Celso Roberto Nadilo
Olhos negros necrose de minha alma...
Perdição do meu coração
Sempre na escuridão...
As constelações obtusas em a que resulta se...
Nas trevas absolutas dos meus sentimentos....
Embora minha vida seja comprimida
Ah tais dúvida que apresentam de forma
Oprimida até confins da solidão...
Trevoso absurdo temor dos tanto sonhei...
Desejei por cada estante respirado,
Sentido em apenas momentos antes
Desta tua história devoradora de minha alma.
Meus suplícios mero capricho da minha tristeza...
Sempre-viva em meu desespero desértico...
Atroz sobretudo cálida sólida seca sem vida.
Abismo sem destino para que sois apenas vós...
Nas suas mãos frias como morte que elabora
A arte do qual foi condenado neste destino...
Maroto, feroz, desatino, reato o teatro...
Uma peça sem estilo sem orquestra...
Ao ermo senil as flores que lhe dei
Num dia frio de sorriso mórbido...
Apático sendo vendido...
Apodrecido pelo ar de Orfeu...
Uma imagem no espelho da tua alma...
Larga tristeza sem arbítrio...
Dos demais ao extremo vazio.
Antes amplitudes o diga camponês...
Mero capricho
ou
silêncio afogou-se
pois pouco
seria
ou pouco diria
da morte seria
um musica ou canções
perdida pela vida
que sempre levou...
Da morte sobra fresca
do tempo que passou
ou passará de uma bebida
para sempre se calar...
Do nunca será
algo mero vento
que passará...
No ador dessa época
que foi o suor Blindado
no qual o destino lhe deu...
Lagrimas e calos
desavenças entre outras
desventuras o espasmo
folclórico desvenda os espinhos
desta vida que a terra lhe deu...
Magouas meramente
uma grande magia do tempo austero bravio...
E assim solitário como uma pedra rara
que cobre teu coração...
nas sombras diurnas falidas,
como magica que foi lançada nessa vida.
Como um sábio disse:
viver numa caverna,
sentir-se feliz...
Saber que é verdadeiro;
torno-me mais triste...
por saber e crer...
que não existe além da escuridão...
um nada além do enigma da vida...
correspondido por perguntas mais perguntas
sem respostas com mais perguntas,
reato o tom da felicidade...
meros sois um apagão da insanidade...
selado na incapacidade...
mero pingo na solidão,
a resposta é brilho que foca equação...
e deslumbra a escuridão,
em tantas formas e contrastes,
assim são as sombras enigmas
ao fronte de um abismo...
respostas que não calam diante fome de um pensador.
dramatologia sejam celebres até na própria escuridão,
da sentido na escuridão, sombras de um abismo...
ser sábio se calar diante o ignorante?
protelar ate ser sábio pode ser!
entre trevas não arbítrio
somente admiração nos fantoches da escuridão...
então caminhar entre eles mesmo assim
não ser equivalente as sombras do passado.
nesse mundo de aberrações
somos apenas palavras jogadas ao vento...
sem sorrisos aplausos meros fabricantes de sonhos.
na realidade bem pouco gostamos,
aplaudir a ignorância fora de uma caverna que somos?
sinto me tão solitário sem você...
como as folhas caíram...
não compreendo essa lagrimas na solidão...
porque nada tem comparação...
sempre todas as noites estou aqui olhando imensidão...
tudo tão cinza sem cor... e as noites intermináveis...
passaram-se dias afio milhares de temores sem explicação...
neste céu azul nada tem noção que a dor...
posso pensar até sonhar mais apenas um vazio...
sem descrição dos meus sentimentos...
aonde foi que errei que deixei não resposta...
apenas a solidão no qual fui convidado...
posso ver escolheu e as horas passaram...
por momentos olhei o penhasco
do qual deixei meu coração...
não adianta sorrir... profundamente abandonei a vida,
igualmente a um anjo que chorou por momento,
sentiu se no desespero do abandono...
nada pode compara-se esse destino imposto...
pelas centelhas da paixão...
sou um tolo... sem coração... tudo morreu quando se foi...
da onde tirou este amor que nunca foi tão imenso...
as horas passam num momento de delírio tudo muito real...
posso ser tudo que quiser mesmo assim nunca será o bastante,
mais que faria te lembrar das minhas emoções...
de tudo que deixou mais tristeza foram as lagrimas...
que não me deixam esquecer meu maior sentimento.
tudo morreu no profundo do meu peito...
não há palavras que complete minha vida...
enquanto tempo passa num imenso vazio.
