Asas

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Meu anjo sem asas, duquesa linda, aquelas segundas feiras apaixonantes na Ericeira e em Mafra quando a gente caminhava desfrutando o por e o nascer do sol a beira mar na Ericeira com taças de vinho, e beijava a tua essência pura recheada de paixão ardente, esses teus olhos cintilantes lindos como safiras⁠.
E o teu cheiro gostoso e o teu calor simplesmente me inspiravam para escrever poemas à beira mar, e quando eu te poetisava com os meus lábios e com o meu toque poético pelo teu corpo. E suspirava ao teu ouvido junto ao batimento das ondas, e dizia-te és maravilhosa, és especial como o sol, fascinante como o mar e maravilhosa como o universo e bela como o amor.

⁠Atreva se ..arrisque mais ...experimenta ..a vida é uma só... cria asas , cria coragem , não crie expectativas, vai lá..faz e acontece ...

⁠“
O cansaço fadado e exausto procura a chave da liberdade e as asas da fé.”
Giovane Silva Santos

⁠Você foi minha maior águia, e eu me perdi em suas asas

⁠Relato de uma borboleta diferente.

Sou uma borboleta incompreensível,
Com asas de humor variável, comportamentos e relacionamentos instáveis.

Às vezes me sinto uma borboleta grande e outras vezes frágil como um botão de rosa, uma borboletinha tão pequenininha...

Tem vezes que penso em morrer e arrancar minhas asas para não voar por aí fazendo merdas, outras vezes quero viver intensamente, com uma alegria exagerada em voos tranquilos e serenos.

Sou mesmo uma borboleta com instabilidade emocional esquisita e que muda a cor de suas asas sempre quando se sente abandonada.

Quando tudo parece perdido, eu entro em aventuras perigosas na floresta e que me colocam em risco. Mas, no outro dia, em meio a minha ressaca moral, eu digo que mudarei para sempre de vida e de comportamento. Daí começa uma nova e infinita busca para virar uma borboleta boazinha...

Mas quando fico boazinha, me torno antissocial até a próxima crise existencial que me levará a voos perigosos e, em meio a surtos psicóticos, me vejo em risco novamente.

Quando eu me sinto inútil, insegura, impulsiva, ou quando me sinto provocada emocionalmente por alguém, eu coloco todos em minha volta em perigo e emocionalmente abalados e preocupados. E é por isso que minhas relações sociais estão sempre sendo prejudicadas.

Outras vezes sou uma borboleta hostil e irritada e depois sinto ansiedade, culpa e descontentamento geral, o que me faz perder o interesse e prazer nas atividades que antes gostava de fazer.

Em outras ocasiões sinto raiva, solidão e tristeza (o que é mais corriqueiro).

Não desejo pra ninguém ser uma borboleta como eu, com asas estragadas, mas que quando se regeneram faz de tudo para quebrá-las novamente, porque tem um mundo todo explodindo dentro dela.

Ninguém faz ideia de como uma borboleta assim sofre com o seu perpétuo medo de abandono e dor espiritual.

E vou seguindo assim: borboletando por aí, uma hora de um jeito e outra hora de outro jeito, e sempre cercada de julgamentos e acusações, simplesmente porque ninguém entende como uma borboleta tão bonita e inteligente pode ser assim.

Por Beatricee Karla Lopes em 05/01/2021

⁠Voe alto,não permite que cortem suas asas.
Voe em busca de seus sonhos, mesmo que a batalha seja acirrada!

⁠- Acorde! - Digo para mim.
Deixe de sonhar
Ainda não tem asas
Borboleta
Vai cair
Pode se machucar
- Acorde! - Digo novamente.
Mas me ignoro
Pois me perdi
No labirinto sereno
Irresistívelmente atraente
Que me leva até você
- Acorde!
Deixe de sonhar!
Eu me ignoro
E insisto em te procurar.

⁠E se pudéssemos
Navegar sem arrebentar nosso remo
Voar sem quebrar nossas asas

E se pudéssemos
Fazer a nossa viagem
Sem o desespero da tempestade
Sem a aflição da turbulência

E se pudéssemos
Fechar os nossos olhos
E acordar em nosso destino
Sem medo, angústia, aflição ou incerteza

Se pudéssemos
Seria a viagem perfeita
Estaríamos prontos para plenitude
A serenidade tomaria conta de nós
Até que chegássemos ao nosso destino

⁠Num bater de asas emanei toda fúria que sentia. Toda história se repetia diante de meus olhos, mas não me conformava.
Culpava o mundo, o azar, a sorte e principalmente a mim mesmo.
Tempestades de fogo, raios e furacões. Mantinha longe seus intrusos. No recanto da montanha, a fera voando solitária.

