As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Terminar uma frase, texto ou livro de sua autoria é mais triste do que as desgraças que acontecem no seu decorrer.
Você já parou pra pensar nos milagres q acontecem todos os dias o tempo todo?
é fácil perceber q aconteceu um milagre quando alguem tem uma recuperação repentina, quando uma criança apesar de viver num ambiente precário ao crescer consegue CRESCER na vida!
mais e vc ja parou pra pensar quantos milagres acontecem todos os segundos? agora mesmo acontece um! vc consegue ver ele? consegue enxerga onde ele esta?
esta aqui, e agora, acontecendo comigo e com vc... vc vÊ não é incrivel? pra alguns é a coisa mais natural do mundo! porem ja parou pra pensar quantas pessoas nunca olharam seu proprio rosto?
quantas pessoas no mundo nunca viram seus pais.
quantas pessoas no mundo jamais veram seus filhos.
Voce ja parou pra pensar quantas pessoas no mundo nunca viram o sol, a lua, as flores, não sabe como é um elefante, e nem um cachorro.
não sabe das cores, coisas simples elas jamais saberam como são.
vc ja parou para imaginar quantas noites de sono eles perderam?
sem ter ideia a diferencia da noite e do dia.
temos a capacidade de VER MAIS FECHAMOS OS OLHOS PARA AS COISAS SIMPLES DA VIDA!
Muitos reclamam de vida mas esqueceram que as consequências que acontecem HOJE... são as decisões do PASSADO
As grandes mudanças que acontecem em nossa vida ocorrem sem alarde e são construídas por meio da melhoria contínua dia após dia.
No viver da vida acontecem em nós coisinhas que passam dispersebido, mas são elas que fazem-nos grandes coisas
Nascer, crescer e morrer. A primeira e última só acontecem uma vez na vida, a do meio a vida inteira!
As tristezas e desolações que acontecem na vida deixam as pessoas monossílabas até com os mais chegados.
O sol se põe, a lua toma seu lugar, milagres acontecem; mas tudo é pequeno diante do brilho dos teus olhos.
As noites acontecem entre os dias para que renovamos nossas energias para um amanhecer cheio das dádivas de Deus. Portanto a nós cabe viver da melhor forma possível está oportunidade e fazer o que é agradável ao olhos de Deus!
Bom dia.
O QUE ME IRRITA MESMO...
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Há certas coisinhas que acontecem no nosso dia a dia que nos deixam visivelmente irritados: ir ao cinema e ter o azar de sentar ao lado do indivíduo que nos antecipa as principais cenas do filme.
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Ou, então, uma pessoa bem alta senta na poltrona à nossa frente; o mastigado crocante - também no cinema - dos comedores de pipoca ou do ploc-ploc dos chicletes; rangido de porta, nos escritórios, enquanto aguardamos ser atendidos; em casa, apressado para sair, na hora de pôr perfume, a tampa do frasco escorrega, rodopia no chão e vai repousar lá no cantinho embaixo do guarda-roupa ou de outro móvel qualquer; concordar com pessoas que nos pedem opinião, mas que, na verdade, precisam é de apoio moral.
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O que irrita mesmo é subir no ônibus e aguentar, sem poder dizer nada, aquelas pessoas que demoram uma eternidade na roleta pagando a passagem.
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Um dia desses, final de tarde, observei: uma senhora gorda, bem parecida, apresentado sinais visíveis de neurose, aproximou-se da roleta e tentou nervosamente abrir a primeira bolsa.
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Depois dessa, havia aquela bolsinha onde elas guardam moedas. Mexeu, remexeu, e nada de as moedas aparecerem.
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Em cima da gaveta do trocador havia de tudo. Um verdadeiro bazar: amostra de tecidos, grampos enferrujados, pente, botões, sianinhas, carnê do Baú da Felicidade. O que se pudesse imaginar estava ali exposto na mesinha do trocador.
