Autoestima e Amor-próprio
Palavras, gestos, tempo
Não precipite em suas palavras
precipite no amor em gestos
as palavras podem expressar engano
a ouvidos que não escutam sabiamente
porém os gestos exprimem o profundo
em forma de mistérios,
o que é, e o que há de ser o coração pode descrever,
e se não descreve no ato o tempo trará o discernimento,
mas uma palavra mau dita, é como uma flecha lançada
é difícil trazer de volta sem deixar sua marca;
o arrependimento pode até te aliviar
do fardo do que você se cingiu
mas não é poderoso pra logo cicatrizar
a ferida que as palavras abriu!!
"Yuri Rodrigues"
Fez-se amor pra assim aprender a se amar.
Aprender a olhar pra si sem piedade e com brilho nos olhos.
Aprender a se refazer, recriar, reinventar e acima de tudo pra se re-harmonizar.
Não se deve impor condições para amar, pois no momento que isso se faz, deixa de ser Amor, passa a ser outra coisa qualquer ou nunca existiu amor de verdade. O amor sobrevive por si só, ele se auto alimenta do próprio amor e do amor emanado pela pessoa amada numa dosagem minimamente igualitária e/ou de preferência desmedida...
Toca-se o céu, quando se toca o outro com respeito e admiração; bondade e gentileza; amor e empatia.
Somos capazes de irmós além dos nossos sonhos, ser tivemos força, amor e dedicação no nossos caminhos juntos contruimos um futuro de verdade e uma vida de sucessos.
O amor em nada diminui, exceto aquilo que macula o coração do homem. No mais, ele só tem a somar a cada dia.
Quando encontramos o amor tudo passa a ser diferente, tudo muda. Quando conhecemos e nos entregamos ao amor não há volta nem arrependimentos, só há necessidade de buscá-lo cada vez mais.
A capacidade de pedir desculpas e reconhecer um erro ou ofensa, deve ser na mesma medida do amor que dizes sentir, nunca na medida de seu orgulho..
O amor meio as diferenças não da razão para indiferenças, talvez algumas reticências e, torna-o amar...
Loucura é deixar para depois. É transformar o amor em lazer.
É fazer do amor um passatempo. Um simplório ato de prazer.
Loucura é desconhecer a casa, o corpo e os pontos do outro.
Loucura é viver essa insana normalidade entre quatro paredes.
Loucura é essa extrema lucidez sem fantasias.
Loucura é reprimir desejos e fetiches.
Loucura é acumular tensões e fatigar o amor.
Loucura é perder o toque, o tato, o lúdico da relação.
É só uma menina mulher aprendendo a amar. Descobrindo o amor. Descobrindo que nem tudo são flores. Que amores passam e trespassam.
Era só mais um amor passageiro, desses psicológicos, do imaginário e passou sem causar um arranhãozinho sequer no coração. Simples assim!
