Celso Roberto Nadilo
Nos contratempos, estou ausente...
nos eventuais sentimentos,
os preservo no intuito de desejar,
mas em todos poréns estou basicamente
num sonho de uma legião,
um monstro acordou quando perdeu a luz...
noite te conhece em sentidos desconhecidos,
atos preciosos em alucinações,
travam seus desejos pelo vento frio,
os sonhos ganham dimensões paralelas,
divulgando suas chamas em teor prejulgado,
nos melhores sentidos que se delicia,
tudo tem suas sombras até que escurece.
você é meu anjo e meu demônio,
meu amor e meu porre,
nos sussurros, risos,
poder ser a morte ou resto da vida,
entre esses o destino implacável,
sobre seus lábios minha insanidade,
seja composta de vertente,
sendo a derradeira sombra da alma.
boa noite,
sob a opera da morte
seus maiores temores
redundante ao prazer,
sobre as obras da alma,
jogos de paixões,
tentações, no intimo...
em definições que sombras o julgo do amanhã...
vendo ser vendido num ar primordial
na lua de amantes...
_Seus sonhos vivem dias de tempestade,
o sangue escorrem nos rios,
as pessoas choram em seus paraísos,
quem realmente sofre se cala para sempre,
a vida perde o sentido em sua tristeza,
tudo está doente pois o que fizeram não tem perdão,
da compaixão vivemos dia apos dia nas suas intensões,
a verdade se repete a cada movimento que vivemos,
ninguém te compreende pois ninguém quer te ouvir,
por carga d água você quer viver?
entre tantas histórias tem a dor dessas vidas perdidas...
acorde e durma consegui viver com essa dor,
o silencio denuncia seus crimes diante a humanidade.
nas minhas memorias estão suas histórias de um amo profundo,
esquecido e lembrado em todos dias da sua vida,
desses momentos a musica marca um encontro todos dias.
Castelo de sofrimento,
em outras auroras,
as almas penas,
do sofrimentos
ares das nuvens,
pairam entre brumas,
das cachoeiras videiras
nas corredeiras a sofrência do repente,
justo na nascente o canto dos pássaros,
e o bugio dos macacos diferente da onça
que pode descansar no galho da arvore,
os sonhos são vulgo da adversidade,
em alta horas aparece o gamo comendo palha da relva,
pode se assustar de frente com pio da coruja,
o coelho se esconde com fome ainda sonha...
com as matas e seu sussurro perdido no tempo das queimadas.
mais que lagrimas sonhos mortos num desejo de viver.
luz que ilumina alma,
num espectro reluzente
nas feridas da solidão,
se faz momentos num cenário complexo,
o teor da coragem
se representa na ilusão...
a facetas da eternidade,
cruciais intensões
a frente do tempo,
eras que dão expressão
num profundo desejo
que a vida seja o amor.
prova que dia amanhece
para que suporte o dia todo,
com supremo do gosto do orvalho
e frio que acalenta o destino,
sob maré que desvenda a terra
que chora o tom da magoa,
em poucos segundos nas orbitas
do desejo do termo que revoa
pairando na mais complexo sonho.
Obscuro dia chove e faz frio
meu peito tem a dor ver a fumaça encobre o sentimento
diria bom dia seria uma afirmativa nada mais do além
sobre esses motivos me calo na solidão...
a vejo ao longe tenho mais um tempo tenho ir,
mas não consigo sair, pois a noite foi convalescente,
as horas pararam quando amanheceu,
tortuoso momento que encontro teu amor.
paro penso na despedida de declarar esse amor,
definho em meus pensamentos que vagam sem destino.
nos dias que passam na gloriosa vida.
dia de vitorias e tristezas...
transcendendo as emoções,
tais como ultima vez que vivi,
dentro de um universo de liberdade,
as palavras são vetadas e comprimidas a crime,
de ter verdade que nos consola...
pois o que somos além simples momentos
numa alça temporal,
seus discursos parecem teoremas no caos
que tanto reluz num estagio momentâneo,
dessas vias que mundo perde a vida da floresta,
as tentativas de encobrir a verdade vendida...
em despedida o temos natureza.
agora o que será feito na tristeza da humanidade.
o caos ambiental parece amenizado quando
se tem o desejo que a vida continuem num espaço vazio.
