Bruno Cidadão

201 - 225 do total de 302 pensamentos de Bruno Cidadão

⁠Um "adeus" dói menos que um "até breve" que nunca chega.

⁠Os sistemas existem apenas para permitir a convivência de pessoas em grupos organizados de acordo com seus costumes e tradições.

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⁠A agregação de similares se dá mais fortemente nos problemas que nas soluções.

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As vezes é necessário um passo de coragem no meio das incertezas para se pisar em terreno fértil e sólido.

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⁠O delivery ainda não substitui a importância dos encontros e conversas olho no olho regadas a um bom lanche.

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⁠Se você quiser alcançar um objetivo, é extremamente necessário conversar sobre ele, ainda que apenas consigo mesmo.

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⁠A ocupação com o máximo nos faz perder o mínimo.

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⁠Desajustes emocionais são ponto de partida para desastres.

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⁠O caminho é incapaz de ser traçado sem que seja, ao menos uma vez e aos menos superficialmente, feito.

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⁠Há beleza descomunal na noite.

⁠A necessidade financeira, decorrente do desejo supérfluo ou do essencial a ser suprido, sustém o sistema de exploração de mão de obra ilegal.

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⁠Existem princípios, posições e opiniões. Inegociáveis, negociáveis e aceitáveis, respectivamente.

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⁠Se o silêncio impera, há inconformidade. Se a fala impera, disposição. Se a negociação impera, há desejo. Se a concordância impera, há paz.

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⁠A sinergia entre o trabalho e o movimento decorrente dele nos faz pensar que há tristeza nos feriados e domingos. É o costume que produz a sensação de falta.

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⁠A condição de individualismo não requer monotonia.

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⁠Soluções simples demais para problemas complexos tendem a gestar novos problemas mais graves no futuro.

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⁠A vida é sobre relevância nos papéis que exercemos e irrelevância em nossa existência singular.

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⁠Nostalgia é vontade de viver de novo.

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⁠O valor da riqueza é estabelecido pela sua utilidade. Se frequentemente útil, é valioso. Se raramente útil, é de pouco valor.

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⁠A concentração de riqueza sem movimentação é uma afronta ao papel social do dinheiro.

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⁠Na analogia da videira, o mais importante sobre sermos os ramos é que nosso papel é sermos nutridos pelo caule ao invés de nutri-lo. A divindade se defende sozinha, e se alguém precisa de defesa real, são os pares humanos.

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⁠A corrida vale a pena na direção certa.

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⁠NOITE DE NATAL

Quando o barulho cessa,
o vazio existencial ecoa.
É no cerne do calabouço,
que é nossa mente,
que se processam as angústias,
mágoas, dores e dissabores.

Na noite de Natal,
geralmente abastecida
e com muitas cores,
sorrimos, abraçamos e comemos.
Mas depois de tudo,
o vazio se aprofunda.
Não há intrépida
adoração ou exaltação
que consiga parar
essa madrugada de reflexão.

É com quem você escolhe se deitar
que vai definir suas razões
para, então, continuar.

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⁠SOBRE PAGAR

"Aqui se faz, aqui se paga"
dizem alguns e, nos últimos tempos,
também venho crendo nisso.
Não muito, pois sou existencialista,
mas o suficiente para achar
que todos os pisões que estou levando
na vida em geral e no amor
são resultados da dívida do passado,
de um comportamento nefasto,
negligente e abusador.
Quisera eu que isso cesse.
Sempre me pergunto:
quando vou me dar bem no amor?
Só quero paz, um abraço quente
e alguém pra sentir o calor.
Mas nessa imensidão da minha dívida
acho que há justiça no cobrar.
Pois em Cristo, meu Redentor,
eu todo posso suportar
e, melhor ainda,
ver o Amor me transformar.

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⁠ÁLCOOL

Ela bebia, tinha vida social,
muitas ligações, convites e opções.
Ela era progressista,
antirracista e feminista.
Por um segundo quase eterno
pairou um silêncio de espanto
assim que ela me perguntou
se eu havia bebido ou bebia.

Pra ela foi choque, talvez a sentença:
eu não tinha essa compatibilidade
e talvez pra ela fosse muito importante.
Não sei, mas sinto que as coisas mudaram
e eu gostaria de saber
em que parte eu tenho dificuldades
de aceitar que ela não me quer.

Talvez encontrando motivos
que nem sequer existem
ou encontrando valores que
nem ela declarou ter.
Será que o álcool nos separa?
Foi a pergunta que comecei a fazer.
É estranho, mas não deveria ser.

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