Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

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Eu quis ficar,
mas ficar também cansa quando só um sustenta o peso.
Fiquei até onde deu,
até o limite do que ainda era cuidado e não abandono de mim.
Depois disso, não foi ir embora.
Foi sobrevivência.

Aqui....Quando escrevo,
minha voz é um grito
que se faz ouvir até onde
o meu pensamento não alcança.
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j

As águas de um rio são levadas pelas correntezas até desaguarem em um determinado ponto, assim como sua vida que é levada pelas correntes do livre arbítrio que farão você escolher entre os caminhos do bem e do mal

Terreno Baldio do Amor


Eu lutaria por um amor.
Faria de tudo, iria até o inferno por ele e para ele. E isso, para mim, não seria submissão nem dependência, pelo contrário, seria responsabilidade emocional. Tentaria rever os meus passos, identificar as brechas e compreender o terreno baldio que se formou no coração do outro, porque um terreno abandonado pode ser invadido sem nenhuma permissão.


Mesmo quando o amor acaba — o falso amor, porque o verdadeiro é eterno —, ainda fica o respeito. E, se esse também acabou, não deve ter sido de graça. Nunca é...


Mas é mais fácil desistir sem lutar, perder para só então perceber que tinha tudo, mas preferiu permanecer na síndrome de Gabriela: "Eu nasci assim, eu cresci assim, e nunca mudo..."


Porém, vivemos em um mundo em constante movimento, onde nada permanece igual. A Terra nunca para, os ciclos mudam, e seria uma tolice acreditar que o outro precisa, ao longo de toda a relação, apenas dos mesmos cuidados que recebeu no início.


O amor não exige apenas que saibamos começar, mas que tenhamos disposição para continuar cultivando.


Afinal, não é uma conquista que se guarda numa prateleira, como se, depois de conquistada, não precisasse de mais cuidados. É como um jardim: até as flores mais bonitas precisam de atenção, carinho e dedicação para continuar florescendo. ❤️🌷

A IMAGEM DE UM POEMA


É VOCÊ LINDA
DESPIDA
E ENTRANDO NO MAR.


E ATÉ ONDE SABEMOS.
É SÓ SEU.
ESSE MAR.

A MINHA POESIA
É SIMPLES.
E NUM DADO MOMENTO
ATÉ UM MODO DE EU
TE DIZER TE AMO.

⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


E comprar cabeças não exige dinheiro em espécie.


Exige, antes, acessos…


Acesso às emoções, aos medos mais íntimos, às esperanças mais frágeis…


Exige repetição até que a mentira soe familiar, e familiaridade até que a dúvida se torne desconfortável.


Aos poucos, não se impõe uma ideia — planta-se.


E, como toda semente, ela cresce melhor quando o terreno já foi preparado.


A compra de algumas consciências inaugura o ciclo.


São vozes estratégicas, rostos confiáveis, figuras que inspiram pertencimento, quiçá instrumentalização da fé religiosa.


Elas funcionam como pontes: ligam o estranho ao aceitável, o absurdo ao plausível.


Quando essas vozes falam, não parece imposição; parece consenso.


E é aí que o aluguel começa — quando pensar por conta própria passa a ser mais difícil do que repetir.


Nenhuma mente é tomada de uma vez.


O processo é gradual, quase imperceptível.


Pequenas concessões aqui, uma simplificação ali, uma narrativa conveniente acolá.


De repente, o que antes causava estranhamento passa a ser defendido com fervor.


E o que era questionamento vira ameaça.


Mas talvez o ponto mais inquietante não seja o ato de comprar algumas cabeças — e sim o silêncio das demais.


Porque onde há ausência de reflexão, há espaço de sobra para a ocupação.


E onde há medo de discordar, o aluguel se renova automaticamente.


No fim, não se trata apenas de quem compra ou de quem aluga.


Trata-se de quem resiste a vender — e, mais ainda, de quem insiste em pensar com a própria cabeça.

⁠Quem
não me lê
enquanto estou quente, pode até me julgar um louco.


Há Pensamentos que só podem ser compreendidos no instante em que atravessam nossa alma.


Depois que esfriam, parecem exagerados, desproporcionais, quase estranhos ao próprio sujeito que os pensou.


É que a Razão, quando chega depois da tempestade, costuma encontrar apenas os destroços — e muito raramente consegue reconstruir o céu que existia antes.


Quem me lê apenas depois, talvez encontre palavras duras demais onde antes havia urgência; contradições onde havia conflito; intensidade onde havia ferida.


Pode até concluir que enlouqueci.


Mas talvez eu apenas estivesse vivendo, naquele instante, aquilo que agora parece absurdo porque já não queima.


Existe uma injustiça em julgar o incêndio pela fotografia das cinzas.


A fotografia registra apenas o que restou, mas não explica o fogo.


Somos frequentemente avaliados pela versão fria de nós mesmos.


Esperam que sejamos ponderados enquanto sentimos, silenciosos enquanto doemos, razoáveis enquanto tudo dentro de nós pede passagem.


Como se a lucidez exigisse ausência de paixão.


Como se pensar fosse incompatível com sentir profundamente.


Mas há uma lucidez que só aparece no calor.


Não aquela que grita para ter razão, mas aquela que se recusa a fingir indiferença.


