Claudeth Camões
Quimicamente falando, às esferas edificando, por amor expandir em velocidade dos formandos, e, não precisar o lembrar das dores retornando, sem costelas costurando.
No teletransporte de nossas moedas, o maior prazer, se dá, quando das descobertas, se apresenta - m no local não desejado.
Assumir não é sumir, e, a lembrança, sempre brota pra nós livrar da ignorância, edificado, pra necessidade da compreensão consciêncial, individual e coletiva.
Não a exisência na repressão, tempo de eras pra descobertas, daquilo que confere o sempre, com e vêm, eternamente seguindo sagrado.
Materialmente nosso silêncio é aqui, pra proteção de nosso corpo no agora, faça sempre dar certo, com o canto sábio das oras.
A beleza é pra satisfação do homem, por ser inerência da mulher, alongando e centrando o masculino pro feminino, pelo inTerno momento.
O anjo da guarda se cansou, mas, não se esqueceu, hoje com alegrias los, fase-os realizar, pra si por ti renovar.
O fim das sensações, era prás acolhidas necessárias de dor, pra ti agora sentir prazer, sem contestar louvor.
Queres a formação dos silêncios, em sinuoso esquecimento das histórias, prolongando novos acontecimentos, com a paz do agora.
Nosso bom dia (é) nascente de alegrias, bastando sua presença, em nossos sonhos realizados, e, em formação dos agora, pra todos em boa vontade multiplicados.
Bloqueou, mas, a sabedoria da notícia se estendia e prósperava, porque, ela lia sua própria alegria, a humildade é a chave prás chances, pela base daquilo que é.
A verdade é que caridade não festeja, transforma a dor, e, inverte o sofrimento, aliviando a essência, pela graça do restabelecimento, e, não somente alimentando o sucesso do ego, que paleativamente se ensoberbece, com a satisfação momentãnea.
Se puderes por fim a uma dor, vá pelo seu saber, é sempre necessário, lais de núcleo familiar, que se encontra no presente contido no agora, pra liberar as graças, de quem, ainda, não aprendeu sozinho, há caminhar.
