Celso Roberto Nadilo
palavras baixas
falta de criatividade
sem expressões
quem ?
somos o alem,
falta de senso comum,
critica moral,
quem?
percepção da ideologia,
senso de beleza,
moralismo,
a que?
verbal mistico,
logica real
mistica de ideológica,
quem?
idealismo físico e ideológico,
transição democrática,
ditadores políticos.
a quem?
consumismo,
capitalismo
ditadura.
Em todas canções que escrevi tem meu amor,
todas elas lhe fiz declarações de amor
tudo tenho lhe dou de coração,
tudo sou ate hoje foi de entregue ateu coração,
sou apenas um abandonado em tua vida,
de tudo tenho carrego comigo,
em toda as canções lhe tenho meu amor,
seja assim a vida inteira,
meu doce amor que tudo lhe dou minha vida
sem todas lagrimas ainda seja só de lagrimas,
tenha toda certeza que vida lhe deu todo...
sentimentos...
nem momentos desse mundo marcará
tão profundamente que nem livro contará
todos nossos sentimentos.
por celso roberto nadilo
abandonei todas palavras
olhe tudo que deixei,
sinta as horas marcadas,
no profundo momento,
tudo seja mesmas sensações,
por cada desejo seja puro,
no teus lábios...
o perfume doce como veneno,
deixa o gosto dos últimos
desejo seria seus beijos,
tudo valeria apena,
mais nada seria final,
mais lindo dessa vida,
todos meus desejos estaria
no teu beijo...
por celso roberto nadilo
a poesia não morre,
em um ato que padece,
são mutos dos nossos sentimentos,
passados num tumulto,
apenas um tumulo de ressentimentos,
todas flores a ato esplendoroso do qual
morremos por cada sentimento.
por celso roberto nadilo
Nada é realmente é
aparências.
de vulgo ate o ador,
espelho sem face,
obscuro sem opinião.
varias mascaras...
em um profundo desejo de prazeres,
obste a face que digas tuas,
pois nada opera a fragmentação
de teu coração tão obscuro,
em tudo que se passa...
nutri algo impossível de compreender,
no profundo da tua alma,
a semântica indefinida,
tais com tal beleza,
digas tudo seja os prólogos da tua solidão,
senis o dito perdido de teus sonhos,
puro desejo assim então,
teus relatos estão meramente tão longe
desfaço meus pensamentos,
por assim então,
reato meu sentimento,
em todas partes e limites,
para tenha protela,
não magoe teus sentimentos,
dos quais desconheço,
pois tuas mascara encobre tua alma.
teus artifícios são imprevisíveis,
tudo tenho são meus,
ate superficiais são dotados dos
mais belos adores,
ditos por teu coração.
por celso roberto nadilo
as dores dessa vida,
mortas,
nessa alma,
em pura solidão dessa alma,
tão perdida dessa doce desejos de realidade,
tangentes obscura da minha alma,
esta nesse relato perdido,
muito desejos apodreço,
por senti tanta dor desse vida maltrata,
por mais que queira tudo
relevante, tão obtuso,
perco que mais desejo,
em fatídica obtenção de futuro
como tudo pode tão obvio,
num jogo de cartas marcas,
compreendo cada forma possível,
que como simples com uma palavra,
deixo tudo acontecer por ser um jogo...
de cartas marcas tento ter a sabedoria,
que muitos desejam obter...
em observo com austero desejo,
obtendo o real valor...
que conheço, minha posterior verdade,
pelos quais desdenho o primor...
polivalente tal sentimento.
cada dia é uma luta definitiva...
para viver continuar vivendo,
pelo por que nem por quem continuar pois algo no fundo,
diz isso como tudo na normalidade, essa minha diferença?
será que possibilidade mais uma verdade maior que está...
dentro do coração que faz buscar,
o teu amor continuar a vida ...
querendo viver alem dessa vida.
meramente buscando viver o amor
mesmo seja pigo em um oceano
seria bem com amor para sempre,
nossa almas seria tudo para toda existência.
minha vida é toca pela musica da tua alma,
sinto me envolvido na tua vida,
então não vejo mais, pois amor pode ser assim
entro em profundo abismo e digo que estou amando,
tudo esta perdido nessa vida...
de maus e direitos tudo pode ser uma musica,
como medo pode ser abandonado...
nesse mundo de detalhes...
mesmo com receios marcam todos momentos,
reato os pensamentos, inter abertos pelas...