Solitude minha alma
nesse parador
Do meu murmuro
Do alento... Apático sentimentos...
Sobretudo meus olhos...
Neste momento que mar...
Puro gosto do mundo...
Vorazmente até manso...
Docemente como fogo...
Mares são deixada na alma...
Na superfície afio até tardio...
Sordidamente bravio...
Sorrateiramente lindo...
Manso nos últimos momentos...
Mesmo na versão da despedida...
Fronte nas cascatas no teor
De uma paz do qual foi em revoltas...
Serenidade nas imediações
Com arco do horizonte...
Festiva o entardecer minha vistas
Se perde nos últimos ares...
Da terra e a noite doce minha vida.
Contraste entre dois pontos de dois mundos...
Festeiros abrupto anoitecer...
Meus olhos morrem e nascem no estante
Que respiro o tesouro da natureza.
Posso lhe disser adeus
Mais nunca será para sempre...
Meu amor...
Nunca tocamos as estrelas...
Sempre somos amantes dessa lua...
Depois de uma vida seria melhor que eternidade
Seja o um sono profundo intolerável
Para os mortais que tocam seu coração.
Morte sono profundo...
Nas profundezas caindo e caindo...
Mais fundo do que o profundo...
Como cair sem pensar no fim...
Continuar com cair de uma lagrima...
Para onde ir, nas quedas a beleza...
Sem estrelas apenas uma vaga lembrança...
Continuar sendo vendido até esquecido...
Nos últimos momentos sem ar...
Arbítrio dos meus pensamentos...
Atroz sobretudo num parador...
Sem ar através dos quais foram.
Meados florescente incandescente...
Selados embora profundezas esteja...
Tardio com uma grande quantidade.
Relativamente simples pela pressão.
Expressão empalhada ate mórbida...
Sombrios solidariedade solidificada,
Nas extremidades dos seus sonhos.
Afio até que seja mais fácil do que é...
Assim como um pouco tempo que foi
Temor foi uma espécie que é possível.
Traumático embora não tenha havido
Nenhuma compreensão até desatino,
O relato sobre um assunto particular.
imagine a gravidade
veja a relatividade de fato ou ato,
pelas leis de uma equação...
se divide uma molécula tudo explode
parte da evolução...
somado mais um estou nem ai...
sonhado menos ou mais um selados mais um
mesmo sonhos falidos por mais um,
neste passado mais do que se passou,
num momento que tudo foi um sonho,
me dei mais uma hora que tudo se foi,
passo a passo na escuridão...
o encanto por mais profundo
no retrato vertente de algum sentimento
que perdi nas tentações da minha alma...
desprovida de tanta dor esquecida
nas falanges da opressão,
puros pecados que nunca assumi...
quando penso temos um a outro,
sem num imenso na difusão das profundezas...
mais um caos de tantas descrições...
minha face em chamas do lado de fora
somente cinzas na cruel realidade,
por que estamos vivos?
pelo terror que representamos...
temos um outro...
sempre soube que mundo da voltas,
nessa face que compartilhamos a dor...
amar talvez seja possível...
na minha linguá a sede não tem fim...
lençóis molhados de sangue...
tudo pode ser especial mesmo...
quando construímos tantas ilusões.
meus sentimentos estão num abismo
não tentei me dizer palavras de amor
meu coração morreu no momento que me amou.
caminho na solidão chamando seu nome
minha paixão nos momentos mais cruéis
sinto seu coração bater no meu peito...
podem dizer que estou louco, por seu amor,
acredito nos anjos das escuridão...
que deixam uma mensagem de amor...
seu status esta no horizonte...
mesmo neste mundo de solidão vejo teus olhos
nessa escuridão meu coração.
As estrelas tem brilho único igual teu corarão em uma constelação soberba até que ultima luz se apague no entardece de toda vida.
Ao anoitecer a sorte deixou meu coração sangrando,
enquanto meus olhos perderam se no horizonte de lagrimas,
nesse ícone de amar pela primeira vez.
Um beijo seco pálido e único...
Parecendo um jogo doentio bebi gole de veneno,
Senti um alivio que nunca senti,
Depois que minhas lagrimas caíram...
Não tive desculpas para viver...
