Ausencia William Shakespeare Amor
Lembranças
Era como se sentisse que tudo se desabava ao meu lado a ausência dele me fazia temer ate minha sombra nada que eu falasse ou imaginasse me fazia esquecer ele . Nem minha alegria de cantar me encantava mais,era como se eu não existisse mais neste mundo . Não sei o que se passa na mente dele,tampouco entendia a minha mesma,so sei que fui atraz dele e ele nem me respondeu o que estava havendo . A falta de saber o que estava impedindo da gente se falar ia crescendo cada vez mais,e mesmo que eu quizesse ir atraz dele,eu não consigui pois ja tinha feito isso,e ele nada me respondera . Não sei o porque de escrever isso,talvez seja uma forma de gritar o que aqui dentro me sufoca . Ja é madrugada e eu aqui sentada,sem ter o que me apegar a não ser em minhas próprias palavras,palavras essas que escrevo não sei como,so sei que escrevo acima de tudo com meu coração . Ou nem sei se tenho ele ainda,pois se me perguntarem se estou com o coração partido,irei responder que,ja não tenho mais nem um coração partido . Até isso ele me roubou . So pesso que não me faça sentir alguém incapaz de amar de novo .
Ás vezes é preciso encarar a realidade,de que houve realmente amor,mas so o seu,e que ficar se iludindo com algo que so existe na sua mente,é o mesmo que falar para uma criança que o papai noel existe . Nem sempre encara a realidade é a escolha feita,mas confesso que pra mim foi algo que pensei muito,todos os dias... e acabei me conformando de que o melhor a fazer era esquecer o que tanto me aflingia . Ás vezes é bom se desligar de tudo e todos,colocar nossos pensamentos em dia,correr para bem longe,e ver se alguém corre atraz da gente,e se não correr devemos seguir em frente .
Quando se acaba os sonhos em relação ao um grande amor,é como se dentro da gente algo morresse também... sentimos como se algo estivesse morto dentro de nos. A sensação de vasiu é permanente dentro da gente,mas como tudo na vida passa... que bom que o meu sofrimento esta acabando
Eu gosto do silêncio e da ausência, simplesmente, porque sei me virar melhor assim. Levanto, tropeço nos meus próprios pés, mas logo depois, percebo que sei todos os passos da dança. E eu nem precisei ensaiar. Sem pensar muito, concluo que isso deve ser instinto de sobrevivência e não consigo achar a parte ruim de ser fechada e sozinha.
AUSÊNCIA
Eu julgava ser a ausência
Uma divisão dolorosa do corpo,
Ou coisa sentida como prenúncio de morte,
Um buraco negro, sem fim sob meus pés.
Depois vi que a ausência
É uma companhia necessária,
Comigo, inteiro em dois, ela permanece,
A provar minha sanidade,
A dar-me os sentidos que não sabia,
A cativar-me como a melhor amiga.
E me acostumei com ela, tanto,
Que tanto faz o burburinho das ruas,
Ou o balbuciar risonho de um amor,
Colado aos meus ouvidos,
Que dou mais atenção a ausência.
Com ela a cadência do passo é mais livre,
A gente estanca, e abraça como quer,
Livre das dores que traz o abraço,
Distante dos olhares obrigatórios,
Que a companhia exige.
Alforriada dos escândalos
Quando queremos liberdade.
Hoje eu eu a ausência somos ímpares,
Um que se sente só mas seguro
Pelas duas mãos ocupadas,
Outro que se sente acompanhado,
Por um coração, guardado.
Ausência física, ausência da voz e do cheiro, das risadas e do piscar de olhos, ausência do toque, ausência do sentir. A tua ausência. Quando isso acaba?
A saudade não contém apenas a ausência de alguém amado. Também nela está contido o fato de saber que este alguém vai partir.
Todo mal tem um lado bom, deste todo, inclui-se a morte. O lado bom da morte é a ausência dos encontros com os demônios.
Tenho ausência de culpa, não gosto de demonstrar empatia com outras pessoas, faço minhas maldades e não sinto remorso.
Evito me coloco no lugar dos outros. Evito demonstrar meus sentimentos, evito me exaltar.
