Atenção
Esperar algo de alguém não é sábio, aparecer para ser visto é carência, reribua a mesma atenção com a mesma atenção ser sábio é ser um ser humano de boa fé.
Não peço amizade, não imploro por atenção, nem preciso de aplausos num mundo que vive de teatro. Ser quem sou, por onde vou, é o que revela meu caráter moral.
Faz tanto tempo que aprendi sorrir por dentro pensar ir adiante sozinho, sem mendingar atenção posso estar bem em minha companhia.
Pare de oferecer aconchego a quem desconhece a felicidade;
reserve carinho, atenção e amor para quem valoriza você
e escolhe permanecer ao seu lado.
Eu não vou lamentar nem provocar lástima por todo o amor que te dei; cada atenção, cada carinho, foi entregue a você com um só propósito, mas não encontrou espaço em tua vida.
O sol te aquece do frio no inverno sem pedir atenção; agradecer é o mínimo que podemos oferecer a ele assim como a você.
O carinho, o amor e a atenção que você doa ao próximo carregam a tua presença. Certamente não serão esquecidos, pois quem conhece as tuas qualidades sempre levará parte de você.
Por que tanta ternura, carinho e atenção agora,
depois de tudo que aconteceu?
Será que você esqueceu de verdade?
Foi ontem, tão recente...
Quem está com a cabeça no lugar nem me olharia,
mas você insiste em me cercar de afeto.
Guarde esse capricho para si —
minha carência não se oferece à venda.
Você me ofereceu auxílio, carinho e atenção.
Compreendeu minhas manias, acolheu meus costumes,
sem jamais julgar minha aparente indiferença.
Sinto uma gratidão profunda por você, mulher encantadora —
a mais pura expressão do amor.
Mas por que, de repente, decidiu partir
desse nosso ciclo vicioso?
Por que meus beijos já não te alcançam,
e meus abraços não entrelaçam mais os teus?
Qual é a dúvida que te assombra?
Tenho eu o direito a uma explicação?
Talvez, nesse dilema, você tenha enxergado
os pecados que escondi de mim mesmo —
e por isso, deseja partir.
Tudo bem. Vai em paz.
Ficarei aqui, esperando que o tempo transforme
este adeus silencioso
na semente de um novo começo.
Apesar dos pesares que tenho vivido, ainda guardo carinho e atenção por você, mulher encantadora.
Sei que você tem dúvidas sobre o que sinto, mas os meus sentimentos calados não te expulsaram da minha vida — afinal, você não é apenas parte do mundo: somos sobreviventes.
E na sobrevivência, cada um aprende a brilhar com sua própria luz.
Mesmo com todo o carinho que sinto por você, seguirei sem você.
Guarde na caixinha dos teus sentimentos: não é ódio, nem vingança — é apenas sobrevivência, em busca de uma vida digna.
O abraço que hoje te aquece
um dia pode se desfazer.
O carinho, a atenção e o cuidado
que alguém te dedica
podem se calar com o tempo.
E até o amor — essa chama suave
que ilumina a alma —
um dia pode partir,
deixando apenas o eco da lembrança.
Por isso, valorize o presente,
acolha cada gesto, cada afeto,
antes que a ausência te revele
o verdadeiro peso da saudade.
O abraço que hoje te aquece
um dia pode se desfazer.
O carinho, a atenção e o cuidado
que alguém te dedica
podem se calar com o tempo.
E até o amor — essa chama suave
que ilumina a alma —
um dia pode partir,
deixando apenas o eco da lembrança.
Por isso, valorize o presente,
acolha cada gesto, cada afeto,
antes que a ausência te revele
o verdadeiro peso da saudade.
Sempre precisei de um pouco de atenção, talvez seja esse o motivo do quanto me humilhei pra ter tão pouco...
Dói perceber que aquilo que é tão vital para você—sua atenção, seu cuidado, sua preocupação—parece não fazer a menor diferença para o outro. É como gritar em um eco que nunca retorna, ou dar um presente que é deixado de lado. Essa disparidade entre a sua intensidade na entrega e a frieza na recepção é um lembrete silencioso, mas cortante, de que a reciprocidade nem sempre acompanha o amor e o carinho que oferecemos.
As pessoas mais fortes, são aquelas que mas precisam de atenção e carinho, mas são as que menos tem . Por tenta ser sempre fortes mas frágeis elas podem se tornar por dentro .
Se sua vida é um livro aberto então peça aos leitores para ler com atenção o prefácio feito pelo Divino Pai Eterno...
Lembro de pequenas coisas que me puxam pra ti: o jeito que você ri sem querer chama atenção, a calma das suas mãos ao tocar em mim, as conversas que viravam madrugada. Essas lembranças me atravessam como luz e como alegria ao mesmo tempo — um abraço que me provoca, e depois foge de mim. Você é provocante a ponto de explodir em fúria de desejos, quero que seja ponte, um aviso de que algo ainda melhor viva em nós.
O PREÇO DA EVOLUÇÃO
Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.
Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.
A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.
É mais ou menos isso.
No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.
Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.
Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.
Passamos a enxergar tudo com outros olhos.
Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.
Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.
Recentemente, identifiquei um ponto cego.
Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.
Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.
E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.
Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.
Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.
Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.
Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:
“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”
A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”
Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.
Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.
Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:
*Endorfina, que alivia dor e estresse.
*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.
*Dopamina, que motiva e gera prazer.
*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.
Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.
Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:
O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.
Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.
E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?
Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.
Ah… esse tal de autoconhecimento!
É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.
Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.
É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.
Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.
Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.
E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.
Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!
Albert Einstein disse:
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:
-Vai pra vida. Ela te espera!
Ana Cláudia Oliver-09/10/2025
Pai mima, protege, cuida...
Dá amor, carinho e educação.
Chama a atenção quando é
preciso, para que o filho
aprenda a lição.
