As Pessoas Sao como Ondas
Eu... descrevo a amizade como um amor verdadeiro; claro, um amor amigo; um sentimento capaz de sentir o que o outro sente; de abraçar a dor sentida; de sorrir a alegria vivida!
Eu... descrevo a amizade como sorrir com o (a) amigo (a) quando sorri; chorar quando o (a) amigo (a) chora; viver quando o (a) amigo(a) vive!
Eu... descrevo o amor quando seu pensamento se encontra com um rosto; quando sua lembrança encontra os momentos; quando seus ouvidos escutam a voz do outro (a); quando seu corpo reage quando na presença!
Eu... descrevo o desejo quando o coração bate forte; quando a pele reage; quando o corpo fica rebelde; quando os desejos se encontram...
Eu... descrevo o desejo quando não são mais dois; quando não há mais contagem de tempo; quando as almas se enlaçam; quando a vida acontece...
Romário Gonçalves
INÍCIO
Desprezavam meus sentimentos;
Me tratavam como máquina;
Colocavam-me em potes,
E os abriam na hora errada.
O oxigênio se esvanecia com o tempo;
O medo tornava-se meu aconchego;
E a precipitação do infarto,
já era de se acontecer.
Fingiam se importar com a minha morte;
Quando na verdade choravam pelas minhas mãos;
Naquele momento eu já não podia;
executar nenhuma ação.
A bolsa que me protegia, estoura;
Viver sem oxigênio,
Já não me importa;
O mundo me espera;
A terra me afoga.
Como pode existir, um homem sem sonhos, uma árvore sem raiz, um céu sem estrelas e eu sem você, pra me fazer feliz?
Temos de parar de representar a figura feminina como um ser frágil e de pouca inteligência sem raciocínio próprio.
Seja como a lua que, mesmo em noites frias, ilumina, recria. Transforma a noite escura, em alegria.
E nestes sonhos de tirilene, enfaixados como cornucópias,
Ilustres entre si, impopulares com os outros.
É nesta interferência de intumescência ogre, que vigora em tons lilás o sepulcro esquizofrénico de Dalila.
Foi neste pressuposto, ostracidado e asfixiado de notas soltas, numa sinfonia inacabada de lençóis brancos de alfazema mental, sintonizada em mordomias lustres, belas reais e infinitas. que Dalila fez amor nesse antídoto, escondida nas esferas, entranhas amigas, de confissões antigas.
o ilustre busto, magnifico e singular, era em si toda a ortodoxia de um pensamento ainda virgem, robusto, todavia.
No altar, de indumento vermelho forte, cabeção floreado branco o homem cursava, ostentando ouro nas mãos. Pregara durante longos minutos o anúncio tão esperado.
Ofélia, que escondia o rosto imaculado em óculos de massa pesada, preta, vinha timidamente. Era raro sair do esconso, mas percebia que aquela cintilância que desabrochava por entre as ruas lhe dava uma percepção de emancipação, não evidente para ela, mas compromentida com ela.
Foi nesse caminho que ambas, Dalia e Ofélia, se cruzaram e olharam-se intensamente. Tão intensamente que os ombors descairam.
Enfaixadas, vencidas pelo vaticínio, as mulheres fizeram amor ali mesmo.
Da mesa consagrada, o homem de vermelho assiste ao fundo, fora de sua casa ao enlaçe das duas mulheres.
Num olhar disfarçado, fita os fíeis. Mas como era tentador o que lá se passava fora, tão tantador que o homem não sabia se o seu orgão estava a traí-lo. Não podia ser, pensava ele… não era possível não ter controle sobre aquela obescenidade, tão crua, tão animal… mas tão real.
O som do mar penetra nos interstícios dos meus sonhos e logo oscilam memórias d' amores, como velhas roupas no estendal a secar... enquanto o vento rodopia na turva memória, o coração convida o amor a ficar. Garboso o mar, afaga-me com seu forte azul, onde canta a primavera.
Seja claro, ninguém tem bola de cristal. Se você não diz não tem como o outro saber, não guarde só para si o que sente, às vezes, o motivo para ficar que a pessoa precisava, era aquilo que por orgulho ou medo de parecer vulnerável, você não disse.
Não use as suas experiência como critério de análise para julgar a experiência dos outros. Coisas que para você foram fáceis para outras pessoas podem ser extremamente difíceis e dolorosas. Cada um sabe o peso da dor que carrega e não cabe a você se colocar na condição de juíz da dor de ninguém. O fato de você não ter vivido a história e nem ao menos tê-la represenciado já torna você inapto a julgá-la.
Assim como nosso nascimento nos trouxe o nascimento de todas as coisas, assim nossa morte trará a morte de todas as coisas. Por isso, chorar porque daqui a cem anos não estaremos vivendo é loucura igual a chorar porque cem anos atrás não vivíamos. A morte é origem de uma outra vida.
como é gostoso poder sentir o vento gelado batendo no meu rosto, ao me balançar sobre as águas...nunca perdi minha essência de criança.
- Relacionados
- Frases para pessoas invejosas
- 67 frases para pessoas especiais que iluminam a vida
- Frases sobre idiotas que mostram seu talento para a estupidez
- Frases de irmãos unidos para aqueles que são unha e carne
- Mensagem para uma pessoa especial
- Frases de filho para mãe que são verdadeiras declarações de amor
- Frases para Pessoas Tristes
