Celso Roberto Nadilo
pensar em algo inimaginável,
depois acreditar que realidade,
é a sintese de cada forma universal.
tendo em si a verdade que acreditamos,
as formas e jeito seja apenas uma parte da continuidade,
observando que a verdade sãos atos meros da percepção,
concedendo aonde está num tempo e espaço,
cogitando que acontece pode ser algo novo
esplendido, no senso do ser o âmbito seja o habitual,
ressurgindo, no que é o apogeu,
resumindo o ar vital do teu ser.
expressões que se dão apropriadas,
em momentos de desatino repelem o ser,
em proposito a gravidade se expõem...
nas dobras da variação atenua do espaço.
desvirtuando o instante, repelindo atos plenos,
dando o epilogo o status de vagante,
dentro de promessas, deslumbra com a realidade.
Passagens unilaterais
julgo expansivos,
em luzes do passados,
se refletem em vários
instantes do estado temporal.
tendo diagramas do tempo
se destabiliza num traço
do ar cronico, gazes clonados,
os cordões estelares difunde
a orientação espacial,
com deformações gravitacionais,
se rebatem no sistema entregado,
dando ao caos a uma expansão
concluente no desejo que a o desejo,
informalmente, tudo desaparece
num ato de pensar que energia provocada
na expansão seja parte da morte da estrela.
Para o tempo a origem que termina e começa.
quando tens termino se vê começos
na determinação a continuidade,
relativa num grau de compreensão.
nula pura a beleza expansiva
sendo ourinaria da visão...
a pareidolia é um fardo de consequências,
áridos mares do espaço,
tendo parâmetros parciais do amor pela vida.
alma sem destino,
nas luzes do caos
o destino único...
para quem vive ou já viveu,
num mar da madrugada
o pleno ador do teu amor...
em tantos resquícios,
deslumbre apenas num momento,
tantos gostos apenas um delírios.
sou a tal luz que assim que balbucia....
com afeto contribuem com a vida,
atenua como a nudez,
implícita em tantas formas singulares,
tem se a tal ilusões displicente,
do algoz eterno,
vivido nas sombras,
desiludido numa de sonhos,
até febre sonsa deixa soluções,
nas profundezas do espaço profundo,
o esquecimento seja o amor,
em tantas lembras deixa solidão...
Batida forte no coração,
os inimigos temeram,
pois não se retrocede
infeliz,
a guerra faz parte de
cada um de nos,
sobre tudo a vitória
se impõem sobre destino,
sua ira mero detalhe,
no terror do caos,
exposto por essa vontade,
que quando caímos levantamos,
tudo o somos é a unica verdade,
a inspiração da vida...
nos motiva dia apos dia.
tudo temos a cada instante
esta na bravura e determinação,
diante o medo,
somos privilegio de existir...
ainda assim nos tempos,
vos ainda será o arco do triunfo
que se abate a cada evento idealizado.
Quando perde as esperanças
e nada mais resta,
apenas mais um dia,
lembro me que já foi pior,
apenas me conformo
em lagrimas que ninguém vê,
assim sentimento é mesmo,
decepções, o tornam diferente,
sabendo que nada o surpreende,
dias parecem longos ate noite acaba,
mais forma que não existe perdão
apenas o vazio no peito,
numa trajetória sem escalas,
as lagrimas que te fizeram chorar,
tornam se pequeno espaço no abismo.
_Sangue que tanto desejo,
arde dentro do coração,
sem ordem a noite me deu a vida,
para te encontrar entre os mortais,
arranquei meu coração,
e o deixo nesse tumulo que te pertence,
mas dentro das dores da eternidade,
vejo sua vida passar em momentos
tão acrônicos de desespero que encontro,
a sinais entre as extremos do tempo.
rascunhado
a função da noite
bordejada
na casa luz vermelha...
canção cigana
inflama a cordial
momentânea,
voz que delicia alma,
bebida barata
cigarro amassado,
cronica de bebedeira,
sonsa vestimenta,
nudez que se da a toda hora,
transcende as luzes
as nuvens de fumaças
que intoxica num desejo atroz.
o espelho reflete o sentimentos
que afogam os momentos passados
diante da verdade até ilusão.
entre julgo aparente
o regaço do tremor do prazer,
pairando a ousadia de balbuciar,
eternos vultos que se calam na madrugada...
volúpia luxuria
da alma livre
meus sonhos
que reluzem
momentaneamente
a ousadia...
folgaz sob amor...
deliciosa natureza.
por - do - sol
por - da - alma
perdida inúmeras,
calafrios nos atos
inesperados desejos,
silencio no mar profundo.
desejos que consome a alma,
nas profundezas da vida
te amo tanto que universo é pequeno,
na expansão do sentimento puro.
_Vamos dançar e fretar ate o amanhecer,
sinta o desejo e flutue entre as nuvens,
num quarto tantos jogos de amor,
tudo seja relevante... venha voar
mesmo que mundo seja culpado
estamos livres para existir outra dimensão,
levo apenas a emoção de estar ao se lado,
meus amigos também querem voar
neste sonho que tanto desejamos,
mesmo que para sempre seja o preço...
nunca senti o espaço tão vazio...
pois todas estrelas estão dentro você.
