Celso Roberto Nadilo
todas lastimas são pequenas gotas
que caem na minha alma atormentada,
testemunhas da dor são meramente folhas
que caíram de meus sonhos,
diante do tempo que se passou,
tento ter mesmo sonho mais são aparições,
minhas memorias são ato perdido meus profundos temores,
um beijo pode ser eterno?
meus valores são um deserto sem fim.
sinto minhas magoas na carne!
Preciso de drogas nessa droga de vida,
quase nem vivo mais
todas dores são tão reais
nem me lembro como viver mais
parece um beijo
nem sei como é viver
não tenho como reagir
bebo meus sonhos te beijo
me morda sinta meus pesadelos,
olhe para mim,
tantas dores são tão reais
minhas magoas são drogas
quase nem sei se estou nessa vida.
muitas vezes olhos para um espelho
não vejo nada alem de drogas
que não tem domado
ainda já tenha sonhado,
sinto a loucura de um beijo...
em tantas dores que nem sei que real...
beijei me mais vez
belos sonhos nem lembro mais
todas noites são iguais.
nada real apenas mais uma droga...
sonhos tão perto da realidade que chega a doer.
vou sobrevir com mais pesadelo,
ate posso morrer mais sinto te gosto.
por celso roberto nadilo
tudo por um beijo
meus olhos sangram quando me lembro
que você me magoou,
o sangue escorre sobre meu coração,
a dor escorre pelo meu corpo,
não me rastejo por tua alma
nem mesmo teu coração,
rasgo minha pele pelo prazer da carne
enquanto meus olhos sangram,
numa estra ate final tudo pode ser prazer,
olho no meu coração enquanto sangra,
nada mais o toca, pois sangra,
num final puro decadente.
lamentável em grito desejo parte da luxúria,
sangra sem rastejar por migalhas jagadas ao chão.
não nada mais que sombria face da eternidade.
o fardo de viver e arrastar o sentido eterno,
pura calamidade o diga fato desalinhado,
doces mortais os diga com sua fragilidade,
um fato noturno para um passo eterno,
quem diga viver é uma dadiva,
sentir a vida caminhar pelo ar frio,
por mais sombrio nada dará o ar que espero ter
entre meus passos não sinto que viver
caminhando entre eles o ar frio,
mortais estranhos atos pois estão vivos,
num manto eterno um desejo do passado,
sendo desejo calado pelo ato da carne,
num momento raro sentir o prazer...
o ar vadio que foge da fria face
então diria o desejo eterno.
por celso roberto nadilo
Meus conflitos são meros e constantes,
no abruptos sentimentos descendentes,
ate me calo e reflito sob os retalhos,
meus gritos no silencio são como verbo,
incompreensíveis aos olhos humanos,
nenhum vestigo dessa noite seria valor,
nisso o dia são detalhes ate parciais
na vida as dores são gotas de prazeres,
relatos fazem minha alma chorar,
poucos momento vejo o fruto da alegria,
falam que plantam colhe estranho,
como está vida um apogeu de sentimentos,
surreal a voraz do nada que tem sentido...
um valor no coração, o que é a verdade
que se não a busca de mentiras,
coisas te fazem chorar ao mesmo tempo rir,
sem muito para entender bem simples,
a singularidade é bom jeito de ver,
tempo da suas virtudes para que tudo existe,
nessa forma de passado passando como um rosa desbota,
interessante sempre de ver,
O coração sangra quando sente a paixão,
se deforma quando amor acaba,
reluz quando amor começa,
se debate quando a morte é um puro ador,
sendo um sonho se fim...
sentindo num espelho o fundo do amor.
o fogo do coração é um ponto
na eternidade da minha alma
meio na solidão de meus sonhos
relembro todos atos por um momento
que toco minha alma.
humanos sempre tão humanos
meros na solidão tão impressionantes na destruição,
tão francos na despedida que se dão ao próprio apogeu,
natureza perdida a face do criador...
