Celso Roberto Nadilo
Anjo caído,
cair numa imensa escuridão,
me perdoe,
liberdade bem além das paixões
somos movidos pelos desejos
e evitamos os sentimentos.
ainda assim caminhamos pela escuridão,
lutar tão pelo o amor
somos julgados por um instante
no delírio do momento.
28 dias de loucura
bruxas me encantaram,
sons do inferno cobriram meu coração...
estupido beijo...
um sonho que condenou um mar de solidão...
quando chega o luar...
tento gritar
a lua sangra com tua vaidade...
meu espírito se perde em brumas,
entre os lobos uivando por teu amor,
arranco meu coração,
profundo o paraíso sangra uma mistica musica,
que poucos sabem do meu amor,
a balada de tantos amantes
sou um som que clama no teu coração...
ninguém entende que te amo.
Deixo meu sangue escorrer
quase chegar a morte,
tudo fica azul,
meus olhos sangram
muitos sentimentos,
escuto a escuridão
no decorrer vejo meus demônios,
não tenho medo mais,
o silencio toma forma de meus pecados,
nente momento tento gritar
para mundo pare,
então vejo o sangue cobrir meu coração...
tudo está tão frio,
o paraíso tem formato de um anjo,
nas chamas minha palavras
cobrem um altar de desejos,
minhas mãos pegam fogo
pois o amor corroeu o destino,
para os mortais somos palavras ao vento.
A morte parece tão definitiva,
Na estações diluídas na alma,
até nos horizontes tantas virtudes...
sob o definitivo os abraços e beijos...
dividades da alma,
obscura e assim sóbria,
vagante podendo ser morfológica...
numa dor continua,
mas, nada perdura,
vulgo, mero algos,
simbologia de um amor perfeito,
nas velas consumidas no choro,
lagrimas, no ultimo sopro ainda te amo.
sombria com laços da eternidade aos braços do mar sonho tardio amargo desejo pura beleza arredia.
(Elena Gales 1857)
legião de nossos sentimentos
tudo pura apatia
memoráveis seres de ilusão,
entre as tempestades
um jeito sombrio de ser,
dimensões são flagelos
de perdição e agustia,
expressado num poço
de vaidades excluída
meramente,
translucida,
veras em muitos romances
perdido no teu coração.
me dei um beijo depois um tiro
deixando o gosto eterno dos teus lábios,
tire sua roupa na loucura
tenha um terremoto que drague meus sonhos
por mais absurdo que seja,
a loucura deixa sua perfeição
nos atos da madrugada,
espinhos viram doces.
num buraco no peito
olho para o teto
como estivesse olhando em teus olhos,
minha sede de vampiro
consome tua alma
na escuridão
sem reflexões...
te amo tanto,
que todos valores
estão expostos em uma ferida,
a morte não espera seus desejos
serem realizados...
meu amor estamos mortos.
quando está pronto
com sorriso sinto fome.
seu sorriso volta mais uma vez...
tão doce e trágico,
tudo num olhar inocente...
está morta num cemitério de ilusões...
Em todo clássicos que ouvi senti teu coração bater...
todos dias olho aquela musica que tocou teu coração...
sempre deixo o flash passar pela minha mente,
e a mesma balada tempos atrás domina minha alma,
se você cair num abismo te seguro com meu amor.
desculpe - me amo as noites escuras
que cobre teu coração
esquece - me que te fiz chorar.
meu amor cruel,
não tenho um coração,
nem em tanto sei que o amor
sou frio pois sois minha natureza...
meu coração somente conhece
a dor e a morte pois eras deixaram o vaco
de meus sonhos, tudo absoluto,
calo - me nas chamas do teu amor.
todos anjos estão caindo do céu,
olhei para o interior,
tentei amar,
ainda sinto que céu
está no meu coração...
minha vida está em algum lugar
o frio não basta para o amor
olhe para os céus...
sinta a dor de amar
como a melodia que cobre as nuvens
num mar de solidão
sua voz ecoa pela imensidão,
tudo é um show para poucos
que compreende que um anjo
tocou seu coração,
tudo é uma beleza deixada
por um momento acreditei...
todos os pecados do mundo
são pequenos espinhos
deixados para que tua voz
seja única na eternidade
de nossos corações
os céus são tocado por arcanjos...
com uma luz que sai da sua janela,
as tempestades da alma
dão um brilho no seu coração.
O sangue de sua vida é uma espécie rara
Nas trombetas do além desejos profanos...
Ao longo dos últimos dias parador serenidade.
feliz aniversario,
nada faz sentido,
por mais queria
tudo está por ai,
aonde me diz,
me calo quando
nunca sei porquê?
um sentindo para continuar...
para que?
por mais o que ?
solidão amiga...
