Claudeth Camões
Posso acertar o agora por voccê, pra ti dizer, és perfeito por ser, não dê um simples anseio de viver.
Numa simples corrida, corriqueiras pisadinhas, cadê o cansaço, descanso de seus braços, simplicidade de seus exércitos, sempre por mim me socorria.
Arquibancadas vazias, sorrisos e nostagia, sua língua têm a discrição dos dias, seu corpo medidas que integram, leituras que acalmam, fios brancos em voz impostas.
Saudade é feita de lembranças tocadas, com vistas vidas de imagens, cheiros, sons, tons em momentos.
Dados do silêncio, broto das harmonias, sanam velhos tecidos surrados, renovando às revelações do original noite e dia.
Face das graças que nos surpreende, motivos que regulam nossos traçados, perfeição por não desconfigurar essências, tornando o belo de se ter, pra ti ver.
Precisamos ver a realidade que a comunhão exerce na vida, pelo exercício da prática, revelada sem medos, sabendo quão importante é o reconhecimento de nossas fragilidades, perante a renovação da natureza.
Agradeço as trilhas verdes de nosso mapa, onde pontuamos em abraços, encontros das alegria, que constroem nossa estrada, desatando nós dos ainda inconscientes.
Tudo ganha novos e saudáveis sentidos, quando o passado deixa de fazer novos cruzamentos, é o éter renovando e ordenando verdes "esperanças".
Movimente seu dom, divino talento, ande qualquer um, para que os desdonados te livrem de suas acusações disfarçadas de glórias.
Vou fazer versus belos com algumas passageiras tristezas, pra que tua caminhada seja sempre possuídora de destrezas.
