Às Vezes
O Segredo do Sucesso não esta em quantas vezes se aparece,mas em quanto tempo estamos disposto a esperar .
O pensamento movimenta o cérebro,que nos faz movimentar,mas muitas das vezes ficamos estáticos como impossibilitados de agirmos.
“Quando amamos alguém, na maoria das vezes este amor nos leva a mudar nossos costumes, para termos um bom relacionamento, e isto é saúdavél. Agora como não mudar de direção, de atitudes quando se apaixonamos por Cristo, o autor da vida, o verdadeiro amor e principe da Paz”.
Dor...
Muitas vezes,
a dor do corpo é tão forte
que tenta se libertar dela mesma.
by/erotildes vittoria
Às vezes, no meio da vida, entre correrias e pausas, nós nos detemos. Vemos a vida, a nossa, a dos outros. Observamos, meditamos, fazemos silêncio.
Sempre fico confuso diante da pergunta que a vida nos faz: “Como vai você?”. É como se a pergunta fosse uma armadilha ou viesse já com a resposta inclusa; como se, em cada instante, tivéssemos de responder que estamos bem, que as coisas estão andando, que somos felizes.
Mas talvez não seja assim. Porque a felicidade não é este estado permanente de paz infinita que nunca alcançamos. A felicidade se compõe de momentos, de lutas, de sonhos, de fracassos, de tentativas, de esperas, de descansos, de encontros, de surpresas.
Às vezes, podemos pensar que nossa vida é cinza. Então é hora de lembrar do relato de Giovanni Papini, que escrevia sobre seu velho relógio parado às sete horas. Esse relógio, duas vezes ao dia, se unia a todos os relógios que, em sua louca correria da vida, paravam por um momento nesse ponto. No resto do tempo, ele permanecia imóvel, inútil, inservível. Mas havia momentos nos quais tudo encaixava e fazia sentido.
O escritor sabia que a vida está composta por momentos nos quais nos sentimos plenos, descobrimos um sentido, curtimos e sonhamos: “Também eu estou parado em um tempo. Também eu me sinto preso e imóvel. Também eu sou, de alguma maneira, um enfeito inútil em uma parede vazia. Mas desfruto de fugazes momentos em que, misteriosamente, chega a minha hora”.
E continua: “Durante esse tempo, sinto que estou vivo. Tudo fica claro e o mundo se torna maravilhoso. Posso criar, sonhar, voar, dizer e sentir mais coisas nesses instantes do que em todo o resto do tempo. Estas conjunções harmônicas se dão e se repetem uma e outra vez, como uma sequência inexorável”.
Porém, junto a estes momentos de luz, de plenitude, há muitos momentos de silêncio, de espera, de anseio. A vida é assim.
E quando pretendemos viver tudo com a mesma intensidade, quando pedimos à vida o que ela não pode nos dar, quando nos desesperamos ao ver que não temos essa felicidade da qual tanto falamos, então, ao ver que, em muitos momentos do dia, nossa hora não coincide com a hora da vida, podemos acabar ficando tristes e sem esperança.
A vida tem muitos momentos de luz. Ah, se tivéssemos pelo menos dois momentos no dia como os desse relógio parado! Seriam muitos. O importante é pensar que Deus também está presente nesses outros momentos de cansaço, de rotina, de esquecimento, de neblina.
Sim, Ele continua aí, sustentando a sua vida. Abraçando os seus silêncios. Alegrando a sua espera. Sim, aí, quando ninguém parece enxergá-lo, você o vê, sorri e se alegra na espera. E sonha forte. E anseia intensamente. E talvez deseje que lhe perguntem: “Como vai você?”, para responder que está ótimo.
Agradeça pela vida. Ainda que às vezes você não a entenda. Ainda que às vezes você caminhe sem respostas. Construa com suas palavras. Sustente vidas estremecidas. Levante-se e alegre-se. Contemple em silêncio. Você tem luzes e sombras. Noites e dias. Chuva e sol. Como a própria vida.
E o relógio nos recorda que fomos feitos para o eterno. E que, na vida, vislumbramos tenuamente o que seremos.
Acredito que, todo ser humano possuí um dom interior, que infelizmente, muitas vezes é cortado logo na infância. Mas este dom está enraizado em sua alma e pode crescer novamente, só precisa ser regado
com os sentimentos certos.
Sejam quantas vezes forem que você caminhar num jardim, preste atenção nas flores. Em cada cena, elas se mostram de uma forma diferente e única. Às vezes são as vermelhas que se destacam, às vezes as amarelas, às vezes as brancas. No inverno, são as folhas ressequidas que nos saltam aos olhos. Nem por isso rejeitamos o jardim, pois sabemos que a primavera novamente virá e trará de volta as cores e o perfume, para o deleite de nossos sentidos. Assim é a vida. Feita de ciclos, com turbulências e calmarias. Desistir nos momentos de crise seria como desistir do jardim durante as estações.
Muitos só pensam em “ter” e esquecem-se de “ser” alguma coisa. A ambição de ter muitas vezes destrói a dignidade.
Muitas vezes, somente uma perda é capaz de nos preparar para o início de uma nova fase mais promissora e feliz.
A lei do amor, que regia nossas vidas no plano espiritual, na maioria das vezes é esquecida ao retornarmos ao plano físico, e é esta a fórmula infalível para a destruição das civilizações.
Ás vezes tudo que tens de fazer é fechar os olhos e acreditar no melhor que aquilo pode lhe oferecer, mesmo sabendo que ao abri-los verás que nada mudou.
Tantas vezes cometi o mesmo engano,
Segui por caminhos que nunca me levavam a lugar algum,
Vezes por mera ingenuidade outras por pura negligencia,
Com o passar do tempo pude perceber,
Talvez o segredo da felicidade e do sucesso esteja naquela estrada que sempre ignoramos.
OBSTÁCULOS INSUPERÁVEIS
Muitas vezes nos deparamos com obstáculos que nos parecem ser insuperáveis,mais tudo isso acontece simplesmente porque queremos abraçar o mundo,com nossa prepotência quando na verdade deveríamos apenas deixar que o dono do mundo nos abraçasse...