Sinta sua nudez na musica que percorre seu corpo,
em tantas limitações do amor seja fiel ao prazer...
esqueça seus limites aprenda que vida uma só, e assim lamento por sua especie...
na latrina da mente se tem o julgo,
perdido em emoções,
calado perturbado se sentir a tristeza,
num rapel do abismo tudo se torna esquecimento,
notas e lembretes são ousadia da noite passada.
sinta o clima,
cite o frio,
exclame o calor que senti,
expresse o frio aparente,
sendo o clima e o sentimento,
expressados num instante que encontrou
resoluto e hipotético a temática do ser mais profundo,
um estado de insanidade,
nas fontes obscuras da mente,
entretanto vulgar o seja pois o que entendo disso,
apenas acompanho o termo cientifico.
O silencio toma conta da musica brasileira...
e sua morte ganha eternidade,
sua passagem pela vida marcou nossos corações,
a vida se silenciou, bolsa nova a musica que conquistou,
nas entrelinhas aplausos em sussurros mimos
que transpõem o soneto de nossas vidas.
a musica toca seu corpo,
nas mais profundas emoções,
se delicia a cada nota
a musica desliza por cada curva e cava,
transcendendo o desejo que arde,
como singularidade,
tudo se tem muitas vontades....
meus anjos estão mortos,
em tantos sentimentos oprimidos,
sem sentido de viver,
mundo morreu,
em tantos momentos que perdi,
seus lábios frios os descrevem,
sem o destino que tanto amou,
a morte sempre esteve presente,
dentro do seu coração,
tudo esteve perdido,
muitas ilusões num mundo deserto...
Maquinas querem que senta algo
mais sou frio como elas...
tantos segredos sobre a pele,
o câncer na alma,
apena a solidão,
uma musica aparentemente é o que senti,
tantos sonhos apenas aberrações....
dizem tem tratamento e qualidade de vida,
num abismo de tantos momentos.
Canibais de tantos desencontros,
entre delírios o espaço real
de tua virtudes aplausos...
único desejo é amar,
a sintonia nos abraços
da solidão...
sentimentos que afogo
na esbornia de tantos
momentos as sobras de um amor,
mais um gole de complexidade,
apenas mais gole de noite fria,
e tantos infortúnios...
laços da madruga.
bebedeira e cheiro de sexo barato.
o resto esquecimento...
mais um momento
mais uma noite na loucura.
porque não é esperança a morte
a quem interessa,
perfeita para tantos
para ambos desaparece,
num ar que julga o destino que braça,
momento inóspito,
dia que nunca amou.
o sono é tortura
a morte a redenção,
para tais a surpresa,
insanidade tanto lhe quero,
pura esperança,
um mergulho na escuridão,
sentimento que some no esquecimento,
poucos compreende,
o destino lhe torna pó,
o mundo lhe contraria,
mas, silencio lhe dá resposta,
num dia vejo por-do-sol,
as lagrimas são verdadeiras,
se perdem no anoitecer,
bem com mais vez a luz se apaga,
sem aplausos ou espectadores,
apenas o reflexo de sombras,
vultos que se decompõem,
por tanto um desejo perdido
querer e ter tantas diferenças,
absurdo ainda sentir,
involuntariamente passos no escuro,
apenas o frio que abrange o frio,
num gole de veneno,
desejo afio entretanto arrepio,
celestino ar que passou sobre tumulo,
a cronica virtuosa que se da com a fome,
alma que desdem o espirito...
singular em poucos instantes,
te vejo uma unica vez,
apuro que insano continuar,
bem profundo que seja...
eu a senti tão distante,
sob a escura noite
o espaço tem tantas dimensões.
e o sonho se vai em sonso tenor
desatino de repente,
tantos atrativos num pensamento
do espaço neutro,
trovões de decepções,
pura vaidade dentro de ilusões.
arranhões e cortes dentro de prazeres,
limitações do mente pode fazer.
vertente em brasas no repetir
alucinações mais uma dose.
lamuria,
fosseis de desejo e paixão,
o que permitiu
a tal luxuria,
conveniente,
a deriva da sessão morta
em envolta num mar de ilusão,
a pareidolia o julgo do fel ao pedregulho,
o vórtice de uma extremidade as cavas,
sofrimentos em prazer em fragmentos,
suplícios, em argumentos virtuais.
numa noite tragedia seja o fato de desejar,
apenas tenha o medo de perder,
o prazer se tenha a dor absoluta,
de todos motivos sejam drogas,
que te fazem flutuar num mero sonho,
num instante fatídico sua alma é roubada,
nem lagrimas pode cumprir o sentimento
as tensões esperam imagem da mente perturbada,
quando a singularidade tem afio de um porão
mais a mais um motivo ao algoz...
