Claudeth Camões
Fazes o que não desvendas, pra inteirar as verdades e, dificuldades, dê aprenda, com alegria surge e não inventa.
O tempo, é a figura máxima da beleza, de seu sublime encantamento e, a, satisfação, em complementos.
Não tinha condições do fazer e à todos, deu entender, pra poucos saber do fazer, dê que tudo e, nada, depende de você.
O direito autoral é sempre nosso esquecimento, pra que o bem não possua endereço, por amor ao bendito tempo.
As análises do agora, são sempre das robóticas e, seu saber, jamais mantido em previsões de desolações.
Se teu movimento não lho fizer respiros, que tá adiantando giros e, ou risos, te digo à vida está pra ti além de vistos.
Degladiavam entre si e, não percebiam, que descumpriam, em eles mesmos, as necessidades de ressignificar o não ser, dando alegrias renovadas ao novo que é disser.
Nossas pausas são proteção dando uma rápida observação, não pra modificação ou conclusão, são cuidados de tempos em estação.
Nossa visão é a rendição no silêncio confiante, das esperas meditantes e, nada dando medingantes, pondo erros conflitantes.