Assim descobri era um sonho cruel,
No qual dei o calor do meu amor,
então somente tive o frio de cadáver,
Que simplesmente quis um espaço vazio em minha alma,
Igual depressão que nunca tem fim,
Sempre está num altar de sangue...
no qual abandonei meus sentimentos...
Quando olho para tudo sinto a morte,
pois nada tem significado nada é real...
Mesmo neste universo ou outro será mesma calamidade...
Num caminhar cruel sem afio apenas um trevor,
Para que existir se tudo que quis foi um sonho...
num abismo do qual me perdi nas sobras do teu coração,
pode ser loucura mais o amor é dor infinta sem distancias para sentir o clamor que ferve nos maiores sonhos
entalhados num mera existência de divãs,
posso dizer sou louco por você,
nesse momento a loucura toma formas
e jeitos de um abandono sem uma direção.
quando beijo vejo quanto tudo tão é mesmice
desenfreada num caos que se resume em uma musica.
meu desespero é sinfonia fúnebre,
tento sorrir mais estou numa escuridão sem fim,
minhas sensações são templo
no qual deixo minhas ofertas apodrecerem
ao vento que passa no teor vazio.
Dor sonho de esperança mágoas sem pudor
Ador puro amor meu coração
Desatino meus murmúrios
Nas sementes tudo tão ausente
Nada mais nada menos que o vazio
Se me diz por me diz para onde foi
Se apenas tudo que tenho benevolente
Que sou ou fui parador serenidade perdida
Minha senhora em bom dia mera solidão.
tento me olhar num mar de solidão,
neste momento sinto o ódio tomar formas...
abalando meus sentimentos...
devorando pouco a pouco até ver um monstro faminto...
tento ocupar minha mente mais o destino me consome,
então devo cumprir minhas perversões...
quando sinto respirar ainda minhas vontades
então sinto desejos assumem o controle...
seu olhar morto e inerte deixa o pavor de minhas obsessões.
são clara na minha mente perturbada...
pequenas fagulhas são uma fogueira de vaidades...
que pulsa ate borbulha na corrente sanguina...
neste momento o coração parece explodir...
mundo para tudo toma um formado engraçado...
mesmo quando minhas decepções seja parte do pacto
que deixou sua vida em minhas mãos sangrando...
assim me sinto vivo... entre tantas lamentações...
dou risada da morte... pois ainda estou vivo,
mesmo diante tanta dor ainda respiro...
não choro por lamentações nem pelo que não vivi...
mas choro pelo tempo que perdi sentido amor.
sonho num mundo de horrores
tento gritar mais não consigo porque mundo é vazio,
mesmo nos clássicos que tocam o coração...
minhas lagrimas secaram...
não sei dizer porquê...
abandonei meus sentimento no altar...
tudo pode ser lindo quando sentimos...
que vida breve momento que beijamos...
deixamos que morte nos separe,
neste tempo que envelhecemos nos olhos
não vem mais futuro do mesmo jeito.
quando a chuva cai na sombra dos nossos corações...
imagine que tudo foi um sonho bom que não tem fim...
que nossas lagrimas formam marcas...
deixadas num tempo que passou no dia que disse que te amo.
porque?
dormir
então acordar
e
depois morrer...
compreender
chorar
clamar
viver,
depois porquê?
tudo em uma exclamação!
um vácuo de interrogações...
sombrio sentindo marco da predição,
musica sem horizonte,
vida sem cliques ou magica do teu olhar,
simples como teu sorriso,
complicado como a paixão...
simplesmente uma reclamação,
dolorido como seu coração,
espalhado perdido como minha solidão.
Que sois o tempo sois vós apenas...
Sois apenas a dor então sois o passado.
E assim como uma espécie raramente ocorre.
Em alguns casos no futuro o descompasso...
Literalmente em uma centenas de vezes
Repetindo o horizonte...
complexo da eternidade...
Simplesmente por uma questão dos direitos
A bem ordem natural de tudo...
Em teoria mas tristeza está na realidade...
Disfunções extremas nas estrelas...
Mesmo em cada ato representado
O tempo tesouro perdido na gravidade...
Muito mais que buraco negro se a morte
De uma estrela e de um universo...
Representa uma fração da criação...
Por intermédio dos astros e estrelas...
Somos conduzidos numa escuridão
Sem limites para sonhar entre as quais
Fomos pequenos grupos de constelações...
Na escuridão dos nossos patrimônios
Que o seja nossas vidas ou pensamentos...