Aquela que, mesmo desorganizada pela emoção, tenta dizer o que não conseguiria dizer em estado de completa anestesia.


Talvez por isso algumas pessoas pareçam loucas quando estão quentes e sábias quando estão frias.


Não porque tenham mudado completamente, mas porque o tempo alterou a temperatura daquilo que sentiam.


E talvez seja justamente aí que devêssemos ter mais cuidado.


Antes de julgar alguém pelo que disse no calor do momento, talvez fosse necessário perguntar: o que estava queimando para que essas palavras precisassem existir?


Porque nem toda explosão de pensamentos nasce da loucura.


Às vezes, é apenas uma verdade que ficou tempo demais abafada.

⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


Porque nenhuma multidão é dominada de uma só vez.


Primeiro, conquistam-se as vozes mais potentes, as mentes mais influentes, os que falam com facilidade e pensam com preguiça.


Compra-se a opinião de alguns e, pouco a pouco, ela passa a parecer a verdade que muitos gostariam que fosse.


Ideias alugadas raramente chegam com contrato visível.


Elas se disfarçam de pertencimento, de urgência, de causa nobre ou de solução fácil.


E, quando parte do povo passa a repetir convicções que nunca questionou, talvez já não perceba que deixou de ser dono dos próprios pensamentos.


Há quem venda a consciência por conveniência, há quem a entregue por medo, e há quem a troque pela confortável sensação de fazer parte do coro.


Mas toda mente que abdica do esforço de pensar por conta própria torna-se terreno fértil para quem deseja governar sem diálogo, conduzir sem explicar e dividir para melhor controlar.


Pensar exige coragem.


Questionar exige disposição para, às vezes, caminhar sozinho.


Afastar-se da famigerada manada.


Por isso, manter a própria cabeça livre talvez seja um dos atos mais silenciosos — e mais revolucionários — que alguém pode praticar.


No fim, não são as ideias impostas que transformam uma sociedade, mas aquelas que nascem do encontro honesto entre consciência, reflexão e responsabilidade.


Porque quem preserva a própria mente, não apenas se protege, mas ajuda a impedir que o pensamento coletivo seja transformado em propriedade de poucos.

.. Não procuro as respostas,
deixo que o tempo as traga até mim. Um dia, bem próximo ele irá me apresentar à felicidade. Agora sim eu sei onde ela está, meus olhos agora se abriram pra enxergá-la, pra te enxergar e eu quero ficar assim, me deixa assim..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

E não se esqueça: Tudo o que aqui se faz aqui mesmo se paga. Até podemos ter um juízo final, mas tire da sua cabeça a hipótese que será lá onde pagarás por seus maus atos. Se fizeres coisas ruins não espere por vitórias e sucesso, porque, verdadeiramente, frutos bons não virão até você.

Inserida por dhiefersonlopes

As vezes é necessário abrir mão de algumas coisas, dizer um até logo, até breve, mas nunca dizer Adeus. Quando vc ama as "pessoas", valoriza algumas "coisas", não se esquece e nem as abandona.

Inserida por guimaraesf1

"Mas um dia de batalha, escolhas, e boas ações que viram até nos."

Inserida por Guardian

Na carência da inspiração, é um perigo, pois até uma caneta velha pode se tornar gostosa em meus punhos.

Inserida por danilogutofeli

Era uma noite digna de um ritmo normal,
nada excitante, nada fora dos padrões,
até eu te ver, te conhecer e te querer.

Lembro-me dos teus cabelos pretos,
do teu olhar direto e inocente,
e o sorriso mais lindo que já vi,
algo radiante, algo que me fez rir também,
e hoje estou aqui,
escrevendo essa carta sem saber se você vai ler,
e sem saber se você vai rir ou chorar dela,
mas o que importa é que pôr essas letras em um texto alivia minha dor,
que talvez nunca passe por inteira,
mas se reduza.

Sei que vou te esperar todas as noites,
que vou saciar outras bocas pensando na sua,
mas ficarei assim com esse sintoma de paixão,
com essa vontade de ficar do teu lado,
e com esse jeito de bobo apaixonado.

Só queria ver de novo tudo que vi uma única vez,
queria sentir de novo tudo que senti uma única vez,
e queria moldar o teu mundo do meu jeito,
pra te fazer feliz de um jeito que nenhum outro faria,
pra sentir um amor sem se cansar,
e ser esse bobo apaixonado pra sempre.

Inserida por danilofina

Sintomas do fim de um amor

Quando os olhares se evitam e o desejo acaba,
quando até a TV desvia atenção do que se conversa
quando todos lá fora se tornam mais importantes
quando você se torna a tarefa que pode esperar
quando o que você sente não importa tanto assim
quando quando o brilho dos olhos desaparece
quando você consegue vê-los é claro!
quando você começa a ver o passado mais presente que o agora.
quando um ponto final não parece ser problema e sim algo comum.
quando a vida vira rotina e a rotina não se parece com vida.
quando um Eu te amo se torna mais difícil de ser dito que a pronuncia de magoado em russo.

Inserida por Dihony

Eu e você poderíamos ser um casal até a morte, viver apenas realizando as nossas vontades, se amando, a vida é tão curta.

Inserida por gabrielvalentim