Claudeth Camões
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A ciência em dia vai descobrir que a impressão digital nem sempre está no dedo, de significando o valor da língua, escrevendo o beta à vida limpa.
Liberando O Verbo divino, descarrego somente no fino, dá arte sem pino.
Quando te pedires um manto (é hora), caminhante se recebe por outros, com integração (invasivo), a moral técnica não é nada sem a razão já observada pelo tempo, embora fugitivo.
Todo sensitivo é um alquimista que precisa da risada dos oleiros.
Corrija o leme interior abstraindo o mal rigor.
Fragilidade compartilhada que aprimora, fortalece corajosos (necessito), terceiros que preenchem vontades virtuosas.
Dinheiro enche tantos sacos que é melhor nem saber.
Darma é cuidar do planeta; Carma já foi direito e obrigação, ninguém convive sem revel lação.
Sua palavra é pão diário de muitos que sem ter sido pode ser v. i. n. do
Tempero em vita
Burburinho de mitra
Alegria sempre
Irradia sem ação
Ponteiro sem corda
Tempo de acordes
Vento é trova
A vista semita
Sorrisos e sonhos, pássaros e contos, com bênção no caminho haverá encontros
Ar gente escreve e tudo mudra tao rapidamente.
Sentimento é amor tecido quanto mais serve deve se dô ar
Com tecidos finos sempre sorri, caminhando alegrante de propósitos, nascidos em sol não In vitro.
Em quantos sonhos materializo conforto e sorrisos.
Trabalho na empresa do amor onde existe tela há flor.
Quem nunca te sal-de o alimento.
Muitos nascem, todos encarnam pra necessidade do ser feliz, inícios e dons às matrizes é a casa dos perdões.
A felicidade é algo individual, na dívida é melhor não diminuir ninguém, nessa vida, bom é cultivar sempre (a) paz e (o) bem.
Essa geração em que vivo é uma das mais belas histórias da humanidade é a continuidade onde reside amor infinito.
Vítimas do medo, esconderijo de dons sufocados pelo egoismo, visto dá sabedoria de trato no tempo, dê vida em fatos.
Tenho um caso de amor com àquilo que não sou pra fazer trilhar a paz do eu sou.
Descelibatar quê difícil haja frases em preços dêvil.
O valor dado à lentilha é sempre igual aos que vivem em dia, Ancestros em Micretos sempre sorri-a.
O eu não sou só, una árvore; sou muito e mais do quê se pode ver, pois olho por você