Desejos e prazeres no estado mais puro
da humanidade pois assim a eternidade
torno-se um pingo imensidão do futuro,
mesmo na escuridão de nossas almas
solitárias no vasto manto da escuridão
do universo cru negro sem vida...
Nessa escuridão de nossas vidas...
Tão ausente da natureza da luz...
Numa superfície clandestina do horizonte...
Esquecido por causa disso ou daquilo...
Por mais que somos ou vamos ser...
Brandamente na ondas estáticas
Dos tais sentimentos famintos pela vida.
Numa continuidade infinita
Falhamos e erramos
continuamos ate ser o ideal.
nada escapa do campo gravitacional
a luz puxada para o buraco negro como um paixão,
desmedida reatada pelo tempo refratário luz...
num aspecto científico poético
no caos dos sentimentos assim espalhados pelo universo.
O que compõem uma gota de orvalho
Na sua curta vida um vapor da terra.
Um suor de uma brisa,
Tão pouco uma poeira de um sereno,
que caie na madrugada morre ao amanhecer
A virtude de tudo nas sombras frescas
Mesmo distante num gole de vida...
Devorador em uma centelha...
prazerosos momentos na onde vida se esvairei,
nas sombras dos pensamentos mais afio....
assombro com um detalhe que tudo muito passageiro,
mesmo na maior beleza se encontra...
seus valores no declínio...
denoto minhas vontades e valores...
na simplicidade as dificuldades
são valores esquecidos para todos nos...
entretanto tudo pode ser complicado...
igualmente a natureza do ser humano...
quando uma gota de orvalho pode ser um pequeno
estágio no imenso teor de um pensamento,
ou numa cascata de uma cachoeira
condiz a formação de brumas dos quais
o nunca se diz eterno momento.
no destinto ato das corredeiras
o fluxo do rio espalhas a evaporação
em gotículas que são clamorosas,
nos sonhos de nossas almas as gotas de orvalho
são o espelho de nossos corações perdidos.
calo-me no meu abismo...
desabo num infinito,
olho que nunca foi ou será
apenas não foi que tinha de ser,
as expectativas mero sonho atroz,
frustração não pode ser pois só há um caminho...
numa fronteira do desatino do dessabor,
um fel tão amargo e palhado,
nessa assombração pode acontecer
meramente lagrimas na escuridão...
pois sempre soube que seria mesmo
assim a queria de forma continua
reato cada momento na minha mente...
vazia sem propósitos numa escuridão...
laço ultimo momento para saber como seria.
mas não tenho essa resposta...
pois devo seguir outro caminho...
como esquecimento tive essa visão...
entre detalhes apenas a estrada do infinito.
Solidão gótica...
Na minha dor a morte... Doce opinião.
Relato desatino minha vida... Bela aparição.
Selado nos últimos anos... Sempre despedida.
Valores que deixei no frio... Coração vadio.
Por causa da tristeza atroz... Vida morta.
Andar nos caminhos escuros... Angustia solitária.
Fundo de poço sem fundo... Mundo em mágoas.
Acordar ou dormir sem vontade... Valor vazio.
Sensações atroz sobretudo o auge... Abismos.
Chorar minhas lágrimas secas... Desespero.
Mais uma tarde ou outro dia... Angustiante.
Terror profundo pura solidão... Amargo coração.
melancólico sentimento
melancólico olhar
frio meu destino
abruto repente,
afloro meus cortes;
são meu sangue minha vida
que correm sem destino,
me atrevo a deixa sem despedida.
doce sabor de um veneno...
ate confortante no tremor de minha palavras
dignas ou mais sopro do final derradeiro,
minhas angustias são flores ao vento,
espalhas por minhas dores...
diria um amor ou destino que sofra
mais nunca será igual sentimento.
morte por dentro não existe glamour.
fora corpo frio sem vida...
diante a escuridão da eternidade,
seja mais há flor que se decompõem na sua beleza,
real temor está na vertentes do amor abandonado...
friamente declarado no imenso teor da humanidade,
castigo, talvez, o banimento seja resto deixado...
nas centelhas de uma paixão, assim vinculada
triste história como uma avalanche num desastre natural...
entretanto pode ser normal abstenção dos sentimentos.
apenas uma peça de troca uma mercadoria com defeito
de fabricação ou seja a insensível que trás no coração...
contraste minhas flores mortas por sentimentos.
esquecidas na minha vida.