⁠Se nas minhas asas têm trevas é porque a paciência está por um fio e não estou aguentando suportar;
Mas acredito que a minha luz está lutando... Com unhas e dentes para dá a volta por cima e conseguir se superar!

⁠E, quando faltarem forças para andar para frente, que tenhamos asas para voar bem alto.

⁠Pronto, só corro!
Quando foi que cortaram minhas belas asas?
Para onde realmente devo ir para me sentir em casa?
Quando foi que o medo tornou-se mais forte que o desejo de ser feliz?
Quantos traumas persistem como sombras das escolhas que eu fiz?
Tornei-me essa fera que rosna constantemente para qualquer um.
Essa marra disfarçada de raiva, mas que na verdade é uma dor incomum.
No fundo sou só um bichinho medroso e sem esperança,
Tremendo de medo das demasiadas lembranças.
Evito emoções pois não tenho condições de suportar mais perdas, fui roubado!
Já foram tantas vezes e ninguém imagina a imensidão desse buraco cavado.
Talvez eu seja bom nesse lance de fingir e me escondo demais.
Sou um ótimo poeta, um fingidor habilmente sagaz.
Sempre cobri de flores os caminhos que aos poucos foram se destruindo.
Sinto falta de muita coisa, mas sempre choro (sorrindo)!
É assim que sangro, essa hemorragia de amar.
Já sangrei tanto que estou a ponto de me afogar.
Gradativamente cansado dessa insistência de nadar,
Mas traumatizado demais para confiar em quem tenta me resgatar.
Dizem que o tempo vai curar e dizem também que a vida é curta demais.
Ótima maneira de falar que ninguém se importa, que tudo bem e tanto faz.
Quantas vidas preciso para que haja tempo suficiente para me sarar de você?
Essa é uma pergunta constante, uma pauta ainda aberta no meu imenso dossiê.
Seria mais fácil se você fosse a dor, um anexo, uma página descartável,
Mas você é só mais uma vítima lidando com seu próprio trauma incomparável.
No fundo somos todos flagelados usando máscaras enobrecidas.
Por baixo desses grandes sorrisos encontram-se almas falidas.
Mesmo que haja brilho nessa casca constantemente polida,
Perdemos nosso endereço. Somos labirintos sem saída…

⁠Eles me disseram para voar cada vez mais alto, mas como poderei voar? Cortaram minhas asas.

⁠Por aí eu vou...
como um pássaro
livre a voar...
bato asas
e saio a cantar.

⁠Cortou minhas asas,tentando me prender,relutei e fui empurrado do abismo,mesmo em queda livre,me apossei da liberdade.

⁠Abra as asas. VOE. Pegue a estrada. Chegou a hora da sua jornada. Você vai voar, não tema.
Minha luz é a sua espada. Acredite, para ti a incredulidade é uma simples piada.

⁠A liberdade tem um preço, se você desejar voar feito um pássaro, deverá ter fé em tuas asas!

⁠⁠Você é um pássaro. A vida pode ser duas coisas, suas asas, ou sua gaiola

⁠Em “tibungo”

Sou “asas” de borboleta... beijo de beija-flor...
ninho de passarinho quentinho e fofinho...
Sou burburinho de rio mar amar...
Sou pôr do sol me pondo em você...
sou arco íris colorindo teu corpo e riso...
Sou poesia em tua cantoria...
sou ‘estripulia” em nossa folia magia...

Somos mel a lambuzar a vida
de doçura e literatura ternura...
Ternura que cochicha e urra
em nossa urdidura bordadura...
Somos sol nascendo... um no outro...

Olho no olho...
mergulhados em “tibungo” um no outro...
Somos ouro um para o outro...

⁠De Dália

Sandália de dália enfeitada
para a caminhada nas nuvens
pés de asas enfeitados
nas mãos um rosário de estrelas

para iluminar o céu
no peito um véu
acaricia o camafeu
com o retrato teu

nas costas o sol nasceu
raios em fios desceu
nas coxas floresceu
o ventre (re)nasceu
nos braços de Morféu

sono sonho acordo
acordo sono sonho
sonho acordo sono

ao som da sua flauta doce
sou menina moça sonhadora
meu flautista da noite e do dia