Celso Roberto Nadilo
estrelas toxicas
num céu de janelas abertas,
sinto conversão
de seus lábios frios,
tantos sentimentos...
apenas em momentos.
acordei tarde...
olhei para tela do celular,
tudo estava desordem,
estavas desorientado
quando percebi,
que musica transcendeu,
senti me em outra dimensão,
tentei compreender,
apenas deixei a compaixão,
o dia já tornou se noite,
tentei ver seu perfil aonde tinha se metido,
apenas abre aspas num mundo escuro...
sem continuação,
entre tantos pensamentos,
o vento a levou,
dia nem terminou.
O desejo liberta a alma
resta teu sonho
até que o silêncio seja
o beijo profundo
em teu coração
tenha sido o último momento
sendo o último suspiro,
além de tudo que já vivemos.
oprimir
tudo que querer,
sejam mascados a teus ideias,
até as ideias rolarem num moro
aonde anjos são demônios
desejando tudo seja feliz...
tantas paranoias
estou a acordado
noticias que se repetem
amarguras pois o mundo tem
tudo gira em torno de um ser,
pois tudo que tem é apenas dinheiro,
meus olhos queimam em palavras tortas
tantos para nada se tem um rumo
apenas mais um carnaval sem fim.
tudo parecia o mel
até céu tocar o mar
e tudo parecia feito de papel
quando mar tocava o céu
o dia clareava até por do sol
assim parecia madrugada,
e vento realejava sob o mar
tuas contas no arco do céu azul.
_Momentos que paro e penso
sou palhaço apenas,
ou ditador de mundo que vive
no caos de suas piedades,
atenção do instante ir a uma delegacia
muitos aplaude,
não compreendo, essa diversão...
parece que a vida perdeu o sentindo.
nunca foi preciso de muito para ser feliz ou triste.
tantas estrelas na podridão do mundo...
apenas a nostalgia da insanidade,
paciente tem qualidade de vida...
muita impunidade o crime é cometido.
_A solução de outros modos é se ter a evolução
num mar de solução.
se tem a solidão
como se não houve se outro lado a tal resolução,
sua voz apenas é um ecoo
num paradoxo em que nada será,
apenas se escoa.
anjos mortos
a morte parece uma boa pessoa,
entres dias passado covardia
apenas antenas que iluminam a noite
e você ainda respira a luz,
nas estrelas o enigma do amor...
momentos que seu desejo seja uma forma sem limites,
ate todos estejam dormindo seus lábios sejam a perdição...
rosas sangram num tempo chuvoso
ela se despiu quando deixou
meu amor estava ali,
se matou quando amanheceu...
a luz deixou tudo até anoitecer,
bêbado de um sonho,
a crueldade da paixão,
o vinho acabou,
ninguém compreende,
as lastimas do espirito perdido,
nos teus lábios frios
pobres magoas deixadas na luz que se apagou,
no instante que desejo começou a fazer sentido.
momentos mortos...
nas laterais do mundo
tudo abandonado,
sobre a chuva que desejo,
tantos instantes
envolvidos numa garrafa de vinho,
embora os dias sejam absolutos
o Armagedom puro passado,
nada pode ser único até se acabe
tantos adeus sobre tédio,
sons da madrugada sórdida,
tudo se passou.
sou a fera incompreendida,
Solitária ate arredia,
embora a solidão seja amarga
seu fel é manto, entretanto
se tenha ser anti social
pois o diga entre as entrelinhas,
sobreviver num de sombras,
apenas escolher seus olhos na escuridão.
sendo no breu seus lamentos
até o amor ilustre...
lances derradeiros
seus lábios frios
a imensidão é pequena
diante teu amor.
cada instante supera tudo
e qualquer circunstância...
se aderi a notória gravidade,
o espaço e tempo perdem o sentindo.
quando o imenso amor se nota até nas estrelas.
Por favor seja real....
neste mundo irreal,
por favor tenha...
momento de lucidez,
quando todos dorme,
em suas ilusões somos verdadeiros,
em meio desbravamento alcanço suas lagrimas,
no que é proposito de tantos arrependimentos...
Quando o amor encontra a morte,
o destino transmigra para eternidade,
sendo seu julgo proferido numa ilusão...
amanhece parece estou morto,
o dia passou em lagrimas,
a dor é apreciada,
numa canção
meus sonhos estão dentro do seu coração.
nasci do fogo,
nas chamas aprendi amar,
no desejo do momento
senti o ardor que ilumina meu caminho,
meus passos na escuridão são cobertos
na vontade de crescer,
ao cair me levanto sem remorsos
pois carrego medo em minha mãos
serei aquele que verá a ultima vez antes de morrer...
entre momentos
entre a morte
sentidos diferentes
ausentes
por assim então.
jogado por horas afio
e um destino.
te amar por amar
sem esperar
que volte ou apareça
de uma forma ou outra
desejei ate as profundezas,
entendo o abismo que conduz,
vagamente pairo num vórtice,
puro de complexidade,
vejo que abandonou a vida,
pois nunca amou como te amei,
realmente tentei, sabe,
não foi o suficiente,
sempre um mundo destorcido...
_Em momentos solitários
sinto a tarde passar...
tento te encontrar,
apenas tenho a imensidão.
espero a noite chegar
com a dor dessa vida,
sinto que tudo faz parte do passado,
então vou bebendo um gole de vinho,
pensando no veneno de sua alma,
e ontem esperei que chove se,
ninguém apareceu,
nunca em um teatro de vampiros,
sentirá a noite chegar em meus braços,
e beijo flui em meus ser,
mesmo nas profundezas,
meus sonhos são seus...
num paradoxo exclusivo,
entre os mortos nos amamos...
Doces na alma rechiado de prazeres...
sórdidos momentos perdido
entre seus lábios frios
instantes tenros na luz que paira
nos braços do destino,
algoz determinado,
por essas luzes que influem
no espaço de tua alma,
o resquício que se encontra em cada nota,
espaçada em instantes insolúveis
representando o bem querer...
A MAGIA COMEÇA NO AMOR ETERNO,
apenas vagamos numa imensidão escura,
de mais a mais ate esquecer a existência,
os dia são perfeitos com amor e compreensão,
belo engano em ilusões expostas num instante.
sonho penso estar voando,
o céu azul amarga o desejo,
e ninguém sabe o posso sentir,
navegando entre nuvens...
que nem imaginava que existia...!
tudo o que foi existir um pouco na sua existência
sendo indefinido o sentimento que o devora...
