Celso Roberto Nadilo
O que será da Amazônia sem floresta..?
tanta morte quem será culpado...?
será um deserto e a vida será mais triste,
quem se importa..?
apenas uma matéria aqui era uma floresta!
humanos suas manias de ser humano.
parabéns lamento pela especie...!
aonde está direito de existir..!
Na onde está a compaixão do ser humano?
destrói sem razão e ainda se diz humano!
É terrível ver um mar verde morrer!
ainda assim tudo aquilo é chamado de politica...!
está perfeição de um presidente...!
aonde está as nações unidas?
feitiço de Aquila
Por: Celso Roberto Nadilo
Em 978 o ano de sua criação
Deram o nome de bruxa morta
foi crescendo ate que algo chamou na escuridão.
seus sonhos eram pesadelos
seu corpo tinham marcas que não explicava
sua alma se perdia pois suas lembranças eram roubadas
ar do lugar que vivia ficava pesado...
fantasmas na sua mente eram fogo sem fim,
os dias se passavam ate que uma mulher apareceu
sendo a noite sua verdadeira vida o dia sua morte,
traços de uma perdição são ilusões num mundo de riqueza,
na extensões do horizonte anjos vinha para dar as graças do céus.
mas, as formas mais profundas se tornavam diárias
a algo mais parecia nas altas horas
a vida se tinha um enigma,
num voz murmura
quando se da certeza era a morte,
mais na solidão tempo caminhava devagar
ate que encontrou um espelho negro.
a vida parecia ser sugada para o espelho,
uma mulher surge da escuridão...
ache, ache a resposta para esse enigma
caminha sobre dia esta vida a noite sentirá a morte,
seus braços gelaram sua alma por fim estava sem vida
pois nada nem ninguém poderiam ter essas respostas
o tempo avançou seu corpo padeceu na escura cripta de seu pai
já tanto tempo esquecido voz em sua mente,
quem sois alem desse destino frio sem vida...
não obtive essa resposta apenas abracei a morte...
caminhei pois não terá descanso enquanto não encontrar o amor.
culpar outros é fácil
assumir os erros é outro assunto
mentir e desviar o assunto,
são atos de um homem ou covarde
sendo primeiro momento ter outras realidades
como mundos imaginários da sua mente,
o mundo morrerá seus atos ficaram na historia.
como a covardia de um homem.
o conluio do fogo
da se a aniquilação
sendo antiguidade,
mudar opiniões
questão de preservar a vida,
na desorientação da alma humana
transcende a divergência abominável,
que transgride a remanescia da vida.
sendo importância do bioma,
a degradação planetária iminente,
pois mudança climáticas são devida a politica e homens sem noção do que representa a vida,
cada vez mais os danos são irreversíveis.
a politica não ver o está evidente ao olhos do mundo,
se torna vergonhoso a uma nação.
tenho uma ideia estou espalhando
pintar telhados de branco
todos plantarem arvores
depois reflorestar tudo
aumentando os espaços verdes,
banir lixões e buscar reciclar todo lixo ainda mais banir todos plastico até automotivos.
ter consciência ter ações realizadas.
a beleza tem desejos ocultos...
a verdade queima nossos corações,
apenas se tem mudanças quando é currado
como um bicho que foi morto na queimada.
tolos os sejam
todos que acreditam na besta,
o poder para ser ter riqueza
a besta não se calou,
riu muito ainda debochou,
tolos a ouvem aplaudem
a besta tomou mundo com fogo,
ainda assim olhou para os céus,
sejam anjos que sussurram com cornetas
apenas os tolos ouvem entre os ditos da besta
o mundo será melhor em lagrimas
deixadas por seus rumores,
tenham dias de chuvas
os céus choram por seus crimes,
o mar será sangue,
seus pragas serão vistas
apenas mais dogmas da besta,
a vida se lamenta por suas descobertas,
do nada a vida paga com vida...
clamar aos céus, chuvas, mais chuvas,
dum deserto apenas lagrimas...
sobre os laços do rio verde
sois aquela foi a liberdade,
num sonho que vive na eternidade,
sois dia que pega fogo inconsciente
ador que mata a terra ainda ri
sobre mando escuros dos céus,
lastimas que percorrem o veneno,
clamar entre suas auroras feitos anjos
se esculpe decepções ainda se faz feliz...
nas magoar que deixar o que será do futuro,
árido mundo, o vento trará lembranças
na angustia da vida... para acreditar no futuro,
o sopro e o sussurro, lagrimas que secaram de sede,
ainda sim será nosso mundo,
o que temos nunca foi roubado, apenas queimado,
por mil vez tentaram calar a noite a tornaram o dia
no final dos tempos aplaudam a loucura daqueles que o amam...
na esperança deixo a navegar em rios pujantes
frio esquecimento sua morte a beira do mar bravio,
o julgo eterno esbraveja sobre os sinos do apogeu...
num tumulo de vaidades
temos ainda a madrugada
entre espinhos da virtude
um abraço da morte
e mais desejos,
numa faixa se repete
arranhaduras na pausas
prazeres na luz que se apaga
num embriado
rumores num dia de sucesso
o lírios do algoz da perdição,
sombras que amam se,
puramente por amar
seus exemplos flutuam em memorias,
riscadas num disco,
mais trago de um cigarro,
seria a vertente do veneno
que te faz sentir melhor,
muitos instantes a frente
se cogita tanto até que noite acabe.
