As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Cansei de tudo, desse jogo da vida onde sou disputado por coisas e pessoas.
Parem todos de agitação, tudo aqui não passa de ilusão, sensações apegadas.
Ser feliz é talvez perder para se perder então, reconhecer o que amo, à quem amo pela falta.
POETA NILO DEYSON MONTEIRO
O conhecimento é o meio pelo qual a gente pode, com mais precisão, fazer juízo de valor das coisas.
Amizade verdadeira
Amizade a gente garimpa
Lapida e vira arte
Coisas boas e ruins
A gente reparte.
Amizade não se vende
E não se empresta
Amizade verdadeira
Simplesmente não contesta.
Nós caminhos dessa vida
Sem amizade não somos nada
Pois a cruz que carregamos
Pode ser muito pesada.
A dor do outro
Também lhe dói
A verdadeira amizade
O mal não destrói.
Der valor na amizade
Não perca por bobagem
Guarde-a no peito
E não em postagem.
Tem gente que ainda acha
Que riqueza é ter propriedade
E se esquece que a maior riqueza
Está em uma grande amizade.
Um amigo não julga o outro
Ele te mostra o caminho
Estende a mão
Para mostrar que você não está sozinho.
A amizade não tem valor
Pois o bem mais precioso
Está na simplicidade
Do verdadeiro amor.
Quando um amigo se vai
Um vazio nos abraça
O mundo fica cinza
E a vida mais sem graça.
Ame todas as coisas do mundo, nada é eterno, tudo é breve, passageiro, dura apenas um ou outro instante;
E todo instante, único, passageiro como nas badaladas do som do relógio,
com os segundos, minutos, horas, dias, semanas, meses e anos.
Todo mundo vai aos poucos esquecendo a própria existência
literalmente, desaparecendo da face da terra com o trabalho árduo até a morte.
Ninguém tem lembrança, memória.
Quem viveu aqui? Quem foi? Quem era?
Era uma pessoa alta? Era uma pessoa baixa? Era de bom carácter?
Adeus!
Ame a terra, essa cidade, esse local
Fique e permaneça.
O momento é do abandono ou da saudade.
Segue o trem da alegria
das falsas amizades
da falsa bondade
Aqui todo livro
é julgado pela capa
Tudo é aparência
Ninguém é amigo de ninguém
Cada um por si e Deus por todos
Segue o trem da alegria novamente
Segue a saudade, a tristeza, a falta de amor, compaixão
o mundo que vivo é esse
O céu cinza sobrepõe a todas as estações: primavera, verão, outono, inverno
Sempre plantamos algo
para não colher nada
Diante de tantas coisas só posso dizer que Deus é bom e que a vontade Dele é perfeita pois quando achamos que não teremos mais equilíbrio emocional, Ele vem, renova, transforma e dá forças! Ah! Se não fosse Deus! Pensem o que quiser... Digam o que quiser... O que importa que Deus é bom na minha vida! Toda honra e toda Glória a Ele!
Viver é muito simples, somos nós quem complicamos... Há coisas belas para serem admiradas na jornada, mas a maioria opta por olhar para as tristezas, muitos insistem em colecioná-las, quando poderiam colecionar delicadezas; muitos guardam rancor, poucos decidem permanecer com o amor no coração. A verdade é que tudo são escolhas, cada qual tem o direito de fazer as suas e viver com as consequências delas...
Mas benditos são aqueles que escolhem o amor, a paz, a fé e a gentileza. Esses serão felizes...
Sabe porquê dizem “as coisas vão melhorar”?. Dizem isso pra criar um senso de esperança para continuar seguindo em frente. E as coisas realmente vão melhorar, mas, só vão melhorar pelo fato de já estarem ruins, quando não tiver como piorar mais, e se tiver, vai chegar uma hora que não vai ter, daí, as coisas vão sim melhorar, ou seja, menos pior, porque você já é acostumado com o ruim.
