Ausencia William Shakespeare Amor
Quem busca por alguém é porque ainda se perde,
Na ausência do que, em si, não se encontrou.
Se o que me falta mora em mim, em silêncio,
Será em outro que tal vazio se preencherá?
A busca é reflexo do que ainda não se revelou,
E, talvez, só em mim o que procuro se fará inteiro.
A pobreza de espírito não é ausência de riqueza, mas a presença constante de faltas: falta de respeito, de propósito, de consciência e, sobretudo, de vida. Onde há escassez interna, germinam as doenças da alma e os carmas não resolvidos. É um ciclo vicioso, onde o vazio não apenas existe, mas gera mais vazio.
Ouço no rádio, a nossa canção
E a noite vem, trazendo a solidão
A tua ausência faz doer demais
Parte o coração que morre a cada dia mais
A Negatividade De Algumas Pessoas Humanas Se Dá Pelo Simples Fato De Ausência De Perspectiva De Vida,Durante a Vida Inteira Queimou Toda a Palha e Ainda Não Enxergou a Agulha.
No mundo,
No meu espaço,
No meu tempo
Só permanece
minha ausência.
Na minha própria companhia,
No meu afeto, apenas me resta a fantasia.
Sou puro encanto que desmorona há dias.
Sou o suspiro isolado no próprio teto.
Ser sem ânimo de viver,
ser que se entrega a nostalgia,
aos rumores futuros.
Mas há propósito de reconstrução
para abater o medo e a descrença,
para navegar na expectativa do triunfo.
Sua ausência expande romantismo dentro de m'alma junto a uma saudade que deixastes, é onde meu coração bate por todos os cantos do pensamento.
Pessoas com alma de anjo, são as que nos protegem na presença e ausência, que abraça com a confiança que inspira, que mesmo distante se faz presente com seus conselhos e exemplos. Valorize-as e seja assim na vida de alguém.
Insta: @elidajeronimo
Sua ausência será a dor mais pesada em minha vida, meu coração te seguirá pela longa estrada da saudade... Te amo, irmã querida.
Ausência é o afastamento temporário de alguém do domicílio, dos lugares que frequenta, pode ser por carência ou inexistência, ou uma perda temporária de consciência, por muitas vezes causada por algum certo tipo de descompensação. Este último é a incapacidade do organismo restabelecer o equilíbrio físico ou mental alterado por um problema estrutural ou funcional. Aos poucos o organismo vai reagindo e colocando todas as suas funções no devido lugar e percebemos que por muitas vezes a ausência se faz necessária, não apenas para restabelecer o equilíbrio mas para dar a oportunidade de se auto valorizar. Só sabendo que você é importante em primeiro lugar a você mesmo é que podemos nos tornar importante também para seu semelhante.
Enquanto tu ocupastes a mente nada faltaras
Em seu repouso a ausência aprisionada de tua liberdade com o copo cheio e a alma obscura
Pensamentos agil salta por terras e mares assim pensarás e gritaras meu nome até que meu coração ouça por ti.
Seu silêncio me deixa sem paz
Sua ausência maltrata meu corpo
Ouço os seu áudios e imagino vc na minha cama daquele jeito que eu amava.
Grito pelo seu corpo em mim choro pelo seu colo não vá embora sem uma bela despedida.
Sinto sua falta Desgraçado
A AUSÊNCIA É RELATIVA E ESTRANHA
A ausência ora é escondida
Como que erosão da rocha
Ora plena janela do tempo
Marcando a face da vida.
A vida é livro em branco
Na dicotomia da ausência
Precisa-se de escrevê-lo
De peito aberto e franco.
Pois aquilo se deixa fica
A história não vai contar
É guardado internamente
Lá onde, ninguém explica.
Ás vezes é separação
Partes da dor que se sente
Mas, pode ser também.
Reflexo de desatenção.
Só por Deus tudo é controlado
Seja presença, seja ausência
Seja coisas do universo,
Seja profano ou sagrado.
Como a ausência é estranha
Seu visual é simbólico.
Não se vê sua imagem
No seu cenário da manhã.
Na ausência de suas mãos em meu corpo me perdi em desgosto, sem ter braço colado vi meu peito descalço. Pra mim coração tem sapato único, de número inigualável. No codinome que tu tinha, mongolona tu me tinhas, me tens e me terás.
Deixe as pessoas livres, para que cada um faça as suas próprias escolhas.
Mais vale uma ausência consentida, do que uma presença forçada.
“Muito ricos e felizes os que podem recordar a inevitável ausência da sensibilidade outrora vivida; pouco existe de mais doloroso do que a frieza e mais inútil do que as lágrimas advindas no nada que se colocou absoluto no lugar onde deveria haver (quase) tudo.”
