Claudeth Camões
Crucificação é uma responsabilidade de montão de quem possui boas mãos, sabe das saudades até das ilusões, e isso ninguém corrige sem esforço.
Força é quando uma mulher ama um homem, mesmo que esse ainda, não saiba e, quando souber não foge se o amor lhe vier.
Pra te olhar foi feito uma obra inteira, pra te amar, desfazer também é nossa arte, sem prejudicar as rebarbas vinheiras.
Hoje já é pode liberar as palavras de auto ajuda sem direção, já que todos merecem o valor de uma berla em canção, te livro em algumas graças de estações.
Te amo muito e, todos os dias estáis junto a mim, e, sozinha aqui estou, anda, será que isso é amor, não penso sobre nós em dois, era pra nossa luz prateada, ser intencionalmente buh*lada e agora restaurada.
Não gosto muitas vezes de estar ali naquele lugar, é uma obrigação de ajudar, que bom alcançar alguma transformação repondo lar.
No silêncio ensinei as harmônicas dos tempos passados, muitos ouviram e não ensinaram, e no faz de contas brincavam, então fazendo tudo, graça e compaixão do tempo, pela coragem do grito que a ninguém fere.
Sou do tempo que o afeto a distância já existia e quando te olhava o mundo interior sempre sorri... a.
Interiormente meus anseios foram feitos de concertos pondo acertos, pra ti ver ar/araram o que creditavam, naquilo só nosso, e, nossa pele já ensaiou o tanto faz. Passados dos sei lá, trabalho árduo, pra encontrar, até onde, estaremos compartilhando falsas distâncias. Se não existe, Sejas.
Hermenêutica é válido pra fonemas até dos silenciados pela inversão, recondicionando outros a fazerem o que não sabem, digital de sua falsa riqueza, isso exclui as probabilidades de certezas de seu ser de viço.
Tenho muitas coisas boas pra compartilhar e certamente nem precisas contar, é que coisas boas, também aqui, sempre chegam sem avistar e avisar.