Como muitas coisas na história, a História Científica também teve os seus começos pequenos, por vezes mesquinhos, as suas concessões ao poder, suas articulações a projetos de dominação, suas acomodações, ambiguidades, hesitações e recuos. Seja através do Positivismo ou do Historicismo, podemos vislumbrar o curioso paradoxo de que a ‘revolução historiográfica’ do século XIX não deixa de ter em seus inícios alguns aspectos bastante conservadores. Seu mundo contextual será o do assentamento da burguesia pós-revolucionária no poder, após os fracassos do projeto mais radical da Revolução Francesa e da derrocada definitiva da expansão napoleônica, sem mencionar o contexto decisivo da consolidação dos grandes estados nacionais que precisavam agora exercer um controle mais efetivo sobre a sua população, sobre o seu território e sua imagem.
O ambiente político e social que oferecerá uma confortável base de assentamento para o novo tipo de historiografia é aquele gerado pelo compromisso entre a burguesia industrial, as monarquias constitucionais e os setores aristocráticos que conseguiram se adaptar à nova sociedade industrial, de modo a conservar ao menos alguns privilégios. Além disso, de agora em diante já não será mais possível, à nova coligação de poderes políticos, ignorar os setores populares, ao menos como uma força social que precisa ser adequadamente manipulada e conduzida. Os sistemas disciplinares e as tecnologias de controle precisarão ser cada vez mais aperfeiçoados, de modo a atingir maior eficácia com mais sutileza. Mais do que nunca, o Poder precisa se assenhorear do Discurso. Éneste grande contexto que a nova historiografia encontrará seu especial momento de fecundidade, e as possibilidades de estender sua permanência para o futuro.
É claro que, ao lado destes começos pequenos e por vezes mesquinhos, a nova História Científica também surge em um momento histórico no qual começam a aflorar pequenas centelhas de esperanças partilhadas pelos mais diversos grupos sociais que haviam conseguido se fazer ouvir nos movimentos revolucionários iniciados na França e nos Estados Unidos da América, e que depois se expandem para o resto da Europa e para a América Latina. Vive-se também, neste momento, uma nova fase de confiança no Progresso da humanidade, tão bem expresso pelas novas descobertas científicas e invenções tecnológicas. A História Científica, se de um lado se liga à realidade política através de liames por vezes conservadores, é por outro lado um produto da segunda Modernidade europeia.
[texto extraído de 'Teoria da História, vol.2 - os primeiros paradigmas: Positivismo e Historicismo'. Petrópolis: Editora Vozes, p.12-13].
É impossível apagar certas coisas e torná-las lembranças porque elas se fazem tão reais e presentes, assim como a dor que insiste em nos lembrar que nada morreu, permanece vivo e pulsa de uma forma implacável...
Os dias difíceis servem para provar o quão fortes nós somos. E nos ensinam, coisas que jamais imaginávamos saber.
Raios de sol
Mais uma vez o meu despertador toca às 5:00 da manhã, uma das poucas coisas que me deixa melhor é ver o nascer do sol, os primeiros raios de sol me trás uma esperança de vida novamente. Me encontro sentado naquela velha cadeira de balanço, a madrugada ainda persiste e antes do céu se tornar laranja mil coisas ainda passam pela minha mente, e meus vícios já estão ao meu lado, meu café forte e o cigarro que já me acompanham a anos, e os rimeiros raios tão esperados não aparecem, já são quase 6:30, e ainda tenho fé de ver o sol nascendo e trazendo esperança para minha vida… mas nem tudo é como queremos o tempo nubla, o céu está cinza, não tem resquício do maldito sol que eu usava para iluminar minha vida e com sorte minha o meu dia, estou no quinto cigarro, meus pensamentos continuam obscuros e sinto que pode piorar, ainda me pergunto por que não desisti de tudo isso, por que não parei de me iludir com malditos pensamentos positivos, por que continuo pensando que o sol irá me trazer algum tipo de melhora, todos os dias são igual com ele ou sem ele, seja noite ou dia meus pensamentos continuam os mesmo… sempre os mesmo… sinceramente me sinto em um cemitério e todas as covas e túmulos são sonhos perdidos, e eu sou o maldito coveiro, enterrando todos os meus sonhos…
apago meu cigarro e volto a dormir….
A vida é boa!
Deseje que seja! Mentalize que às coisas passam e às quê sobraram, foram às experiências.
Curta sua casa, família e amigos verdadeiros.
Tudo é conjunto do que você construiu e que vai conseguir fazer ainda.
*O mundo gira e você está aí, para fazer a diferença!*