tuas notas tocadas pelo teu coração,
mesmo no profundo da tua plenitude,
procuro teus mistérios...do qual penso...
continuamente nessa musica que toca dentro...
do infinito abalando as paredes desse precipício,
então olho para trás, sinto tuas lagrimas...
isso faz a dor ser parte que toca profundamente...
meu olhos ardem no fundo da escuridão...
ainda tenho a esperança que toca...
sem si quer tenha existido,
assim prossigo com meus pensamentos.
por celso roberto nadilo
A TERRA ESTA NO DEGELO DEPOIS VAMOS DEIXAR MAIS QUENTE, MAS , NATUREZA TEM SEUS PRÓPRIOS PLANOS PARA...
A TERRA SERÁ O PALCO DE UMA NOVA ERA DO GELO SERÁ HAVERÁ UM LUGAR PARA SER HUMANO NESSA NOVA UTOPIA.
todos dias tem em comum,
uma passagem de tempo,
meramente traidora...
deixa como tempo,
passado de próprio...
nunca será o mesmo;
ate seja anunciado,
bem pouco coração;
tão belo somente passado,
belo dia clareado...
temperado tão perto...
tão distante,
improprio então passado,
tanto, tanto que seja um bom dia...
assim é o viver,
passado num continuo
deleite do qual se pode estar vivendo.
por celso roberto nadilo
nobres almas
despero
puro pesares,
acentuando
pequenas gotas de dor,
em tudo tenha nessa vida,
que lhe seja para sempre...
doces jogados ao vento...
espalhados em tua plena
solidão mesmo tão...
marcada ao mesmo tempo...
seja mesma dose de veneno,
que consome a alma perdida em pesadelos...
demarcadas pelos sonhos...
... sejam assim passados...
contemplados por assím...
assassinados por ter sonhado...
e assim seria passado.
por celso roberto nadilo
diante belos sonetos
diante belos cantantes
diante belos semblantes
teros assim tão sinceros,
simples eterno tão belos,
sinceros ate que morte
o declare o eterno,
selado tão belo,
palhado tão belo,
por ser tão sincero,
desaba tão pouco,
mesmo tão belo,
diante eterno tão belo,
extremo perdido,
mesmo em tudo,
pelo que seja...
ou venha ser
será ainda mais belo,
todos os disseres
tão pouco belo eterno,
bem sutil ate sincero,
veria assim tão belo.
extenso ainda eterno,
ainda assim amaria...
pelos disseres
venha ser tudo,
em tão belo...
por assim tão sincero.
por celso roberto nadilo
solitude
anjo caído possuído
pelos desejo emergentes...
tais fogo que consome alma...
depravados, profundos,
nessa existência,
partido por ter um sentimento,
poucos detalhes deixados...
por criadores...
de seus próprios sentimentos...
vaidades, em poço de luxurias...
soberanetes a mentes se perdem,
em dores e prazeres...
exposto na carne crua...
em todos possíveis...
largado tão perdido.
almas que bela criação...
floras pelos dignos...
ador pálido anjo...
assim tão perdido...
seja por um sentimento partido.
por celso roberto nadilo
sensação puro desatino,
relato breve doce desejo,
puro perdido, sensato,
cálida partida ate doce,
podia ser tudo tão claro,
rebeldia, ser que não,
ter tudo ao mesmo...
calado por assim deixado,
acentuado prelúdio...
cansado sob o caos...
coração partido.
seja ai então,
o principio do fim.
por celso roberto nadilo
todas as dores da minha vida,
são apenas doces prazeres,
deixados num sonho,
mesmo tenha todas a dores,
nada seria realidade,
nessa vida tudo parte do doce
seja meu ou teu o mesmo,
nunca se foi em apenas,
pesares de felicidade,
em alguns prazeres...
tão mortos nesse sonho,
que deixei para você sentir...
o gosto da realidade,
ter o prazer de sonhar...
todas as horas dessa vida,
na imensidão do amor,
tenha seus valores em um sonho...
sinta a realidade vamos sonhar,
meus desejos estão ai...
sinta vida enquanto vivemos,
todas as dores serão prazeres,
nem todas as graças...
te deixaram sorrir
por nada ser a realidade...
apenas pesares de sonhar...
seremos felizes quando esquecemos
que vivemos as dores do doce amanhecer.
por mais queira sonhar ainda vivemos...
nossas traições irreais pois sonhamos,
tanto em viver que morremos sem realmente...
