Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
A caridade vai desarmando a amargura da alma, trazendo a
esperança de um dia melhor, além dessa vida aqui. Além do
que o nosso olhar possa compreender... E o sorriso brota no
rosto, cai uma lágrima, mas é de felicidade! É a cura da alma
ferida pelo medo. É o coração desabrochando para o novo é
o renascimento da vida.
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© Aline Hikelme
©Textos de autoria de Aline Hikelme
Direitos reservados conforme artigo (Lei 9610/98)
AlinneH/ Ano 2022
" Um casal conviver com seus defeitos é fácil;
DIÁLOGO E AMOR;
Difícil é sobreviver ao desrespeito mútuo;
OFENSAS E ÓDIO. "
"“Não guarde ajudar o próximo quando conquistarem um campo de trigo, antes por um simples pão que já tens, sim, partilhado com amor, a graça habita.”
Giovane Silva Santos
“Emergir os pensamentos do Senhor, é como fôlego, todos os dias é necessário exercitar, sim, qual a vida ganha vigor, e a excelência é teu Espírito fortalecido.”
Giovane Silva Santos
“Entendam amigos, a cada pão ofertado com amor, o campo de trigo se alarga, o coração é peneirado, sim, aquele que não contempla o joio.”
Giovane Silva Santos
“É que estamos sempre a almejar, antes, primeiro cultivar Jesus Cristo, onde o campo se alarga.”
Giovane Silva Santos
“Boa disposição é plantar o trigo, virtude em preparar a massa, maior o coração daquele que divide o pão.”
Giovane Silva Santos
Buscai a Justiça divina, que a terrena, é precedida por um crime cujo entendimento pode ser subliminarmente tendencioso.
A Justiça terrena é manobrada de acordo com as frestas da conveniência, já a divina, somente pelo sincero arrependimento.
O ano de 2002 vai ser um ano muito difícil para quem não se divorciar dessa mentalidade coletiva vencida. Desse pessimismo nacional. Desse odor de derrota.
Já disse um sábio homem: o ser é uma sucessão de seres. Deveremos deixar para o ser que seremos uma herança melhorada. E um dia, não estaremos mais aqui. Plantemos tâmaras, para que outros as colham: obra imorredoura, eterna, continuada.
Se você forçar um querer
O amor você não irá ver
E somente saberá
Que a falta de espontaneidade
Acarreta em infelicidade.
Quando um dia eu morrer
Não quero lágrimas, nem tristezas
Nem lamúrias, nem flores
Quero ver um sorriso em cada rosto
Daqueles que eu tanto amei.
Pela primeira vez, depois de um do ocorrido, eu consigo enxergar a parcela de culpa dela.
A consideração não existiu, todo o afeto, o carinho, foram por água abaixo... Pedidos de desculpa estão ao meu redor constantemente, eu os aceito.
Me sinto bem aos aceitar, me sinto mal ao me ver lidar, sozinho, com a dor da mentira.
O mais errado, no momento, me parece tão certo. Os conselhos que eu escuto, me parecem tão errados, eu não sei o que fazer.
Preciso dela, porém minha cabeça só me remete ao que aconteceu, uma visão mais realista ocupa minha cabeça nesse momento e a tristeza está permeada no meu quarto.
O clima gelado do ar condicionado já nem é tão gelado quanto era antes, o meu sono já não está sendo necessário e a minha fome se tornou inexistente.
Tudo nasceu com uma saudade dela, tudo termina com a perda de uma pessoa que me fez muito bem.
Talvez, de maneira mais otimista, eu deva considerar como livramento, perder uma pessoa que nunca me foi fiel é, no mínimo, um motivo de felicidade, mas, enquanto isso, eu defendo a outra com todo meu peito, acreditando ser a coisa certa ao seguir meu coração.
Eu estou com ciúmes.
-plr
MEU BEIJO
Dentro da minha boca
Mora um beijo quente
Se um dia quiser prová-lo
Será seu o meu fogo
Só não me responsabilizo
Pela sua decepção
Ao encontrar nos meus lábios
As cicatrizes de um amor de perdição
Toda boca que beija
É capaz de morder
Sabe,
Meu beijo já deixou marca
De sangue em alguém
Mas se quiser provar também...
O PORTO
Estamos todos num navio
A bordo, vazios
Estamos cheios um do outro
Em meio à tempestade
De sonhos e medos
Que causam arrepio
Não há nenhum bote
Ou colete salva-vida
Nem necessidade disso
Para nos aquecer do frio
Nem é preciso socorro
Para cairmos na água
Pois quando chegarmos ao porto
Não haverá mais rio.
ÂNCORA
Deixei-me levar
Pelo ir de um navio
Por pensar ser livre
Depois que abandona
O Porto e a beira do Rio
Mas olhei ao redor
E me vi presa
Às águas e ao vento
Porém, notei que não sentia
Vontade de voltar
Nem para o porto
Nem para mim mesma
Aqui estou navegando
No meio da saudade
E apesar do frio
Oora na proa
Ora na âncora.
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