Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

Cerca de 553436 frases e pensamentos: Ate o Mel mais Puro em um Recipiente

O homem olha para a nuvem,
O homem tem um sonho,
Ele espera, ele chora,
Com força luta,
Mesmo sem saber que luta é glória,
A nuvem traz a chuva,
A chuva traz a flor,
Da flor nasce o fruto,
Do fruto vem o sabor,
O sabor abre um sorriso e a lágrima evapora,
Retornando àquela nuvem que pranto trouxe outrora.

Inserida por allanrossine

O amor é um sentimento capaz de vencer qualquer maldoso, mas quando não correspondido pode transformar-nos nuns malvados inrecunhecíveis

Inserida por MBANGO

Porque esse é um pequeno passo no presente, mas um grande salto para o meu futuro.

Inserida por iiiiiii

Gostaria de poder voltar atrás do tempo perdido, pois tenho certeza que deixei um grande amigo para trás!

Inserida por valsousa

Cada um tem um sonho, o sonho que nos move, meu sonho é sonhar com vocês!

Inserida por AlbertFerreira

As vezes, acreditar tem um papel muito maior em nossa vida do que a própria realização.

Inserida por alexandresoli

A vida não é um livro, mas a única forma de você vive-la é escrevendo a sua própria historia

Inserida por danielavelinodasilva

Um dia agente começa a perceber quem são nossos amigos de verdade! Porque grandes amizades não se perdem por pequenos motivos

Inserida por danielavelinodasilva

Você me tem, de um jeitinho que ninguém nunca me teve.

Inserida por amandagomez

Quando contemplares um pássaro, não te esqueças da árvore.

Inserida por laudecir

“Um diz: Vamos que as ondas se levantam, vai haver uma tempestade!
O outro diz: Vou buscar a minha prancha!”

Inserida por laudecir

E se fores excluir cada um da sua vida, por deslizes, é melhor não sair de casa hoje. A vida é assim... É preciso encenar, ao mesmo tempo em que se é platéia. Ou então aceite perder por w.o. E não me julgue arrogante, pela sinceridade, ambos sabemos que ser sincero economiza tempo.

Inserida por carcrashhearts

Nunca na História do Brasil tivemos um aprendizado tão barato, uma aula de como um Povo deve se portar diante de tantos desmandos, R$0,20 (vinte centavos) é quanto custou nossa aula de Democracia. O Poder, que volta a ser do Povo, para O Povo e pelo Povo.

Inserida por franciscopontes

São três e meia da manhã
deixe os livros e o café de lado,
só precisamos de um bar aberto,
afogar nossas magoas
relembrar os velhos tempos

Mais um cigarro
mais um whiskey pra acompanhar,
a noite é nossa mais uma vez,
ninguém vai nos parar

Na velha vitrola
ainda ouço o nosso som
Paixões por ventura
amores e rock a'n' roll...

Inserida por MagaiverW

Um brinde ao Silêncio das Horas Tristes.
Um brinde aos Gritos de Loucura.

Inserida por RobsonAraujo

Só queria que você me desse um oi ao meenos!

Inserida por MarianaMeeira

Em tempos de ausência de mistérios e segredos que assustem e encantem. Em um mundo tão fictício que a privacidade recente-se de ser violada para proveito de mais ficção e manipulação de mentiras, resta arrogar-se na verdade essencial e suportar as consequências das transformações com as vértebras eretas.

Inserida por dryellechaves

Não há moralidade na religião nem na política, mas só um amoral reconheceria isso.

Inserida por dryellechaves

O balão vai subindo...

Numa pracinha típica do interior, um ancião ganhava a vida vendendo balões. Para fazer propaganda de seu produto, soltou um balão vermelho, que o vento foi levando. Vendo aquilo, várias crianças correram para perto do vendedor, admirando o balão que subia sem nenhum obstáculo.

Para alegrá-las ainda mais, o ancião liberou um outro balão, agora de cor azul. Igual ao primeiro, o balão azul tomou o rumo das alturas, provocando semelhante alegria na criançada.

Depois, soltou um balão branco, depois um amarelo...

Um garotinho no meio da criançada tinha os olhos fixos nos balões. E uma curiosidade despertou sua atenção: por que o vendedor de balões não solta o balão preto? Será que não subiria como os demais? Intrigado, dirigiu-se ao ancião e foi logo perguntando: "Moço, por que o senhor não solta o balão preto? O senhor acha que ele não subiria como os outros?"

Sorrindo, o vendedor disse: "Vou lhe responder com uma ação". E em seguida, cortou a linha que prendia o balão preto à sua carrocinha. À semelhança dos outros, o balão preto subiu garboso até desaparecer além das nuvens. E a explicação: "Meu filho, não é a cor do balão que o faz subir. É o que ele tem dentro dele".

O que nos faz subir na direção de Deus não é a nossa aparência (1Sm 16.7). O que faz o nosso culto aceitável não é a forma, e sim o conteúdo. É muito fácil tirar conclusões precipitadas e achar que o que faz um balão subir é a sua cor. Nossos julgamentos são limitados pelas nossas percepções. E o que percebemos é sempre incompleto e às vezes defeituoso. Apenas Deus tem total acesso à nossa interioridade. E a maravilha das maravilhas é que mesmo tendo total acesso à intimidade de nosso ser, ainda nos ama e nos recebe de braços abertos.

Você está investindo em seu coração?

Inserida por EmOutrasPalavras

O pandeiro da discórdia

Era jovem, e levou um pandeiro para tocar no culto de sua igreja. Fez isso na maior das inocências, sem querer provocar uma guerra. O som produzido pelo instrumento, no entanto, deixou vários irmãos irritados. Alguns mais exaltados ameaçaram o moço, dizendo que se ele voltasse à igreja com aquilo, seria disciplinado com rigor.

O rapaz dizia não querer confusão, mas aconteceu que alguns irmãos gostaram da novidade e passaram a defender o jovem e seu instrumento.

Ânimos em ebulição, imediatamente formaram-se dois grupos. De um lado, os defensores do pandeiro. Do outro, os inimigos.

Os defensores argumentavam que o pandeiro era, sim, parte da expressão cultural do culto israelita, que era o principal instrumento musical de percussão do povo da Aliança. Abriam a Bíblia para comprovar que algumas moças israelitas tocavam adufes (Sl 68.25). E que o Salmo 150.4 (“Louvai-o com o adufe e a flauta...”, Rev. e Corrigida) utiliza a mesma palavra. E lembravam ainda que “adufe” provém do árabe “al duf” (o pandeiro), bem semelhante ao seu primo hebraico “tof”, que foi a palavra usada pelo salmista.

Os inimigos rebatiam, dizendo que se esse instrumento, por um lado, fazia parte das manifestações culturais israelitas, por outro, não tem a solenidade que a liturgia cristã merece.
Os defensores divinizavam o instrumento. Os inimigos demonizavam-no.

Não demorou muito, e um grupo deixou de falar com o outro. Mais algum tempo, e cada um já praticava o esporte mais popular entre incrédulos, que é falar mal uns dos outros.
Não houve na igreja nenhum sábio (1Co 6.5) que pudesse ouvir os dois lados, convidar os dois lados a orar, a pensar e a trabalhar pela reconciliação. A igreja, que já não era grande, por fim, se dividiu em duas outras, bem pequenas: uma, composta pelos defensores do pandeiro no culto. A outra, pregando aos quatro cantos que pandeiro é coisa do Diabo.

Inserida por EmOutrasPalavras