saber que o prazer de viver.
por celso roberto nadilo
o gosto de sonhar
celso roberto nadilo
Olhe para espinhos dessa vida
sinta medo,
acorde cedo,
deixa vida no momento que quiser,
sinta tudo aquilo que se foi,
não olhe para vai deixar para trás,
nada pode ser tão pouco ou muito,
olhe para escravos estão acorrentados,
ainda são felizes por viver desse jeito,
então jogo fora todas cartas,
mensagens que foram lidas,
entro no profundo,
deixo tudo para que servi viver?
não sinto medo, deixo de dormir,
nem acordei pois nem dormi,
tudo olho era especial ate que acordo.
por celso roberto nadilo
tenho = vontade ´de´arrancar teu coração, come lo
matar = depois devorar tua alma depois vomitar,
cortar teus pedaços e jogar para ratos comer,
depois queima seus restos
deixar teu sangue em bom vinho.
toque meu coração
arrependa se
veja que eternidade
é sonho para poucos
sinta meu coração
é tão frio
tente entender a dor
que carrego em meus olhos
sentimentos de anjos mortos
não tenho mais lagrimas para chorar
o tempo se esgotou em já
brilhou minha alma se apagou
tudo por amar o eterno coração
que me amou
agora somente tenho a eternidade,
profano desejo obteve tudo que já,
senti por mais tenha vivido...
nada tenha comparação
de amar todos momentos eternos,
ainda morrer de tanto amar
sinta tudo já senti
terá mesma alma,
tudo se tornará tão frio
que nada será o bastante
tudo não terá gosto ou vida...
sempre será mesma lagrimas...
que guardo no coração...
mesmo sendo tão frio...
meus desejo caminham pela eternidade...
no meu único amor,
o para sempre nunca chegou
em minha alma sempre mais
do que simples desejos,
que caminham meu amor...
sinta meu coração.
por celso roberto nadilo
minha vida é jogo profundo
que percorre o fundo do destino,
prospero sentimento enterrado numa montanha,
sensatos desejos emboras sejam calados,
por assim dizer,
ate final dessa vida em qualquer proposito
tenha sido como deveria ser...
sem muitos pores detalhes,
alem do direito de ser que se foi...
um espetáculo para poucos telespectadores...
tanto deixei der ser por ser que sou,
diante eles tudo pode ser dito meramente pensado,
nunca será dito ou desejado...
apenas se foi o dito passado...
tento diz ou extremo do pensar...
tantas borbulhas...tudo por fim nada fora dito,
tudo tomou suas próprias formas...
não dou mar de palavras mais,
não sou mesmo tens mesmos dons,
não devoro teus desejos ou pensamentos...
apenas os deixei serem levados pelo vento,
que passou me levou a lugares que nunca imaginei,
mesmo assim compreendi que foi o certo,
como pensei destino esta certo não deve ser mudado,
nem mesmo a continuidade deve ser mudada...
somos donos do direito ou torto ou do errado,
sempre tenho olhado para onde vou aonde passei,
nunca quem deixei pois vento leva ate essas lembranças,
pois fanático termo orbitante no qual se foi,
passado tido pro dito assim como se diz,
deixei a matriz do silencio ser condizente...
ao caos da minha mente no extremo tem suas
conclusões deixei ir sem dizer adeus,
aos males da alma compreender é fato perdido,
bem pouco digo apenas vejo e sinto...
lentamente os sentido tomaram forma,
trancados nos degraus de palavras,
orbitas tremulas ate passiveis de entender,
não que dizer em lamentar apenas deixar,
próxima tendencia talvez seja real face
diria todas formas se tornam reais quando
apenas olhamos de longe toma outra forma,
como um espelho sem face no expurgo da alma,
tudo bonito brilhante desejado mais apenas...
o expurgo abandonado aos pés do triste amargo,
remanescente vem complacente por apenas argumentos,
espalhados por desejos então olho tudo bem de longe,
caminho com meus pesares no profundo dos pensamentos,
de tudo lhe digo obscuro das pessoas é absurdo...
obtido pelo desdenho aflorado mais claro,
em vão de obsceno da mente são paralelas obscuras,
do certo a relatividade selada em atos...
o estranho estar no meio de tudo ainda assim...
pelejo o tramite da mente obtenho o relativo,
bem para todo mal abster tentar compreender,
que se passou nunca importou mesmo...
dai vi ver não bastante falar nunca foi ideal...
