Edgar Fonseca
O raciocínio é uma lógica sentida e apreciada pela nossa observação objectiva, sem a qual, não existe conclusão possível sobre o meio existencial que nos rodeia.
Quando a juventude de uma Nação não significa progresso, esta Nação se relega ao fracasso e a falência generalizada.
A frustração da juventude improdutiva de um Estado, denota tão-somente incoerência na forma de pensar e de ser de um povo, pois, uma Nação sem jovens visionários é apenas uma parcela de terra existente no universo, que serve de economia neutra do cenário mundial.
O judaísmo é a alma do tempo dos que regressam sem medo de partir, ainda que as circunstâncias não pareçam favoráveis, o regresso se afigura sempre a melhor opção.
A corrupção não é uma teoria que se corrija com mera ilusão de óptica, ela precisa de ser corrigida no interior do corruptor e do corrompido.
A política não é uma escapatória para os desterrados economicamente, é antes demais, um meio eficaz, usado para se estabilizar a vida do povo.
O amor é o centro gravitacional da nossa consciência, leva-nos até onde os nossos sentimentos não alcança percepção.
A vida é como um relato de um jogo, as nossas falhas são penalizadas pelos árbitros do tempo e, os nossos bons feitos apenas aplaudidos em silêncio.
O tempo que aparentemente gastamos é inesgotável, quem na verdade se esgota com o tempo somos nós meros humanos.
Devíamos aprender a viver sem olharmos nas aparentes escadas de elogios que nos colocam pela frente, pois, com o tempo, apercebemo-nos, que poucos são os que realmente estiveram sentados na aplateia da nossa vida a acompanhar o teatro da nossa vivência.
O tempo nos transforma em almas andantes, cujo receio do que sucederá com a nossa vida já não faz parte da nossa vivência.
O mundo é uma cadeia global onde alguns indivíduos acreditam ser mais privilegiados do que outros, a ponto de criarem limites na liberdade de ir e vir de alguns, impedindo-lhes de estar ou viver em outros pontos do mundo.
Para uns a política é tida apenas como uma sala de teatro, onde lhes é atribuído o papel de uma personagem, equivalente a um cargo político e quando saem do palco exonerados da função, apercebem-se que nada fizeram em prole do povo, se não palhaçada.
O político não vive para gerir os problemas do povo como se fosse investimento, ele realiza acções concretas para resolver no imediato as situações que afligem as famílias a Nação.
Políticos não são apenas homens guiados por convicções partidárias, são todos os que se preocupam com a sua comunidade, com a sua Nação e conservam no seu mais profundo indatimico o sentido honrado de cidadania e de Estado.
Ser político não significa ser manipulador, nem manipulável, ser político é ser autêntico e sensível aos problemas do povo e da Nação.
A política não nos pode tornar meros robôs a troco de cargos, ela deve significar para os que a fazem a alavanca essencial, para se conquistar o progresso sócio-político e ECONÓMICO de um Estado.
Um País que não conhece o desenvolvimento, não se pode qualificar como sendo uma Nação, pois, uma Nação é o sinônimo de união e capacidade que o povo deve conservar, para juntamente com os seus mandatários dinamizarem a economia do seu Estado e gerarem o bem-estar social e político da sua Pátria.
