estatelar-se na água, todas as pessoas do clube a torceram o nariz. Diziam: O que essa menina tem? Além do mais havia também as vezes em que batia com a barriga ou as costas na água, deixando aquelas marcas vermelhas e doloridas. O clube também estava cheio e não poderia fazer isso de forma alguma. E então, mais uma vez cumpriu o ritual, começou com a pontinha dos pés, experimentou a água, pescoço, braços, entrou até a cintura, caminhadinha na ponta dos pés. Tão sem graça, no fundo sentia vontade de poder mergulhar como quisesse. Antigamente, era bonito de ver Maria Clara mergulhando. Corria e se jogava na piscina como uma bigorna. Estatelava-se na água, que respingava pra todo lado. Às vezes se machucava, e isso no fundo acabava sendo motivo de risada, porque o que realmente gostava era da sensação de se jogar, daqueles poucos milésimos no vazio. Nem se importava se os braços daquela piscina seriam os melhores para a segurar ou não, e fazia todas aquelas mulheres "quase-interessante" parecerem tão superficiais quanto seus bronzeados no fim do dia. Era lindo ver como se divertia em ser simplesmente ela. Era tão lindo, e pensei: Porque não mais?
Resolvi aproveitar a oportunidade, já que estava lá deitada com seu disc-man e seu livro, e a perguntei:
- Já percebeu como essas mulheres fazem? Tudo na pontinha dos pés...
- Sim, já reparei
- Sem graça né?
- Um pouco
- E porque faz igual?
- Porque eu quero, pode parar de me incomodar?
- É porque eu gosto de te ver mergulhar
- Você gosta de me ver cair de barriga não é?
- Gosto. E você não gosta?
- Sim... Talvez
- E porque tem que se culpa por gostar?
- Porque às vezes dói. Sem contar que o clube está cheio e eu não estou afim de que fiquem falando idiotices sobre mim.
- E não sente falta daqueles poucos instantes em que está no vazio e que nada mais importa?
Não me respondeu. Recolheu suas coisas e foi embora. Fiquei algumas semanas sem ver Maria Clara, mas um ou dois meses depois ela reapareceu. Mais bonita. Não estava mais magra, nem mais gorda. O cabelo era exatamente o mesmo, a pele da mesma cor e até o disc-man era o mesmo. Mas tinha um sorriso no rosto que começava pela testa, dando-a um leve franzido, e descia inquietando as sobrancelhas e dando brilho aos olhos, contagiando as maçãs do rosto, esticando covinhas, escancarando o sorriso e terminava na pontinha do queixo, onde aparentemente não mudava nada, mas sei lá, com certeza havia um pouco do seu sorriso no queixo. Deitou-se tranquilamente na cadeira de sol, tirou seu livro, seu disc-man e leu durante toda a tarde. Já perto de fechar a piscina, levantou-se recolheu suas coisas e ao invés de fazer o que sempre fazia, somente foi embora. Passou por mim, e me desejou uma : Boa Tarde. Me deu mais uma amostra do seu lindo sorriso e se foi. Embora eu esperasse poder ver, mais uma vez, Maria Clara se jogando nos braços do nada, fiquei feliz por ela entender que, naquele dia, não falávamos propriamente sobre água, mergulhos ou piscinas. No fundo eu sei que ela entendeu, seu sorriso não poderia mentir
Oração de proteção
Pelas estradas onde vou andar, Deus meu senhor ira me guiar, lá do céu estará a me cuidar, as pedras do meu caminho ele vai tirar, espinhos e doenças não vão me tocar, serei protegido pelo poder de minha fé, sou seu filho, sou seu amigo e protegeras-me do perigo, que me ronda, que me desejam, serei como um espelho a refletir, um campo de força os inimigos iram sentir, eu tenho Deus e Jesus Cristo salvador, que me salva e me protege, tenho o Espirito Santo que sempre esta comigo, por isso enquanto eu existir nem um mal ira me fazer cair pelo poder de Deus e sua bênção, amém.
Pensa-se viver, Pensa-se existir, diz-se sorrir.
Acho que o mundo não é real, é apenas um sonho desleal ao que quero sentir.
Querer, resume-se a isso, o mundo é uma grande nuvem de vontades, adversas e conflitantes.
Constante o querer, isso e aquilo, sonhei eu algo ser.
Mas o que? Algo além de uma mera passagem pelo universo.
O reverso às vontades das quais o mundo é feito.
É um defeito pensar assim? Talvez um pecado? Já senti-me envergonhado por minhas vontades, quero algo além de mim, além de uma vontade, ou apenas metade de algo.
Quero ser um motivo, quero ser uma nota, um som, o dom de escrever, aprendi que devo crescer, e o motivo enfim, o motivo de seu sorriso, isso eu quero ser...
Eu sou um silêncio, a inércia do universo, o vácuo, reverso ao som, O que é o silêncio? Um milagre? Pra alguns um dom.
Posso ser tudo, mas sou um nada, sou um silêncio, nada além de uma possibilidade, complexo de entender, sou um nada, mas sou uma possibilidade, realidade abstrata, nada mais retrata senão a confusão, do nada, do silêncio. Sou um silêncio, sou algo, mesmo sendo nada.
Um lugar qualquer
Um dia eu ainda encontro
Um lugar qualquer
onde a liberdade não seja comprada nem dada
Somente exista, e coexista
em cada sorriso livre que você me der
Um lugar onde possa te ver
Com aquela saia rodada, iluminada
Me desejando, se desmanchando em mim
Sem se importar se é só o início, meio
ou fim.
Não há cronologia para nós, somos nós
e ponto.
Onde lamberia a melanina
de todo o seu corpo bronzeado
Ouvindo você me dizendo no ouvido apertado:
Safado!
Enquanto a gente se consome, se gasta
Percebendo que o mundo, só,
já não nos basta
Eu te olharia desfilando até a janela,
num fim de tarde,
Praquela vista que tanto gosta
E diria, mesmo às costas, Fica sem roupa?
De pele exposta, com os pelos eretos
De polos e poros abertos, Qual o mal?
Se é tão mais gostosa assim,
Ao natural
É só um lugar,
Chame-o como quiser
Ou talvez nem chame,
Nem tudo precisa de nome
É só um lugar que você pode vir
Quando quiser me amar, tiver sede ou fome
Eu ainda não o encontrei, mas não desisto
Se você me disser, meu bem,
Que, caso o encontre,
Comigo você vem.
Você vem?
Engraçado, imprevisível incerto, insensível.
O futuro, sempre passível à mudança, pras tristezas mesmo que menina, sempre há esperança.
Pro dito fim, um recomeço, sou, o que mereço.
Talvez seja eu frio, ou somente realista, não brinco de faz de conta, Deixo por conta, que aconteça, que seja, uma brincadeira, uma descoberta, pois apenas marionetas de acaso somos, fomos, um talvez no universo.
Para ter sucesso na vida, primeiro deve ter quatro coisas na alma: amor, compreensão, amizade e confiança! E uma coisa na cabeça: que os sentimentos não são brinquedos!
Um dia vou te esquecer, eu juro que vou, tudo que eu senti por você vai sumir.
Você vai chorar por mim, e não eu por você, você vai sentir minha falta , e eu ?
eu vou estar amando outro alguém, mas talvez não seja tão simples assim né, talvez pra você não seja simples me amar, mas ja que o meu amor não vai ser correspondido, vou seguir minha vida em frente, do jeito que posso, mas vou seguir.
Amanhã padre, missionário, psicólogo, psiquiatra, jogador de handebol, revolucionário, músico eu não sei, mas hoje um artista sonhador em busca do Amor e da Caridade.
