As Coisas Nao Acontecem por Acaso
“Se acaso aqueles que proclamaram amor por mim verdadeiramente me amassem,
Por que não aceitariam a minha inabilidade em expressar os sentimentos com destreza?
Ou melhor ainda, por que não aceitariam quem sou, e sim a imagem que criei em suas mentes?
As pessoas jamais me amaram com a sinceridade do coração,
Nunca me apelidaram com afeto verdadeiro, jamais trocaram palavras com a alma,
Elas sempre se utilizam da mente, forjando algo falso, artificial e repugnante.
Não desejo auxílio e jamais solicitarei assistência, apenas almejo elucidar a realidade de quão falsos e repulsivos somos enquanto seres humanos. Ao proferir tais palavras, incluo a mim mesmo, a ti, a nós, a todos. Somos meros animais cruéis, capazes de incutir temor até mesmo na própria natureza. Conseguimos corromper a essência pura do amor, de modo que agora metade das pessoas vive apreensiva em relação a ele, enquanto aqueles considerados menos dotados pela sociedade continuam a praticar o ato de amar.”
Não foi sorte, não foi acaso
Foi a mão do alto mudando meu traço
Minha história era falha, mas Ele reescreveu
Era pó, virou louvor, Deus resolveu
Não te preocura em saber onde estás,preocupa te em saber oporque lá estás,nada acontece por acaso se aconteceu é porque tinha que acontecer.
Vem cá. Você por acaso sabe a receita da felicidade?
...
Então não venha me dizer como tenho que viver.
Felicidade
é como um beija-flor
quando,
por acaso,
pousa em nossa mão.
E na surpresa
de não sabermos
o que fazer..
Bateu asas e voou!
26/11/20/15
não existe palavras para poder dizer o óbvio e o que lutamos pela vida a fora, o acaso existe para isso, quando as palavras não se expressam, naturalmente as pessoas envergam umas nas outras, se beijam, se agarram, fazem tudo aquilo sem solidão e sem medo do horror, é o que chamam de paixão ou enfeitam chamando de amor...
Que as tuas palavras sejam de paz, amor, e não de contenda. E se acaso for, me entenda: fique caladinho. Palavras sem carinho, que não brotam do coração, não merecem o meu escutar, não atraem a minha atenção.
O amor não é eterno por acaso. É eterno porque é escolhido, mesmo nos dias em que parece mais fácil desistir.
O acaso não erra: apenas nos mostra, em fragmentos, que jamais fomos senhores do que acreditávamos controlar. Cada gesto carrega ecos de mundos que não vivemos, e cada silêncio é mais eloquente que todas as palavras que ousamos pronunciar.
O Cálice Transbordante
Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?
Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.
Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.
Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.
Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.
Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar,
quando
reciprocado... é o compreensível amar.
O Cálice Transbordante
Por que me olhas, ó Vida, com olhos de espanto?
Acaso não vês que trago nas mãos um cálice tão cheio,
Que o amor nele contido, como um rio inquieto
Derrama-se sobre a terra árida dos dias comuns.
Buscando raízes que o aceitem?
Sim, carrego dentro de mim sóis internos,
Jardins noturnos de afeto não nomeado,
E um sentido mais vasto que o horizonte do mar.
É um vinho antigo, fermentado em silêncios,
Destinado a saciar a sede das estrelas...
Mas as estrelas são mudas, e seguem distantes.
Dizem que o amor é ponte para os objetivos,
A chama que ilumina o caminho da alma.
Eu o sei, ó Sabedoria Eterna!
Por isso insisto em erguer altares com as mãos vazias,
Em semear afeto no vento que passa,
Em oferecer meu peito como abrigo a pombas sem rumo.
Ah, se minhas asas pudessem carregar tanta dádiva!
Mas o tempo é lento, e os corações, quando se abrem,
Muitas vezes tremem como folhas de outono.
E eu fico aqui, na esquina do eterno,
Com os braços cheios de sementes douradas...
À espera de uma terra que as queira germinar.
Não me chames de iludido, emocionado em demaseio, chamem-me de, fiel.
Fiel ao rio que canta dentro do meu peito, pagodes, poemas..
Fiel ao sentido que nasce do próprio dar,
Fiel ao mistério de amar, mesmo sem destino.
Pois o amor que não encontra porto
Transforma-se em raiz.
E da raiz invisível nasce a árvore da resiliência,
Cujos frutos são a própria existência plena.
Assim sigo:
Com meu cálice transbordante,
Minha alma como oferenda,
E a certeza quieta de que o amor...
Mesmo não visto, mesmo não partilhado...
É o primeiro alicerce de todo sentido.
Porque antes de ser resposta, ele é pergunta sagrada.
Antes de ser encontro, ele é a coragem de permanecer aberto.
A busca de sentido no ato humano de amar, quando
reciprocado... é o compreensível amar.
André Vicente Carvalho de Toledo
O vazio que a vida traz não some por acaso. Ele se preenche quando encontramos algo que vale a pena carregar.
"Sorte não existe. É apenas um conjunto de eventos pré-determinados ao acaso, regidos aleatoriamente por ações de quem os realiza."
O Presente do Agora
Existem pessoas que não chegam em nossas vidas por acaso; elas chegam por providência. São, na mais pura essência, presentes que Deus desembrulha silenciosamente e coloca em nosso caminho nos dias em que mais precisamos, às vezes para nos curar, outras vezes para nos fazer voltar a acreditar na alegria.
Quando alguém assim aparece, a alma reconhece. Não precisamos saber quanto tempo a visita vai durar, porque a eternidade não se mede em anos, mas na intensidade dos instantes. O verdadeiro milagre está no prazer da convivência: no riso solto que escapa sem aviso, na conversa que faz as horas parecerem minutos, na paz de um abraço que reconstrói o mundo.
Esses momentos felizes são a assinatura de Deus em nossos dias. É Ele nos dizendo: "Aproveite. Sinta. Viva."
Por isso, não desperdice o hoje tentando adivinhar o amanhã. Mergulhe de cabeça na felicidade que está disponível agora. Valorize o toque, o olhar, a companhia. Diga o que sente sem medo e sem reservas. Porque, no final das contas, o que levamos dessa vida não é o tempo que passou, mas o quanto fomos capazes de ser felizes enquanto o tempo passava.
Cuide desse presente. Deus o confiou a você.
O acaso não se confunde com o nada é por acaso, são realidades distintas. Ambos seguem regras diferentes, mas compartilham um mesmo propósito, manifestando-se em situações diversas.
Tua luz não está por trás da montanha por acaso; é lá que estão aqueles que desejam ver teu brilho para permanecer na luz.
Quando você se depara com os fracos, não é por acaso é porque a sua força está em evidência.
A fragilidade alheia revela o tamanho daquilo que você suporta.
E, às vezes, o mundo coloca diante de nós aquilo que somos capazes de vencer, para provar que a verdadeira força não é ruído: é destino, é resistência, é a coragem silenciosa de permanecer de pé.
