Astros
Quando nos encontrarmos
a floração do Ipê no auge será
congregada com os astros
do nosso Hemisfério Celestial Sul.
Para você eu ocupo o lugar
das sete maravilhas do mundo
moderno e as do mundo antigo
que o coração elegeu como destino.
Nossos corações neste desidério
uno e inequívoco vivem prestando
reverência ao amoroso e secreto culto.
Não precisaremos de jogos de caça
e caçador e nem de fazer gênero:
porque em tempo o amor chegou pleno.
Os astros dançam
sobre a Baía de Babitonga,
De embalar a sua imagem
já perdi a minha conta.
O meu endereço austral
está escrito neste Hemisfério,
E no coração o poderoso
e mais sagrado mistério.
As correntes conduzem
para a Ilha de Mandijituba
sob esta fase da Lua oculta.
Tenho todos os mais
altos sinais de pertença:
amar esta terra é a sentença.
Dois Universos que colidem,
mas que não se destroem, coexistem,
Com Astros de Respeito de um Afeto Espacial,
São Corpos Celestes numa Atração Gravitacional,
Constelações Notáveis e Questionáveis Constatações
Em uma órbita favorável, cada um com o próprio espaço numa Cósmica União.
Sábia Nebulosa Borboleta,
Envolve- se com astros iluminados,
Deixa em destaque a sua presença,
Reflete o brilho das Estrelas
a Sua Volta,
Dando significado a sua existência.
Os astros vão iluminando os passos,
O amor vai clareando os espaços,
Os nossos corações seráficos
Formam etéreos laços;
Os nossos destinos já foram
traçados - estou ao teu lado.
Quem tem amor nessa vida
Jamais será abandonado,
Tens o amor mais infinito
Desse coração peregrino,
Que anseia por ti ser
amorosamente abrigado.
Tens a minha fé, o meu amor,
A minha chama no infinito
E o mergulho do meu coração em ti;
O meu coração, a minha mente
E o meu corpo estão entregues
ao sentimento pujante e impoluto.
A minh'alma poética ressonando
O maior amor do mundo,
E sei que podem até tentar
Calar a minha voz;
Porém, está para nascer
A vil intenção capaz de transformar
o meu amor em um amor soturno.
"Assim como alguns ASTROS não tem LUZ PRÓPRIA pois,, depende do sol pra refletir seu brilho que a este, já tem sua própria luz. Não depende nem distância nem circunstância alguma pra OFUSCAR seu brilho. Mais também existem planetas que podem aparecer durante qualquer hora da noite, e seu brilho depende somente da distância e da parcela de sua face que estiver iluminada. Assim também somos nós na presença de Deus. Somos seres sem LUZ PRÓPRIA dependemos de como estamos na distância junto a Ele. Quanto mais perto na presença dEle mas Seu brilho ALUMBRA em nós."
—By Coelhinha
Diante dos Astros, diante das estrelas pude observar o brilho das luminárias que louvam aquele que as criou com sua forma magnifica resplandecente de luz.
Me veio aqui uma duvida. Quando você estava no céu, as pessoas daqui mal via as estrelas existentes nessa galaxia graças ao seu brilho, que era mais forte e sobrepunha as outras, né minha estrela?
Amanhece o dia como qualquer outro. Liga-se a televisão como qualquer outra. Jornais televisivos entram no ar. Manchetes replicantes frustram as expectativas de um dia de paz: são os bandidos soltos de novo, os mesmos astros dos noticiários que repetem a ousadia de agredir a sociedade desarmada. São os mesmos protagonistas diários das iniquidades, se valendo da impunidade para derrotar um estado fraco, incapaz e alienado, e sobrepujar um governo inútil no combate eficaz. Bandidos mandam no país e governos elaboram cartilhas de espertezas, no intuito de ensinar as pessoas a manter a vida como bem maior, em custa da perda da soberania, do orgulho próprio, e da noção de direito. Não há responsabilização civil para o bandido, e pouco há de responsabilização criminal. Não é possível continuar assim!
Vontades
Ah! as minhas vontades.
São tantas, tenho que pensar bem.
Vontade de tudo eu tenho, vontade
de alto subir, ver de perto as estrelas.
Vontade, de pelos céus passear, aos
astros cumprimentar.
Ah! vontade de retornar, ao canto que estás,
vontade de viajar, pelo teu rosto, beijá-lo,
acariciá-lo tê-lo.
Vontade de nos teus olhos parar, e descansar
em teus cabelos.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Não sei a explicação de ser tão presa ao passado e insatisfeita comigo mesma.
Ainda não aprendi a ser calma.
A natureza e os astro me movem.
Era quase penumbra total,
Numa noite de clamor,
Quando um brilho no céu fez crescer,
A esperança em meu coração,
Num incêndio interior.