a destruição maldade perdida nos tempos
pelo tal da vaidade puro a falsidade se diz humanidade,
um príncipe vem olhar a tristeza do nosso brasil
sorria só a humanidade ter esperança,
um sonho americano a face da realidade,
esconder as pessoas sorrir assim mesmo ainda ser humano
entenda bem nada mudou ou ficou melhor,
somente mais dinheiro no bolso de um bacana,
tudo isso é ato pela humanidade realeza,
fundamentalismo é puro interesse,
digamos belos sonhos de belas pessoas,
humanos pelos quais vivemos do lixo,
ainda sorrimos numa piada dita ser humano.
minha alma abandonou esse destino
tão cruel dilacerou meu coração,
toquei minha alma com doces palavras,
não tenha medo já morri a muito tempo.
minha dores são apenas feridas abertas...
quando canto para tua alma...
mil versões do meu coração se espalham...
nos teus lábios,
viva muito sobre meus segredos,
toque minha alma sinta o gosto de viver,
morri quando me amou...
nossos temores são meramente sonhos,
então sinto teu amor...
tantos tão poucos...
sinta desejo eterno...
mortos pelo amor
mesmo assim amamos nossos sonhos,
ate que um dias acordamos.
os dias se passaram meu coração notou,
tudo pode ser para sempre,
então olhei para você,
nada mudou então deixei meu coração,
tudo mudou diante você,
a vida é droga que bebi ate dormir
nada mudou, não notou
olhei para você
tudo tinha mudou...
uma alma vazia,
mundo está vazio,
olho para tudo não a nada,
nunca vi tanto dentro do meu vazio...
perco minhas explicações...
estreito, derradeiro
a droga do mundo é mesmo lugar.
busco em algum lugar
um sentimento,
um proposito ,
nada me vem a mente...
apenas meu coração
batendo e assim pulsando...
em mundo escuro,
bebo meus dias passam
me pergunto por que
é tão obscuro,
caminho de olhos fechados
tantos mortos num mundo vazio,
me diga que devo sentir?
fecho meus olhos para um mundo,
alimentando meus sonhos,
num mundo tão morto,
nada mudou...
ate que fecho meus olhos
paro sentir qualquer sentido,
para esse mundo de vaidades.
Sinto tua face fria
sem sangue sem vida
me chama do além
a vida clama como a morte,
canto em tua morte
doce alem seja minha,
tocando o além,
sem voz que toca tua face,
sinta meus sonhos,
me pergunta se morte é doce
toque minha face
minha vida sem sangue
não lhe dará direitos
só o encanto imortal
tuas mentiras domam minha ira
tua vida é um gole
de sangue além dessa vida...
sinto quando entra meus pesadelos...
a vida morre com tu toque
tuas palavras matam meu sorriso,
nunca senti tanta dor,
por que acha tenha tudo na tua vida,
não venha reprimir meu sentimentos,
pois ja estou morto,
pois tudo que demonstrou
terminou em apogeu
senhora do meu coração
primor da minha alma
virtude da minha solitude,
ser da minha da alma
flor da minha floresta
senhora do meu ser
vigor dessa minha solitude,
senhora do passado sendo parte
de um futuro certo dor minha alma,
bela virtude em pleno horizonte.
um olhar encantador
um sentimento sincero
um beijo eterno
a vida tem seus pesares
ainda lamentas de um vida
o amor que tocou
a dor mistério de prazeres,
dos quais abandona essa vida,
uma tempestade
um ato da solidão,
dito amor,
ato eterno.
Em todo olhar a uma paixão e um amor profundo que toca todas almas, mas sentido o profundo é um amor eterno...
no horizonte do luar tua face reluz
o destino a frio meramente solitude,
então se passou por cima de tudo no caos dessa vida,
sendo meramente sutil, clamor...
o eterno frio abadio temor
entre trevas descampo
nu teu ar só meramente,
terrível algos entre tantos
parceiros sem paradeiros,
tanto tempestuoso que nunca passou,
sensível adoradores meros mortos,
poucos passados entre sonhos de um riacho,
sinta o sol que morre por um belo sonho.
a sede a fome a morte,
o sono a vida a morte,
a fome a sede a morte,
sonhar morrer
viver morrer
nascer chorar,
envelhecer então morrer,
comer beber
sonhar comer,
acordar sonhar morrer
famintos
