Atenção
A atenção plena aquele estado glorificado é apenas o veículo. Amar completamente é direcionar toda a atenção plena para um único objeto. Sofrer completamente é o que acontece quando essa atenção, agora aguçada ao máximo, registra cada minúscula oscilação, cada sombra, cada afastamento ínfimo do objeto. Você não sofre apesar de amar. Sofre com a resolução de alta definição que o amor obriga você a usar para observar tudo, inclusive a própria possibilidade da perda. O amor não cria a faca. Apenas a afia até que seu fio seja atômico.
No primeiro orgulho da juventude e beleza, nossa atenção está focada em como somos vistas. Mas quando isso começa a se dissipar um pouco, quando entra em jogo aquele tempo bárbaro que vinga a pobre mulher miserável de toda a aparência que ela usava contra o homem tolo, nossa ambição passa a ser, então, como seremos ouvidas.
O talento, sozinho, não sustenta o caminho. Ele pode até abrir a porta, chamar atenção no início, criar a ilusão de facilidade. Mas não é ele que constrói a profundidade.
O que realmente transforma é o retorno constante ao processo, a disposição de repetir, ajustar e refazer quantas vezes forem necessárias.
Existe um tipo de evolução que não faz barulho. Ela acontece na prática diária, no cuidado com os detalhes, na insistência quando ainda não há resultado visível.
Com o tempo, o esforço deixa de parecer esforço. A habilidade amadurece, o gesto ganha precisão, e aquilo que era apenas potencial se torna domínio.
Não é sobre começar bem. É sobre continuar.
"A disputa por atenção é o jogo dos pequenos. O Propósito Trilionário entende que quanto mais pessoas brilharem, mais iluminado o mundo fica para todos nós."
"O pior tipo de surdez é aquele que escolhe não ouvir quem clama por atenção, e a pior cegueira é tratar como invisível quem apenas busca ser humano diante de nós."
Precisamos prestar mais atenção à nossa mente e ao nosso coração, aos pensamentos que cultivamos e à maneira como julgamos a vida, o próximo, Deus, o amor e o dever.
Aquilo que pensamos e sentimos não permanece apenas dentro de nós. Nosso espírito irradia continuamente o conteúdo da nossa vida interior, seja ele bom ou ruim. Muitas vezes atraímos situações difíceis ou negativas como consequência silenciosa da forma como pensamos e interpretamos a vida.
A mente exerce grande influência sobre toda a nossa existência. Ela orienta nossos caminhos, molda nossas atitudes e repercute até mesmo em nosso corpo. Por isso é essencial cuidar da saúde da mente e dos sentimentos. Do coração humano podem nascer tanto as sombras, como o orgulho, o ódio e a inveja, quanto as virtudes que elevam o espírito, como a humildade, o amor e o equilíbrio.
Tudo começa no interior. Nas imagens que nossa mente cria, nas ideias que alimentamos e na forma como percebemos e julgamos aquilo que acontece ao nosso redor. A qualidade dos nossos pensamentos define o rumo de nossos passos, o valor de nossos julgamentos e a natureza de nossas ações.
Em grande parte, nosso destino acompanha o estado da nossa mente. Por isso, o primeiro passo na obra de nossa transformação é olhar para dentro com sinceridade. Que pensamentos estamos cultivando? Que sentimentos dominam nosso coração? Como julgamos os atos das outras pessoas? Que ideia fazemos de Deus, da justiça, do amor e do dever? O que realmente toca mais profundamente o nosso interior? Qual é o ideal que orienta a nossa vida?
Aí está, em essência, um dos grandes problemas da existência humana.
Não existe progresso verdadeiro, moral ou espiritual, sem atenção profunda ao estado da própria mente. Nenhuma reforma real do caráter acontece sem que antes haja uma mudança no modo de pensar.
A verdadeira transformação começa dentro de nós. É a renovação da mente. Um trabalho silencioso de autoeducação, no qual aprendemos a retirar do coração as raízes do egoísmo para abrir espaço às múltiplas formas do amor.
Tudo o que se tenta fazer fora desse trabalho profundo de autoeducação da mente não passa de ilusão religiosa e de simples superstição.
A transformação começa no lugar mais decisivo da vida humana: a própria mente. Pense nisso.
