Às Vezes
Saudações Lisboetas!
Você já reparou que, às vezes, acordamos sem vontade de sair da cama? Levantamos, refletimos e percebemos que está tudo bem. A vida pessoal, profissional e financeira vai bem. A saúde também está normal. De onde vem então esse desconforto?
Você já sentiu isso? Um dos motivos que fazem com que nos sintamos assim é não entender o porquê de fazermos certas coisas e vivermos como se corrêssemos a esmo. Outro é perder a conexão com Deus, mesmo sem percebermos. E, entre tantos outros motivos possíveis, também está o medo e a ansiedade que a autocobrança gera em cada um de nós. Seja qual for a sua razão, parar, respirar fundo e buscar momentos de silêncio e conexão com Deus será muito importante.
Lembre-se, todos nós temos um “GPS” interno, o Espírito Santo, e, em momentos assim, Deus pode estar nos dizendo para recalcular a rota. Acalme seu coração e sua alma, e busque equilíbrio no seu viver e agir, recuse viver na exasperação de quem corre atrás do vento. Como gosto de pensar, não importa o tamanho e a potência do navio, ele só vai ancorar em um porto de cada vez.
Eu sou Everaldo Lisboa e lhe desejo o melhor de Deus!
Às vezes, ela ansiava por um pouco de perigo. E era por isso que tinha um clube do livro.
As lembranças às vezes são como lascas que golpeiam a retina, outras são a mão que nos acaricia e então, sentimos até pulsar o que nos rodeia.
Eu considero, o amor como sendo um sentimento ingrato, por simples razões, muitas vezes leva-se muito tempo a lutar para ser feliz, para ser amado e para amar, num piscar de olho tudo vira nada, as promessas de amor acabam num vazio sem sentido, os momentos felizes se tornam excitadores do ódio e no fim nada faz sentido lutar por amor. Furucuto, 2025
E se o amanhã não chegar?
É um pensamento que, por vezes, nos assombra, não é mesmo? A ideia de que o relógio pode parar a qualquer momento e que o sopro de vida pode se esvair antes que o sol nos convide a um novo dia. Mas, paradoxalmente, é justamente essa incerteza que deveria nos impulsionar a viver.
Se amanhã eu não estiver mais aqui, o que terá restado do dia de hoje? Foram risos genuínos? Palavras de afeto ditas em voz alta? Um abraço apertado que transmitiu mais do que mil frases? Terei olhado para o céu e me deslumbrado com suas cores, ou estive com a cabeça baixa, distraído nas trivialidades que no grande esquema das coisas, pouco importam?
A vida é um presente embrulhado em mistério. Não sabemos quando a fita será desfeita. Por isso, cada respiração deveria ser um lembrete para estar presente. Para sentir o vento no rosto, o sabor da comida, o calor de uma mão amiga. Para olhar nos olhos de quem amamos e dizer, sem reservas, o quanto são importantes.
Não se trata de viver em desespero, mas em consciência. Consciência de que cada momento é único e irrepetível. De que o tempo não volta. De que as oportunidades de amar, perdoar, aprender e se arriscar são finitas.
Que, se amanhã eu não estiver mais aqui, o hoje tenha sido um dia onde eu fui eu mesmo. Onde minhas ações tenham refletido meus valores. Onde eu tenha deixado uma pequena marca de gentileza, de compreensão, de amor. Que eu tenha vivido, de fato, em vez de apenas existido. E que essa reflexão nos sirva não como um lamento, mas como um convite urgente à vida.
Nem sempre devemos contar com a sorte;
Mas às vezes viver nos exige audácia, por isso devemos apostar alto!?
No que de fato queremos viver.
A verdade é que a liberdade assusta. Exige coragem. E, tantas vezes, é mais fácil vestir uma máscara do que enfrentar o desconforto de viver com autenticidade.
Acabamos por nos habituar à prisão confortável que construímos. Chamamos-lhe estabilidade.
Sobrevivi aos dias em que tudo mudou de repente. A vida às vezes nos pega de surpresa. Tive que me refazer sem aviso, recomeçar sem manual, abraçar o incerto e dizer a mim mesmo: "Vai passar." Porque, de um jeito ou de outro, a impermanência é sempre passageira e tudo, inevitavelmente, passa. Foi nos momentos difíceis que encontrei uma força que eu nem sabia existir, uma fé que surgia no meio das perguntas que nunca encontravam as respostas. E agora, olhando para trás, vejo que não foi o fim. Foi a vida me desmontando, mas me reconstruindo de uma forma que eu jamais poderia ter imaginado, mais forte, mais leve e com uma certa maturidade.
São nas rachaduras profundas do que fomos que nasce a resiliência. No meio do caos e da incerteza, descubro uma coragem que estava escondida. Pois é no avesso da vida que a gente encontra o melhor lado da nossa versão.
As vezes a única maneira de domar um animal selvagem que se recusa ser domado, é mostrando que pode ser mais cruel que ele.
Nossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordemossa mente é como um grande quarto. E, todos os dias, muitas vezes sem perceber, nós escolhemos o que levamos para dentro dele. Podemos enchê-lo de coisas inúteis, informações desnecessárias e até prejudiciais… ou podemos escolher guardar apenas aquilo que realmente faz sentido — o que é importante, o que traz valor, leveza e paz.
Muitas vezes, sem notar, algumas pessoas começam a ocupar esse espaço com objetos que só geram desordem. São pensamentos negativos, julgamentos, preocupações que não fazem sentido, informações irrelevantes, medos, ansiedades... É como um quarto onde as janelas estão fechadas, as paredes são escuras, os vidros sujos não deixam o sol entrar, o ar não circula. O ambiente se torna pesado, abafado e confuso. Nada se encontra facilmente. Tudo vira sobrecarga, ruído e caos mental.
Por outro lado, existem aqueles que, com o tempo e com a vida, aprendem a manter esse quarto mais leve. Eles entendem que nem tudo merece espaço ali dentro. Sabem abrir mão do que não serve mais: das mágoas, dos pensamentos que só drenam energia, das preocupações que não levam a lugar algum. Mantêm as janelas abertas, deixam a luz do sol entrar, permitem que o vento renove o ar. E, com isso, criam espaço para o novo, para o aprendizado, para o crescimento e para sentimentos que realmente fazem bem.
É claro que, às vezes, o quarto também fica bagunçado — isso faz parte. Todos nós temos dias difíceis, momentos de desorganização. Mas quem aprendeu a cuidar desse espaço interno sabe, também, como reorganizá-lo. Porque as ferramentas estão ali: o autoconhecimento, a reflexão e, principalmente, a sabedoria de escolher o que vale ou não a pena ocupar espaço na nossa mente.
No fim das contas, a diferença é simples:
Algumas pessoas sempre conseguem encontrar dentro de si aquilo de que precisam para seguir em frente — clareza, foco, equilíbrio, sabedoria — porque o seu quarto interior está organizado. Outras continuam se perdendo dentro da própria confusão, procurando, sem encontrar, aquilo que provavelmente já está lá… mas escondido debaixo da própria desordem
Lulu, as vezes fico pensando em como seria a vida se não estivéssemos tido algo você foi uma das melhores coisas que aconteceu cmg ano passado. Você foi o garotinho que eu sempre sonhei, você me fez feliz e cuidou de mim como se eu fosse sua prioridade, meu abraço favorito sempre será o seu. Você sempre me proporciona a paz que eu nunca tive quando está tudo de ponto cabeça.
Cada momento contigo é especia
Você me faz querer ser melhor, você me fez perceber que nem sempre o amor é um fracasso e que eu poderia me sentir segura em seus braços.Obrigada por me amar com tanta verdade, obrigada por ter feito eu ser a garota mais feliz.
EU TE AMO LULU💗
Não tenha medo de correr riscos e aceitar o fracasso. É aí que muitas vezes estão as melhores oportunidades .
“Às vezes, a vida te coloca no escuro só pra te mostrar que a tua luz vem de dentro… Sonhar é fácil, difícil é ter coragem de atravessar o túnel. Mas nunca esqueça: o túnel é só a passagem, não o destino. Quem não desiste no escuro… é quem brilha quando chega a luz.
Há alguns dias tenho me olhado e percebi por muitas vezes esse meu olhar com brilho triste, ainda que meus lábios mostre um lindo sorriso os olhos parece estar desconectado, estou bem mais sei que falta algo que faz meu olho brilhar com intensidade.
Às vezes, no profundo e sombrio da mente, no vazio absurdo, a vida parece perder o sentido. A rotina se torna uma repetição sem propósito, e, em meio a isso, eu me esqueço de quem sou. Como pode alguém pensar tanto no futuro a ponto de esquecer o presente? Em vez de viver o agora, minha mente se prende ao que ainda não aconteceu.
E então me perco, olhando para o teto, sentindo que estou morrendo um pouco a cada dia, a cada minuto, a cada segundo. Como pode um vazio ser tão profundo e tão absurdo?
A gente batalha para conquistar uma estabilidade na vida, mas muitas vezes acaba pagando um preço muito alto na velhice. Só lá na frente percebemos que toda essa estabilidade não valeu de muita coisa, porque gastamos tanto tempo tentando garantir o futuro que esquecemos de aproveitar a vida enquanto ela acontece.
Deus, muitas vezes ele te tira de um lugar, mas te leva a outro, onde você acaba se tornando quem estava destinada a ser
talvez as vezes me deixo levar pelos sentimentos, por isso falo as coisas sem pensar e também termino machucando as pessoas que amo. e assim as vezes termino perdendo elas, eu tento concerta meu erro mas tem vez que é tarde demais, mas eu insisto porque desistir não combina comigo.