Seis da manhã as vezes acho que vou enlouquecer...
acordo varias vezes na noite não sei porquê...
estou tanta sede não consigo mais controlar,
posso te matar agora, só não consigo dormir,
tudo soa muito trágico mais me sinto ferido,
sou animal faminto, na forma seu coração bate,
poderíamos ter mais uma noite, assim sangue...
torna-se uma bebida como fosse um vampiro...
estou do outro lado, já não entende minha escuridão,
vou pressionar um faca no teu coração...
te deixar respirar, vejo tudo escuro a sua volta.
isso nunca termina, ao luar cobre meu coração...
tudo está morto a nossa volta, sem temores...
ainda quero sorrir ai vem o luar...
sem reflexo face a face te amo.
sou um demônio sem alma,
com um buraco no peito, bebo sangue,
porque há lua vem, perda de tempo,
não há mais uma volta...
num abraço gelado magoas,
tudo pode ser esquecido...
segure minhas mãos a hora chegou,
ao amanhecer vamos queimar,
tão doce seu olhar,
a morte não espera.
servidão
solidão sentimento da perdição,
pássaros pairam sob minha alma,
tudo tem um requinte de resquício...
apenas num abismo de um amor,
estranho cruel somente a solidão,
não sei como continuar...
sobre as suplicas
acima do desatino,
o vicio clamante do desespero,
por fim sem sonhos...
implícito aos detalhes...
vulgares meras,
abruptas fagulhas esparsas
em glorias milhares de adeus
e um único destino
bendito tua voz na escuridão.
desconhecida para muitos
declarada a poucos,
desnuda em meus sonhos
para sempre.
espíritos
na calada noite
todos se tocam,
feche meus olhos
e sinta minhas alucinações...
noite a dentro tento gritar,
nem sei como começar...
meus deuses aonde vou parar,
todas as noite vou te achar...
numa noite dessa vou acordar.
Evolução e o homem
Opositores desdenho
Percurso de repente
Matutino oportunista...
Calado falante
Galante moralmente
Realista sonhador...
Forasteiro manhoso...
Sóbrio afagos.
Dolente somente...
Reato parador serenidade
Paradigma longe de tudo
Sentido para um monte...
Frágil controle...
Desejos sóbrio ou benevolente
Bêbado por momentos
Desespero desastre...
Fora mais tarde dentro
Detritos do qual o medo
Mediante a sopro...
Vulgar centelha...
Dormente sobretudo
Para o qual seja fútil...
Derradeiro fonte confiável...
Solidão que atreva
Ser fértil infindável...
Sinceridade brandamente...
Sofrendo desatino...
Sublime poço sem fundamento...
Devorado um abismo
De querer relevantes...
Açores existirem em meio...
Trevor trechos desde as linhas...
Valores para que?
Euforia assim luxuria...
Meros babilônios...
Sombras do murmúrios...
Plenitude dos tais...
Abandono desta tua história.
Tantos ardores...
Milagres pura fogueiras de vaidades.
desejo seu corpo com desespero,
arranco seu coração deixo...
...sangrar sobre minhas mãos,
chego a sonhar com seu desespero,
virgem de alma e coração,
com um olhar de piedade,
devoro seus sonhos...
penetro profundamente...
no horizonte de suas coxas
tremula por um momento,
geme tal forma;
que se torna a ultima vez,
que vida abita sua alma,
uma paixão paranoica...
viciosa reluzente...
meia noite lhe dou vida
assim tiro da morte sentimentos,
seu cheiro queima alma,
em desejos involuntários.
anjos mortos solidão abandonada,
solidão liberdade do coração,
livre ou morto,
apenas o terror há meio fio
numa estrada longa e sutil.
tangentes nas igrejas sem almas
deserto sem fim meu coração
contempla as formas e a arte
que divide no temor do das profundezas
esquecidas na minha alma.
deslumbro a crença esquecida...
pois todos anjos caíram
sobre pretexto do amor.
fogo da solidão
lagrimas sempre a depressão,
resolutas em magoas e desilusões,
feridas abertas nas situações diárias,
desafetos na continuidade de nossos sonhos
conturbados no épico onde era um coração.
no vaco intenso que faz... a dor ser um bom consolo.
A extinção de nossas almas,
É trevor, sombrio de nossos corações.
Bestificado por estantes de ira,
Pois os sonhos são doces sabores.
Denoto cada um deles,
Como sentir uma nota musical.
Senhora perdida meia voz...
Um eterno cântico de tragedia,
E assim sois vos, Uma nota...
Branda no resquício de tantos,
Vos apenas sua voz no além...
Embora seja um sentimento,
Em ondas que arrebatam o estilo.
Sendo digno, aflora dor atroz.