posso compor musicas alegres
ainda assim não seria verdade,
no vivo para o qual o destino
reservou num momento de solidão
respiro sopro da sua vida,
em instante que nada parecer te sentido,
espera ter esperança de ter mais uma vez
nos laços da solidão tento compreender,
mais que tenho de esperar...
sua voz na minha imensidão...
sendo o ícone que transcende
o sentido se dissipa nas entrelinhas do teu algoz
sendo singular a sinopse que tanto desejei...
tudo se abate num instante com as variações
de um mundo devastado pela ilite seus argumentos
deferem a cada um de nos no âmbito
novas ideias novas coisas para encobrir a realidade.
difundo meus pensamentos ausentes da clareza
em atos de liberdade assim tenho os vultos da interlocução,
a parecer inocente de crimes que ninguém quer compreender,
o clássico da vertigem num ato de clemencia...
acho ausente a leis dos homens...
escravos do desespero,
num sonho sem referencias,
encanto na noite,
pesares no ar virtual...
desdenho o corte no coração
nas trilhas o vazio da alma,
o pleno dia seria noite
alma morta,
desflorestamento,
divorcio dessa vida.
escravo de um amor perdido
agora as lagrimas derramadas em silencio
são trama da vida que se acaba,
na arte clama essa tristeza mundo ainda chora,
as queimadas vazem vitimas no silencio.
_Olhar que atravessa sua alma,
no resquício da vida,
a esperança o condena,
a exclusão da natureza
a crueldade humana,
verdade que habita nos céus,
será ninguém pode fazer nada...
apenas observar o mundo se consumir.
a luz do universo se expande
num sentido acrônico
te vejo num poema solto,
toda liberdade de expressão
se torna a prisão de ideias e apologias retrogradas,
a alienação habitual dos ditadores,
a democracia perde espaço num mundo escuro,
neoliberalismo parece nunca existir...
a lei de cabresto...
facções que devoram almas livres...
mundo de alienados,
sorrisos
em pleno teor
ainda se vivem o caos.
indignação cultural,
fenômeno de extinção em massa...
será haverá um museu para humanidade...
quem sois por ser destruidor,
sois que sois nada mais o que foi,
além do seu ser,
descobriu o fogo continua a destruir
aonde erramos por ser assim sois destruição,
num marco de eras foste o sois cruel,
um ser politico no terror que sois
ainda lhe pedi tenha o amor seja o amor,
como sois o terror de dias queimam a história,
ainda está feliz pois destruiu tudo... seu mundo se foi,
ainda sois humano o que quer dizer,
celebrar um dia ainda se faz feliz,
na insanidade digas o silencio,
entre no espirito que sois humano...
a magoas pelas abduções,
o que sois além que já foi e nada mais.
na desfragmentação de sentimentos
age em causa própria sem olhar para trás
reata cada ato com determinação de sobreviver,
no meio caos ainda sobra tempo para destruir
será que meio ambiente tem culpa do que sois,
a tristeza alheia ainda tem convergência industrial,
seus medos são a banalização...
a cada desastre ambiental uma desculpa...
até quando será mundo aguenta
respira, segura, ainda assim estamos vivos,
nessa atividades de super aquecimento global
os responsáveis irão responder a quem?
que futuro será estabelecido,
olham para o lugar ainda podem ver
e quando não houver lugar aonde ir,
ou para aonde viver será ainda a humanidade
a governar esse planeta,
nas mesma disfunções sem respeitar o meio ambiente,
sois o terror e tristeza do universo...
se só vida senciente aqui o seria do sois?
diante de tantas contradições,
humanos bestiais...
aonde esteve quando perdi o direito de viver
onde está a liberdade...
somos oprimidos
as pessoas não vêm a opressão...
suas vidas são vazia com suas contas,
momentos vividos num apartamento
ou num conjunto habitacional
o que ainda se tem são dias melhores
as correntes são vigentes da ambição,
oriundas do que escolheu ser
da orientação que obteve
mesmo assim não vê as correntes na mente
em todos os lugares tudo é pesado medido
ainda á agradecimentos pelo que foi e representou.
tudo gerado em volta da familiar mais o que é familiar diante do medo.
e considero o dilema da escravidão.
natureza há censura e nem literatura,
ou tão apenas o silencio.
que se abateu, abate ou genocídio ecológico,
tudo está bem já apagamos o fogo.
e o silencio exclamou...!