Um meteorito que passara,
Lá em cima, na atmosfera terrestre,
Como estrela cadente o conhecera,
E mesmo que eu fale a verdade,
Não confiaria se eu dissesse.
Lá de cima me sorriu,
Como alguém a anunciar,
Uma grande notícia proferiu,
Com leveza e sutiliza,
Venho a me comunicar.
Meu amigo, caro amigo,
Um pedido lhe concedo,
Faça certo, meu querido,
Porque quando eu me for,
Com certeza teu amor,
Pra você terás surgido.
Oh estrela bela, bela e passageira,
Tu conheces minha tristeza?
Aí de cima, oh linda, sábia,
Pra minha vida, alguém trará,
Uma alma nobre, com certeza!
Eu ando só, tu sabes disso,
Na companhia de vielas
tenho andado cabisbaixo,
Sem saber pra onde ir,
Sem conhecer o meu caminho,
Não posso dar nem mais um passo.
Se ao menos alguém me acompanhasse,
Minha mão a segurar,
Maior leveza teria ao andar,
E quando perto estivesse a chegar,
Meu coração se faria acelerar.
Tic-tac vai passando,
O tal do tempo avançando.
Confiei naquela estrela,
Que tão bela e passageira,
Fez a esperança me acender.
Num sopro do vento olhei pro oeste,
De forma despretensiosa e até muito respeitosa,
Vi uma moça vestindo preto.
Ela andava ou flutuava?
Em um instante eu já surtava,
Na bagunça de seus medos
O medo da vida lhe acompanha,
Vou crescer ou vou cair?
O amanhã só cabe aos astros,
Que guiando nossos passos,
A esperança faz surgir.
Tenha calma, nobre alma,
O sol brilha pra todos,
Não permita que a chuva longa,
Da sua vida tome conta,
E entristeça seu belo rosto.
Confia em mim, olha pra cá,
Mostre-me a janela de sua alma,
Por favor, mantenha a calma,
Deixe-me contato fazer,
Deixe-me seus olhos desvendar.
Segurei a sua mão, a medida que me encarava,
Senti na pele um calafrio,
Uma sensação em mim surgiu,
Ao tatear suas mãos frias,
Como uma triste enseada.
Reconheci o seu olhar, que brilhava como poucos,
Oh estrela bela, bela e duradoura,
Meu coração é sua morada, fique quanto precisar,
Enfim quando se cansar, tu poderá ao céu voltar,
Pra lá de cima enxergar, minha derradeira morredoura.
Mesmo diante de grandes dificuldades, não perca as esperanças,pois; nem o sol, o mais caloroso de todos os astros, brilha constantemente
Procuro um caminho
procuro sem saber que estou perdido
sou a inexistência existente
assim como os astros, preciso da minha estrela
nascido para obedecer
destinado a morrer.
esta noite espera-se que uma profecia muito velha possa se realizada.
uma lenda muito antiga ela ja tem mil anos: "a noite da estrela o filho do comtemplador dos astros,virá de uma terra muito distante e libetará o templo da luz, o demônio será banido e o filho voltará para casa".
pergunte ao filho do comtemplador dos astros !
Fizemos uma fratura na terra.
Eu ouvi o barulho do chão se abrindo.
Duas placas se chocaram
e fizeram um buraco que dá para o céu.
Coisas estão sendo lançadas
para fora do buraco.
Estamos flutuando agora.
Deixamos expostos
o que há no centro de nós.
Todo mundo nos vê.
Agora somos um espetáculo celeste.
Estão nos contando antes de dormir,
como quem conta as estrelas.
Foi a primeira vez que contaram amor
em vez dos astros.
Não há sorte nem azar
para quem conta amor.
São todos espectadores
da sorte que temos
em viver um amor estratosférico.
E a fratura, aqui de cima,
é tão pequena,
que já nem existe mais.
O astro e as três estrelas.
Minha vida...
É um mito...
É uma lenda...
Ou devaneio da minha imaginação....
Fenômenos existentes dentro de uma conspiração....
A lua...
Ofusca o astro dentro de um eclipse....
Minha intuição vai além de uma simples composição....
O Astro Rei emerge e brilha como uma generosa canção....
Misturo então...
No espaço vago...
As estrelas com o astro...
E a minha inspiração....
Vou dando eu....
Forma na minha ilusão....
Influenciado por minha robusta dedicação....
Dou um adeus á ciência da falsificação....
Nesse tema...
Uso ele e mudo seu rumo...
E dou vida a esse poema...
Na exata soma que tive...
Nem matemática deixei entrar nesse refrão...
Eu sou o astro....
Junto com as três estrelas...
Do meu coração...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
No tempo das estrelas achamos o brilho
Proporcionando o motim único
Andamos em trem a busca de agitação
Nomeamos nossos gosto visual.