compartilhar é forma de estar próximo de outra,
curtir termo de calar boca encher o ego,
por fim comentar o fato é paradigma no ato,
ate diga algo em pros meramente não será,
suficiente para tenha provas mesmo assim será,
a verdade que não se cala em poucas palavras,
o sentido toma formas dos mais refinados,
pesares sendo como única devoção seja a maldade,
sem razão claramente seus sentimentos.
então me calei no isolamento dos meus pensamentos,
fui julgado por pensar calado de tentar sonhar acordado.
que vale tudo tens se nada poderás carregar,
tão menos terá parte da minha alma teus pensamentos,
julgar depois executar tão simples não doe...
pura maldade dai de tão longe recinto...
em falares tão perdido da realidade,
que fui transformado tua boca, to deixado de lado,
abandonando mesmo, pois que vale apena,
ter no coração tudo digas por tão pouco,
nunca será despedida, tudo se bata em copo...
desvendado no obscuro da mente,
enfim declarei tal sentido, extremamente,
simplório por não ser que queres em poucas palavras,
a rara decepção é poço do qual não bebo mais,
de todas virtudes que vi nada disse ou comentei...
nada relatei apenas deixei de navegar em mares,
tão hostis e bravejantes, tolos sentimentos.
por assim dizeres tão ativos, nobres ate fim.
por celso roberto nadilo
As oliveiras da latinhas de cerveja
Um bom pensamento ate florido 65 latinhas amassadas 2,25
o dia se passa não muito pois muitos cantando recolhendo os restos,
da palha da sociedade, que toda hora demonstra dignação,
nem um olhar na tua cara pois os rejeitos da sociedade é o fruto...
da incompetência pessoal ou ate mesmo um fato da ironia,
ter um pouco poder dividir não ter nada é uma obra do acaso,
ter um prato de comida todos dias seria bom!
em todos casos a sociedade tem suas opiniões tudo abafado,
os programas do governo dão suas faces a mentira.
as pessoas não dejetos fragmentos de um jogo ou parte de uma...
soma orbitante que colocado numa conta fiscal,
colocar as pessoas em amontoados verdadeiros campos de concentração, as pessoas são rotuladas vacinadas, estetizadas,
marcadas, desinfectadas, dado comida banho, roupas são dadas,
algum dinheiro que resultado mesmo, tudo para se sobreviver,
qual valor do ser humano?
a pergunta sempre a mesma a resposta mesma,
então a base de tudo esta quem nos governa,
tudo equivalência do valor e do lucro obtido,
o pouco é muito para não tem nada...
olhar para os lados não é o bastante...
sempre a mais que pensamos ter...
não imaginamos que é viver pelo tempo,
e vontade do que pode nos dar,
todos tempos de desespero que da vontade de fazer?
sendo mesmo, puro intrigo ao pretejo de ser
continuar a vivendo, será muito pedir um pouco de felicidade?
poder sorrir sem sofrimento, sem desejar o mal a qualquer um,
vivendo deixando viver pelo livre direito de ir e vir.
tento para si mesmo um pouco de dignidade,
será pedir muito para quem governa?
sendo que voto algo tão fervoroso para aqueles depois
somos esquecido jogados num monte de entulho
aonde comemos e chamamos de lar,
mesmo todas adversidades temos direto de sorrir,
de ter uma vida glorificar nossos sentimentos,
ainda sim somos brasileiros!
aonde custo de vida é mais alto do mundo e mesmo assim
ainda comemos lixo!
aonde os pagamos mais impostos ainda um salario minimo
abrangem o minimo relatado pelos direitos humanos...
ate miséria seja um atestado do governo em programas
de combate a fome dando trocados...
sendo face da mentira no roubo de milhões.
ser o pensar ser ou não ter o que pensar são dogmas...
da mídia obtendo o opção do poder demográfico...
a falha de opiniões do tido popular é façanha...
claro desperdiço do dinheiro publico,
nos traços obscuros de intrigas se ganha tempo,
vem os aumentos e desigualdade supera
tudo que seja dito o poder clara a virtude,
buscar ou ter mera ocasião do protelado,
as tendencias são claro amor esbornia será desejado,
tão curto breve sentimento passado,
a divergência seria algo pequeno se torno a vergonha nacional,
nossos atos serão visto pela história,
um país de riquezas jogados ao alento...
pouco dito bendito por Deus.
por celso roberto nadilo