No extremos do amor,
o melhor de cada canção
a perfeição...
diante te amor...
um beijo e o começo da noite,
um dia comemoramos
somos amantes,
esquecemos dos dias mais felizes.
no luar...
o clamar é melhorar...
e o sonho é o luar,
num pairar o paraíso,
que ainda assim
quaisquer desejo
nas nuvens o sopro da vida,
outro dia que amei te ver,
sonhei acordar na madrugada
o luar num mar da alma,
em um beijo que questionei
a vida se tem o amor,
a perfeição de sonho com você,
sendo beijo eterno,
seus lábios bancos de um satélite,
podemos amar num sentido verdadeiro,
o turno de sentimentos de amantes e
assassinos que devoram seus pensamentos,
tempo passam sobre a memoria única de um luar,
tão altivo sorrateiro sonho que chama o amor,
sendo os amantes vulgo no abismo,
dão passagens que deram formas
a seres viventes nas sombras,
derradeiras palavras de amor,
sussurros de paixões no desfrute da escuridão
ressoa entre magoas em lagrimas de chuva,
nas horas mais ermas se ergue sonsa e eterna,
num abraço na noite ares que noite foi ou será boa,
vendo que tudo pode ser esquecido mais vertigem
da ilusão o foco da pareidolia reverte a imaginação,
sobre as obras inesquecíveis de tempos atrás,
tem virtudes do sentimento clássico e atroz
tudo que verte numa queda de uma cachoeira,
a queda d água se virtua sob as brumas,
a nebrina realça se rosto e seus lábios pálidos,
num trufo do destino seja depressão da solidão
lhe sobra o amor feito nas obras eternas,
sensações puras e vitais,
tudo que se quer são bons momentos,
e desejar mais e mais, no doce querer...
tantas coisas são esquecidas...
mas, seu amor é eterno que quente no frio da imensidão,
tudo pode ser feliz na agonia de nossas vidas curtas...
a luz que ilumina a vida de nossos corações.
e transmite tantos sentimentos sem expressar
o menor dos olhares que vigiam sobre o amor.
lanches noturnos
no caos o desejos da alma,
no deslumbre do ares.
num copo de água gelada,
se tem tantos prazeres,
entre paradoxos coisas fluem
as desculpas dos pesadelos,
são fogueiras de desilusão,
abraços e desculpas foi um sonho ruim.
vasto momento
vago sentimento
pago mero vendido,
pela alma perdida,
sob a vida as estrelas do céus
constelações no teu amor
bem vinda na altiva marca do meu amor
te amo a cada dia
te amor para sempre...
todos limites vagam teus sonhos,
sempre para todo sempre te amo,
seja meu amor numa nuvem
sendo uma vaga no destino
seu sumario descreve seu mundo.
será meu mundo em todos dias da minha vida.
mar de solidão
mares que naveguei
mares tanto amei,
trazer o vento foste saudades
entre mares que sufoquei por amar
suspirei até perder ar
ver as nuvens soprar
boa esperança sob o mar
o sopro das leva as estrelas
na noite, meu clamor desvirtua
sonhos, de dia afogado por cada luz,
no julgo, o amplo beijo de um canto,
a sereias, sob ondas da tempestade afrontas
num carta que saudosa clamou no silencio,
dando ao tempo o vigor da paixão,
soltando a imaginação se tem o ador,
mais um gole de água quente o desejo te beijar,
o tempo parece parado nesse imenso mar,
o atraso que dias parecem e somem...
num ma que parece um deserto de água salgada,
os vultos trazem ilusões que tanto quero ter no coração,
dizem que vazio no peito nunca preenchido por um instante,
mas, por momentos acolhidos no maior desejo dessa vida.
tudo ganha fantasias no ares a maresia,
que a vontade de viver desaparece pois solidão a consome,
em prantos á melancolia tira a fome e sede,
seco coração pois fervor das temperes transcendem o tempo,
me fazem deixar o amor para viver aventuras,
sonso desejo que flui pelo coração se expõem
nos pensamento ao longe...
devasto sonho demarcado,
repente morto pela terra que agoniza,
nos pecados do homem,
a alma se perde a vida morre,
sem lagrimas em silencio...
fogo te deixou popular
na natureza que morreu,
tem a segurança de seus feitos,
discurso te tornam importante,
mas, o mundo está mais triste,
preservar o querer ainda é o viver,
sobre palavras tortas o amor sem destino.
