Às Vezes
SOBRE MIGALHAS
Quantas vezes estendemos a mão e o que nos sobram são migalhas.
A verdade é que na era do egocentrismo as relações ficam pra segundo plano.
Não é de todo errado nos priorizarmos mas, o fato é que aquelas sementinhas que deveriam ser plantadas não estão gerando frutos.
É a velha história do primeiro eu, segundo eu, terceiro eu...
Não há mal em ser o protagonista, mas a pauta aqui é sobre reciprocidade.
A vida nos pede essa troca, é quase que nosso oxigênio das relações.
Sejamos por inteiro por onde andarmos.
Às vezes acreditamos que seguimos a trajetória adequada, mas é importante lembrar que não existe apenas um único caminho certo. Por isso, é prudente evitar julgamentos a quem está optando por uma rota diferente, pois, no final, todos podem chegar a destinos semelhantes.
“Às vezes, é preciso reconhecer o milagre silencioso de ter alguém que cuida, protege e permanece ao nosso lado. Porque o tempo, implacável, pode transformar presenças em ausências e devolver tudo ao vazio de uma folha em branco — e não existe, em toda a imensidão do mundo, aquarela capaz de recriar as cores únicas que Deus, um dia, pintou em nossas vidas.”
Acredite, você pode tudo. Não valorize demais as dificuldades. Muitas vezes, é no fundo de um grande buraco que encontramos água limpa e fresca
Nem toda frustração é injustiça; às vezes, é apenas sinal de que precisamos rever pretensões, métodos ou ambos. O mundo não se amolda a nós.
Entre desejo e vício, a diferença muitas vezes está apenas na intensidade: um limita os passos; o outro aprisiona a alma.
Recomeçar é possível e, muitas vezes, necessário; mas nenhum recomeço prospera sem método, direção e consistência.
Nem sempre a ação reflete a ideia que sustentamos; em nossa complexidade, às vezes nos tornamos opositores de nós mesmos.
Não se iludam com as verdades prontas dos sábios; muitas vezes são os inquietos, os estranhos e os tidos por loucos que nos fazem refletir de verdade.
A equipe pode parecer uma locomotiva em movimento, mas seu líder muitas vezes é o trilho que a mantém no rumo.
A sociedade às vezes nos cega tanto que passamos a lutar por coisas que nem conhecemos nem desejamos.
Protegemo-nos tanto pela tecnologia que, muitas vezes, já não percebemos o abismo de insensibilidade e desconexão emocional que se alarga entre nós.
Amor:
Às vezes nos vem de
uma forma tão simples,
tão ao alcance do coração.
Que não acreditamos nele,
E o deixamos partir, pois não
O reconhecemos enquanto amor.
Simples assim:
