As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Em tempos de Natal, ensinar o valor das coisas deveria ter mais importância do que dar coisas de valor! O verdadeiro valor é o que se leva para a vida toda.
Correntes do ego.
Tem coisas que cansam, que precisam ser abandonadas ou simplesmente precisam ir. Quando isso acontecer experimente a si mesmo.
O amor reside nos detalhes. Nas coisas pequenas que se tornam enormes, quando se tem dedicação, carinho e zelo.
Assim, estamos construindo nossa vida juntos. E esse amor só cresce e se solidifica.
Obrigado por ser o meu par. Minha companhia e companheira. Eu te amo além da matéria,
Meu amor, hj com plena certeza digo: Vc é minha melhor companhia. Obrigada por fazer nossos dias, dias melhores, te amo ❤️❤️❤️❤️(Renata)
Cansei de tudo, desse jogo da vida onde sou disputado por coisas e pessoas.
Parem todos de agitação, tudo aqui não passa de ilusão, sensações apegadas.
Ser feliz é talvez perder para se perder então, reconhecer o que amo, à quem amo pela falta.
POETA NILO DEYSON MONTEIRO
Amizade verdadeira
Amizade a gente garimpa
Lapida e vira arte
Coisas boas e ruins
A gente reparte.
Amizade não se vende
E não se empresta
Amizade verdadeira
Simplesmente não contesta.
Nós caminhos dessa vida
Sem amizade não somos nada
Pois a cruz que carregamos
Pode ser muito pesada.
A dor do outro
Também lhe dói
A verdadeira amizade
O mal não destrói.
Der valor na amizade
Não perca por bobagem
Guarde-a no peito
E não em postagem.
Tem gente que ainda acha
Que riqueza é ter propriedade
E se esquece que a maior riqueza
Está em uma grande amizade.
Um amigo não julga o outro
Ele te mostra o caminho
Estende a mão
Para mostrar que você não está sozinho.
A amizade não tem valor
Pois o bem mais precioso
Está na simplicidade
Do verdadeiro amor.
Quando um amigo se vai
Um vazio nos abraça
O mundo fica cinza
E a vida mais sem graça.
Ame todas as coisas do mundo, nada é eterno, tudo é breve, passageiro, dura apenas um ou outro instante;
E todo instante, único, passageiro como nas badaladas do som do relógio,
com os segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos.
Todo mundo vai aos poucos esquecendo a própria existência
literalmente, desaparecendo da face da terra com o trabalho árduo até a morte.
Ninguém tem lembrança, memória.
Quem viveu aqui? Quem foi? Quem era?
Era uma pessoa alta? Era uma pessoa baixa? Era de bom carácter?
Adeus!
Ame a terra, essa cidade, esse local
Fique e permaneça.
O momento é do abandono ou da saudade.
Segue o trem da alegria
das falsas amizades
da falsa bondade
Aqui todo livro
é julgado pela capa
Tudo é aparência
Ninguém é amigo de ninguém
Cada um por si e Deus por todos
Segue o trem da alegria novamente
Segue a saudade, a tristeza, a falta de amor, compaixão
o mundo que vivo é esse
O céu cinza sobrepõe a todas as estações: primavera, verão, outono, inverno
Sempre plantamos algo
para não colher nada
Diante de tantas coisas só posso dizer que Deus é bom e que a vontade Dele é perfeita pois quando achamos que não teremos mais equilíbrio emocional, Ele vem, renova, transforma e dá forças! Ah! Se não fosse Deus! Pensem o que quiser... Digam o que quiser... O que importa que Deus é bom na minha vida! Toda honra e toda Glória a Ele!
Viver é muito simples, somos nós quem complicamos... Há coisas belas para serem admiradas na jornada, mas a maioria opta por olhar para as tristezas, muitos insistem em colecioná-las, quando poderiam colecionar delicadezas; muitos guardam rancor, poucos decidem permanecer com o amor no coração. A verdade é que tudo são escolhas, cada qual tem o direito de fazer as suas e viver com as consequências delas...
Mas benditos são aqueles que escolhem o amor, a paz, a fé e a gentileza. Esses serão felizes...
Sabe porquê dizem “as coisas vão melhorar”?. Dizem isso pra criar um senso de esperança para continuar seguindo em frente. E as coisas realmente vão melhorar, mas, só vão melhorar pelo fato de já estarem ruins, quando não tiver como piorar mais, e se tiver, vai chegar uma hora que não vai ter, daí, as coisas vão sim melhorar, ou seja, menos pior, porque você já é acostumado com o ruim.
Como muitas coisas na história, a História Científica também teve os seus começos pequenos, por vezes mesquinhos, as suas concessões ao poder, suas articulações a projetos de dominação, suas acomodações, ambiguidades, hesitações e recuos. Seja através do Positivismo ou do Historicismo, podemos vislumbrar o curioso paradoxo de que a ‘revolução historiográfica’ do século XIX não deixa de ter em seus inícios alguns aspectos bastante conservadores. Seu mundo contextual será o do assentamento da burguesia pós-revolucionária no poder, após os fracassos do projeto mais radical da Revolução Francesa e da derrocada definitiva da expansão napoleônica, sem mencionar o contexto decisivo da consolidação dos grandes estados nacionais que precisavam agora exercer um controle mais efetivo sobre a sua população, sobre o seu território e sua imagem.
O ambiente político e social que oferecerá uma confortável base de assentamento para o novo tipo de historiografia é aquele gerado pelo compromisso entre a burguesia industrial, as monarquias constitucionais e os setores aristocráticos que conseguiram se adaptar à nova sociedade industrial, de modo a conservar ao menos alguns privilégios. Além disso, de agora em diante já não será mais possível, à nova coligação de poderes políticos, ignorar os setores populares, ao menos como uma força social que precisa ser adequadamente manipulada e conduzida. Os sistemas disciplinares e as tecnologias de controle precisarão ser cada vez mais aperfeiçoados, de modo a atingir maior eficácia com mais sutileza. Mais do que nunca, o Poder precisa se assenhorear do Discurso. Éneste grande contexto que a nova historiografia encontrará seu especial momento de fecundidade, e as possibilidades de estender sua permanência para o futuro.
É claro que, ao lado destes começos pequenos e por vezes mesquinhos, a nova História Científica também surge em um momento histórico no qual começam a aflorar pequenas centelhas de esperanças partilhadas pelos mais diversos grupos sociais que haviam conseguido se fazer ouvir nos movimentos revolucionários iniciados na França e nos Estados Unidos da América, e que depois se expandem para o resto da Europa e para a América Latina. Vive-se também, neste momento, uma nova fase de confiança no Progresso da humanidade, tão bem expresso pelas novas descobertas científicas e invenções tecnológicas. A História Científica, se de um lado se liga à realidade política através de liames por vezes conservadores, é por outro lado um produto da segunda Modernidade europeia.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.2 - os primeiros paradigmas: Positivismo e Historicismo'. Petrópolis: Editora Vozes, p.12-13].
É impossível apagar certas coisas e torná-las lembranças porque elas se fazem tão reais e presentes, assim como a dor que insiste em nos lembrar que nada morreu, permanece vivo e pulsa de uma forma implacável...