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O tempo foi passando, passando (como é seu costume), e eu me enervando. A essa altura, já me sentia uma bomba. Só faltava explodir. Não demorou muito. Chovia e ainda não me encontrava sequer dentro do ônibus. Muni-me de paciência - qualidade rara hoje em dia - e suportei heroicamente a primeira etapa dessa angustiante maçada.
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A segunda etapa vai do momento em que ela retira a moeda da bolsinha, até o pagamento propriamente dito.
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Não entrarei em minúcias, por questão de brevidade. Bom, depois da longa "lengalenga", pudemos respirar naturalmente. Pensamos nós, passageiros.
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Mas que nada. Aconteceu o inesperado: a bolsa da dita enganchou na roleta e começou o puxa-puxa. Puxa daqui, puxa de lá, e eu sei, gente, que finalmente chegou a minha vez de pagar.
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Meti a mão no bolso para tirar a carteira, tentando ser mais rápido que todo mundo, querendo, com isto, me vingar mentalmente... Não a encontrei. Se não fosse minha timidez congênita, teria feito aquele escândalo.
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Pior do que tudo isso, e já não era pouco, os outros passageiros, saturados pela gorda, não compreenderam meu problema - o roubo da carteira - e começaram a me xingar deliberadamente.
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Essa não! Aí não prestou! Um verdadeiro disparo - de blasfêmias - cruzou no ar, juntamente com bofetes e encontrões. Estava todo mundo ababelado, à mercê do que desse e viesse, quando de repente ouviu-se o disparo de um revólver. Ficamos estáticos, pálidos, mal respirávamos.
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Poucos minutos depois, cada um de nós olhou para a cara do outro, meio sem jeito. Era como se quiséssemos inquirir: - Precisava de tudo isso!? Um pouco mais de calma não teria resolvido a questão? Mas agora é tarde demais.
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O silêncio é rompido pelo autor do disparo, um guarda da Polícia Civil, que falou com aspereza:
- O coletivo está detido e vai agora mesmo para a delegacia!
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Chegamos. O delegado, como sempre, fez perguntas de praxe e no final não deu em nada. Algumas multas, advertências e pronto. Uma história a mais dos propalados transportes coletivos. Fim de linha, fim de conversa!
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1977
Sobre o Ano Novo
Algumas datas acontecem em nós, mas em todas somos convidados, pela vida, para acontecer nelas. Que na contemplação do novo calendário, nos encontremos motivados a transformar, cada uma de suas datas, em dias comemorativos.
No ápice existencial das almas felizes, "espetáculos" acontecem no palco das consciências, irradiando luz nos corações, e transmitindo o magnetismo dos corpos, assim, manifestando a Divina arte... As sombras se dissipam em silêncio, e hoje, áureos já são os tempos, onde a luz carece transceder, e o seu reflexo, deve espargir no majestoso semblante do universo. Sejamos fiéis à arte do Cristo sem medir esforços, meus amados. O que seriam das notas musicais, se não fosse a íntima relação do artista com a bela musicalidade? O que seria do sorriso, ou mesmo da lágrima, se eles não nos causassem qualquer emoção? Como imaginar a sincronia dos corpos do universo, sem considerarmos as leis de atração e gravidade? Tudo funciona conforme as diretrizes de uma Lei soberana, através dos "moldes" que utilizamos, a partir daquilo em que realmente acreditamos, e sob os pilares da obra que humildemente representamos. O trabalho na arte, sob os critérios do mundo invisível, inicia-se na predisposição do "sentimento", desenvolve-se no pulsar da "vibração", eleva-se na construção do "Pensamento", e plenifica-se no aperfeiçoamento da "ação"... Somos "estrelas" dentro de uma infinita constelação, e a Divina Arte, abençoados, é o resultado da soma das nossas luzes individuais...
Afinidades acontecem quando a sensibilidade existe. E quando são elevadas, provém de fontes de luz.
