Claudeth Camões
A gratidão é o arquiteto de meus dias, quem nele estiver alegre e realizado é, pela graça da declaração, sem necessidades, pausando buscas incessantes, pelas oras já realizadas.
Nossos gostos são diferentes, por isso, somos o equilíbrio em formas, dispensando antigas normas de situ_a_ção.
Nossa saúde se dá, quando em nossos sonhos, encontramos a realidade de nossas vontades, em qualquer lugar e plano.
Não a Cor, em buscas que não se encontraram, desde o dia, que nossos olhares se cruzaram, e, fundamentalmente brilharam.
O preconceito é uma corda que não serve, e, a saudade, foi gancho pra repressões de vontades, retirando do peito, o afeto, e, a lealdade, pra distribuir em outras faces, provocando antigas desigualdades.
Quando o galo canta e nossa música não toca, tenho os traços de nossa face, que longanimamente nos reconhece.
Viva a orquestra divina, que rege todas às línguas, onde a tradução não implica em falseadas, dissoluções, mas, curam tecidos em emoções.
Gentileza é leveza das sábias porteiras, ouça, é o pão do passado, fornecendo o futuro, pelo amor do presente, aliviando às durezas no tempo.
Nossa trilha tem a cor das cristalinas águas, que se renovam pela intuição, nascida no coração, centrando pra sempre nossa guiança.
Âncorar.em.seus pequenos detalhes, pra te fazer inteiro, pela espada da justiça, que é nossa ternura, retornar de onde, pela clareza do sempre veio.
