Ate o Mel mais Puro em um Recipiente
. . . Nem um dia, nem uma hora, nem um minuto, um segundo, não fico sem pensar em você em qualquer unidade de medida do tempo no tempo que passo.
A Peteca
Você já brincou de peteca?
Engane se quem um dia nunca brincou, pois todos os dias de nossa vida brincamos de peteca sem mesmo perceber, pois os nossos desafios diários é como se fosse uma peteca, corremos, lutamos, brigamos se estressamos mas não deixamos a peteca cair.
Se você perceber que a peteca vai cair a impulsione os mais forte possível para você ter o tempo hábil para respirar e conseguir o caminho da resolução dos seus desafios, mas cuidado não deixe a peteca cair.
Peteca a Peteca mas não desanime, deixe sempre ela no ar, pois se a peteca cair você perderá o jogo para vida.
Peteca a Peteca.
Autor: Gilmar Bortoletti
Nós vencemos um inimigo? Ninguém além de nós mesmos.
Preciso de um lugar tranquilo, sem barulho e sem gente. Preciso de uma sala silenciosa, um espaço de trabalho sem som. Preciso ficar quieto e não pensar em nada.
SOU UM VELHO DIÁRIO
Sou um velho diário
Deitado no lixo
Na areia esquecido
Quando a dor não cabe no peito
Fica na alma e transborda de insónia
Sou um velho diário
De rosto estampado, calor
Fogo, alegria nostalgia e expressão
Sou música, palavras, frases
Um reviver, uma ilusão
Do presente e do passado
O meu diário é um amigo
É uma doce companhia
Pétalas de rosas entre as folhas secas
Numa bela recordação
Mas hoje querido diário será diferente
Vou sorrir e voltar a viver
Deste diário velho deitado no lixo
Que tanto amou deixou saudade.
A música nos tira de nós mesmos, de nossas preocupações e tragédias, nos ajuda a ver um mundo diferente, uma imagem maior.
A questão para alguém que foi criado em um círculo fechado e depois o abandoma é: o que somos nós, o que são eles e como você passa de uma coisa para a outra?
Pairando sobre o vazio do coração
Entristecido pelo amor, e engolindo pelo medo
Nasce um desespero inigualável
Que encurrala o indivíduo
Deixando só então…
A solidão.
A vida é um apeadeiro de memórias
A casa velha continua muito bela
Apesar dos anos que vai passado por ela
Paredes de pedra de cal já gasta
As árvores são versos que a terra
Escreve no céu e os pássaros fazem casa
Entre as memórias curtas de verão
Da casa velha poucas lembranças guardo
Mas sim dos fantasmas que oiço
E que nas suas caves ainda habitam
A vida é um apeadeiro de partidas e chegadas
Onde viajamos nos sonhos e regressarmos à realidade
É por a vida ser breve que agarro cada momento de felicidade
O Produto deve ser o resultado de um excelente e contínuo esforço de descoberta, exploração, validação e desenvolvimento baseado nas dores e necessidade de seus usuários
Cada um carrega dentro de si, um universo cheio de história, dificuldades e possibilidades. Com as possibilidades vença as dificuldades e mude a Sua história.
Não sei fingir, não sei mentir, sei dizer que te quero muito; não um pouco ou por horas porque seria insuficiente para demonstrar o que tenho e posso oferecer. Sonho em acordar todos os dias com seu gosto, com seu cheiro em meu corpo, depois de uma noite aonde nossos corpos se eternizem em um; ali aonde a nossa alma se uniu chegando ao nível mais perfeito do amor imutável.
Ricardo Baeta
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