"Não dispute por atenção de ninguém,Prove seu valor nas misericórdias de Deus,pois Ele é o único que conhece as intenções dos nossos corações."
Meus amigos!
Prestem atenção!
Não estamos diante de uma reflexão comum,
não estamos diante de um exercício retórico vazio—
estamos diante de uma realidade moral inescapável!
Os tempos mudam? Mudam!
As sociedades evoluem? Evoluem!
Os sistemas se sofisticam? Sem dúvida!
Mas há um elemento— um elemento central, absoluto, irrefutável—
que não se altera!
O juízo sobre as ações humanas!
E não se trata de opinião!
Não se trata de interpretação subjetiva!
Trata-se de consequência!
Está escrito— e quando está escrito, meus amigos, exige compreensão:
“Pesado foste na balança, e foste achado em falta!”
Ora, vejam bem!
Não foi por ignorância!
Não foi por ausência de recursos!
Não foi por falta de oportunidade!
Foi por escolha!
Escolha consciente!
Escolha deliberada!
Escolha reiterada ao longo do tempo!
E aqui reside o ponto central— prestem atenção!
Vivemos na era da informação!
Há conhecimento disponível!
Há normas estabelecidas!
Há sistemas estruturados!
Há mecanismos de controle!
E, ainda assim—
o que se observa?
A erosão da integridade!
A flexibilização da ética!
A normalização do desvio!
E não me venham— não me venham!—
com justificativas frágeis!
Não me venham com determinismo social!
Não me venham com a tese de que o meio define o indivíduo!
O homem íntegro—
é íntegro em qualquer ambiente!
Coloquem-no entre corruptos— ele não se corrompe!
Submetam-no à pressão— ele não se dobra!
Ofereçam vantagens— ele não se vende!
Porque integridade—
não é circunstancial!
É decisão!
Agora, eu lhes faço uma pergunta—
e respondam, não a mim— mas à própria consciência:
Quando foram colocados à prova—
o que fizeram?
Escolheram a conveniência?
Ou escolheram a verdade?
Optaram pelo silêncio confortável?
Ou assumiram a responsabilidade do que é justo?
Porque, ao final— e isso é inevitável!—
Não será o sistema que os julgará!
Não será o contexto que os absolverá!
Será algo muito mais rigoroso—
a coerência!
Coerência entre o que sabiam—
e o que efetivamente praticaram!
E contra isso—
não há argumento!
Não há defesa!
Não há fuga!
Portanto—
Se ainda há entendimento— utilizem-no!
Se ainda há tempo— corrijam o rumo!
Se ainda há consciência— alinhem-na com o que é justo!
Porque o futuro— não é previsão!
O futuro é consequência!
E a consequência começa onde?
No presente!
Na decisão correta!
Na postura firme!
Na integridade inegociável!
Reflitam! Ainda há tempo— mas não haverá desculpas!
Lágrimas de Cerejeira
Entre sofrimento e humilhação, o meu “eu” chama a minha atenção.
Dúvidas martelam o meu mundo torto e imperfeito, e lágrimas de cerejeira caem sobre mim.
Se pudéssemos enxergar o espírito que somos e o daqueles que estão ao nosso redor, provavelmente o mundo seria diferente.
Fale de amor, valorize quem é importante, dê carinho e olhe com muita atenção a todos que te tratam bem, pois isso é algo raro de se encontrar
A aparência de uma mulher pode até me chamar atenção, mas seu comportamento é quem vai fazer o que seremos.
"Olha, eu tenho uma teoria." Disse o rapaz, capturando a atenção da moça quase que de imediato. "O fato de não estarmos juntos causa um desequilíbrio natural. O cosmos não trabalha como deveria, guerras estouram em todo o mundo, o cereal das pessoas viram papa em apenas 1 minuto na tigela de leite. Você só precisa dizer sim e o mundo volta ao caminho da organização, amor e completa paz."
Ela riu descontroladamente, respondeu dizendo: "Então quer dizer que estarmos juntos é o melhor para o mundo?" Usando de um tom sarcástico. Ele respondeu: "Para os nossos mundos, pelo menos, tenho certeza que é o melhor."
Resposta ligeira, certeira, que troca um sorriso caçoador por bochechas rosadas e um tanto envergonhadas. Um começo, talvez...
Apontar os defeitos dos outros é uma forma rápida de chamar atenção para os nossos próprios defeitos.
