Edgar Fonseca
As luzes da minha vida há muito que já se apagaram, apenas, vivo a base de vela almejando ser consumido pela dura escuridão da morte.
O mar do tempo me leva para longe da beira da minha felicidade e, em busca do conforto para minha alma encontro Deus me consola sem cessar.
Tememos pela bondade que ocupa o nosso coração, livres de mágoas, somos objectos de pura misericórdia.
Às vezes vivemos a vida como verdadeiros humanos, mas, morremos como se fôssemos animais irraivecidos pela maldade que nos emana.
A cura para dor da nossa alma está no perdão a nós mesmos, pois, o corpo que muita dor sente merece descansar eternamente na suavidade da felicidade.
O Natal chegou com o seu farol de bondade, na suavidade das ondas que carregam o navio da alegria para o Porto do amor, transborda a água da felicidade que nos remete para o convívio da família.
Vibram os nossos corações por ser Natal, convida-nos a nossa alma a um merecido momento de harmonia e paz para as famílias e nós devemos aceitar viver na felicidade deste grandioso momento.
A dogmática do Natal deve ser revelada na pacificação dos espíritos, na harmonia dos corações e na pureza de uma felicidade sem igual, que leva a viver intensamente o prazer de receber em nós o Deus-Menino.
Somos agentes de bondade e perseverança, por isso, devemos correr para junto do coração havidos de festejar o Natal com bastante alegria e felicidade.
Cada novo ano que se prevê, desenha-se na tela da esperança novos projectos de vida, certos ou não muitos alcançam o pretendido e outros nem por isso.
O mundo está a perder para a guerra, não porque o material bélico tenha melhor expressão, mas, porque os humanos perderam a sua essência de bondade.
Depois do mundo assistir impávido e sereno a destruição da Líbia e do Iraque, hoje a nossa estupidez intelectual enquanto humanos nos leva a aceitar que seja igualmente destruído Israel.
Hoje o Rwanda não é apenas um mero País africano, pois, tornou-se de forma muito acelerada num verdadeiro tampão para Europa e para os Estados Unidos da América, pelo seu poderio financeiro e desenvolvimento social e político.
A fórmula mais eficaz que um País deve usar para promover o turismo é despoliciar as ruas, pois, o turista quer sentir-se seguro sim, mas, não em cenário de aparante instabilidade.
O mundo deixou de ser governado por políticos vocacionados e passou a ser gerido por populistas radicais e oportunistas insensíveis que têm levado as Nações ao declínio profundo.
Não se faz advocacia ao turismo por um País cujos cidadãos sequer acreditam na estabilidade do seu Estado.
As Nações no mundo actual já não sabem qual é a sua verdadeira função, por essa razão, sequer se importam com as guerras que deflagram em certas latitudes do planeta terra.
Nem sempre o Governo é culpado pelo mau-estar que o povo enfrenta, pois, muitas vezes o próprio povo não tem intenção que a sua vida melhore.
Arrecadamos suspiros do povo quando realizamos obras de melhorias da vida social do País, mas, somos criticados quando o povo destrói os bens públicos que estão a seu serviço.
Moralizar a sociedade sem que esta colabore é como criar um hipermercado sem capacidade de e para receber clientes.
O País precisa do engajamento de todos para poder desenvolver a economia domésticas e não de políticos doméstico que descredibilizam as instituições do Estado perante o povo e perante a comunidade internacional.
O trabalho coroa os competentes e os incompententes vêem em quem trabalha o impedimento para o seu comodismo.
Viva o 1° de Maio.
A missão de todos os seres no mundo é trabalhar para que a sociedade em vivem e o planeta em que habitam estejam livres da fome de toda miséria.