e tudo se expulsa até meio dia,
e o ato acompanha o sono,
glamour da nudez,
estupido momento
persistir a angustia mais um gole,
faz se arrepender sob as horas perdidas,
fica bocejares o tito das madrugadas
até quando aguentar,
aurora e seus de repente amores,
que rotulam divórcios e bebedeiras
as inversões do destino...
titubear sobre as sombras
sobras num copo quente de cerveja,
sequencias translucida
num disco de compaixão...
um presente sobre o paira
a fumaça dispersa num lista
que torna atraente num recipiente
curvas que magoam quando terminam.
torna se agradável se deliciar...
num jeito notar que balbuciam
tantos relatos de um lembrança perfeita.
o melhor sempre está por vir...
ainda deseja outra noite...
surgi o gaz num privilegio,
tantos motivos do nada para o nada.
se arrasta pela sarjeta...
e passa se outra roupa
para se ter outra noite...
propensão divina do medo...
lábios secos no auge,
emoções da paralisia seus olhos mortos,
num espaço do tempo...
mais um gole de satisfação...
insegurança no caos da mente,
sem distinção tantos traumas
o drama da ressaca,
outro grupo que dispõem
vultos do abandono mais um motivo,
laços da madrugada,
sussurros repassados da velha canção
seria longe os caminhos mais perto
que dias de domingo adiverte a sobras
na medida que passa a semana...
a conta marca é lembrada,
no almoço tudo revira,
nas sombras o sono que chama
angustia que se quebra nas curvas do seu corpo.
eco momento
ponto de refletir
destruir é que compreende
é seu caminho
na tristeza seu conhecimento,
para quem tem dó a dor
por que se sofre em silencio,
atos de democracia,
a floresta morre,
animais são mortos no mundo todo
apenas os olhares e pesares...
aonde se pode viver.
tristeza única
solidão purpura escuridão.
opostas ao pensamentos animais são vivem
em jaulas para que tenha o minimo de dignidade,
ainda tiram fotos se divertem.
olhe o macaco,
nos passo da extinção da humanidade.
Quem se importa com está escrito,
apenas sentimentos ao vento
enquanto a vento,
se torna se tudo em pó
que bem estar faz,
anda se em momento de desespero.
absorvento a angustia...
tudo perde o sentido...
a vida perde o sentido...
aos poucos sumimos,
mais nada sem aplausos...
na agonia de tantos momentos
a imensidão vazia...
sobrevivendo
o sangue se derrama
meros sonhos,
tão perto os pesadelos,
ruínas de uma floresta
e tabus impostos
no desatino monstros sem alma...
olho para céus existe perdão
ou apenas o abandono ao mesmo...
tudo torna se ironia...
para tantos ditos covardes...
o declínio é claro desrespeito.
vivo na agonia de minhas palavras
amplas reproduções
desalinhadas
destorcidas
apenas palavras,
do algoz agonizante
suponho amar.
seduziu teu coração,
no paraíso foram expulsos,
ainda assim vivemos no gueto
esperando dias melhores
e oportunidades que
a vida seja um pouco melhor
sobre ares poluído
mares cheios da presunção humana
tudo se foi pois que sois sempre foi,
descartando a realidade barões caem
pois mundo vive em decadência...
todo respeito a natureza foi perdido,
até o paraíso foi destruído alegações
de um mundo melhoras para gerações futuras.
o caos se instaurou, para eles é uma questão...
de soberania ou é uma questão de vergonha na cara.
Eu e mais eu na soma de todos os direitos perdidos,
na vertigem da batida sou um mero sonho,
sobre alienações sou o repente perdido na noite...
tudo pode ser visualizado e curtido e ainda ignorado,
desdem sem sombras de duvida ainda assim curtiu...
A foto de um índio será apenas um retrato num museu,
a cultura morta só sera um artigo num jornal velho,
a ganancia e ignorância sempre fato determinante para a extinção...
assim a floresta e seus filhos morreram...
Uma pessoa parte para palavões pois não tem argumentos
e nem suposições apenas agressões...
ser humano é ser politico e critico
aonde se perdeu essa politica
de um movimento correto,
a degradação é abito de seres virtuais,
ser senciente tem transcender suas virtudes.
O amor traduz o desejo da sua alma,
no sumario do interior,
muitas vezes acordo a noite,
sinto muito,
tentei te salvar,
tantos casos perdidos nas sombras,
o pequeno ardor se da previa,
na solitude de mundos partidos,
sois parte do universo...
num clima de ousadia,
declarações num imenso coração partido,
o que seria o detalhe em tanto desatino,
devassa sinopsia,
sobre o calor do momento
o abraço do algoz,
simples como a chuva intenso como amor,
deslumbrante o seja,
meros ares de um olhar,
segundas intensões...
vultos fruto da imaginação.
amor despedida dessa vida,
que viva seja essa por sua sina
em tantos redemoinhos dessa vida,
seja apenas um beijo até fim,
sendo puramente um sonho,
desejo perturbador,
seus lábios em chamas
num clássico,
virtudes que atravessam eras,
na paixão que destrói mundos,
proibidos desejos...
Seja meu algoz num sentimento singular,
transmuto num vórtice oriundo da alma,
especular o sentido da existência...
fruto de admiração no desejo de reter a verdade,
entanto seria o momento numa volta do ser
na pureza o olhar do desejo na centralidade,
prevendo a ansiedade de outras virtudes,
o embasamento atravessa sinuosas cavas da mente...
assim respectivo trauma abre uma fissura num mundo suspenso.
no sopro da solidão,
mero proposito acidental
desejo submisso
em desespero único,
fogo da morte de sentimentos,
num expresso de calmaria a sinto...
