As Coisas Nao Acontecem por Acaso

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⁠Aceitar as coisas como elas são, é a verdadeira aceitação.

Eu peço a Deus que todos os cristãos professos destes dias possam aplicar estas coisas aos seus corações. Que nós nunca esqueçamos que os privilégios sozinhos, não podem nos salvar. Luz e conhecimento, pregações fiéis, meios abundantes de graça e a companhia de pessoas santas são todos grandes bênçãos e vantagens. Felizes aqueles que os tem! Mas no final de tudo, há uma coisa sem a qual privilégios são inúteis: a graça do Espírito Santo. A esposa de Ló teve muitos privilégios; mas não teve a graça de Deus em seu coração.

Aquele jeito que você me olhou
Varreu meu pensamento
Todas as coisas sairam do chão
E eu me esqueci de tudo

E antes que eu me desse conta
Já era seu meu querer
Foi como o sol que desponta
Uma montanha dourada
Na terra do faz de conta
Pra me banhar de prazer

Mas o vazio que você deixou no meu apartamento
Quase transbordou meu coração
Meu mundo ficou mudo
Você foi pra tão distante
E eu quero tanto te ver
Por isso não se espante se numa noite bela
Aquela estrela brilhante em sua janela bater

“Tanto as coisas difíceis quanto as mais simples, para ficarem perfeitas, necessitam de tempo para sua realização.”

“Use seu tempo com coisas úteis e você nem o verá passar.”

"Coisas simples e úteis para nossas vidas só foram inventadas recentemente. E estas coisas sempre existiram, só faltava alguém para descobri-las."

A fidelidade nas pequenas coisas é algo grandioso

⁠Inversão de valores

Amamos coisas
Usamos pessoas.

Conectado com o mundo
Desconectado em si mesmo.

Ficou On nas redes
E Off na vida.

Eu quero aquilo que interrompe o funcionamento normal das coisas.

o tipo de acontecimento que faz os velhos instintos parecerem obsoletos. que invade sem violência, mas quando vai embora leva junto a pessoa que existia cinco minutos antes.

não procuro conforto.

conforto conserva.

eu quero uma força que torne meus antigos refúgios inutilizáveis, que faça meus excessos perderem o gosto sem que eu precise travar guerra contra eles. quando a mudança é verdadeira, o esforço vira detalhe.

quero desaprender naturalmente.

como quem esquece um idioma porque encontrou outro mais bonito para pensar.

quero ser confrontado por algo que me obrigue a crescer na mesma velocidade em que destrói minhas desculpas. que embaralhe minhas certezas até eu não reconhecer mais o mapa que passei anos desenhando.

e, quando tudo terminar, que não reste a satisfação de ter vencido.

quero restar diferente.

há transformações que parecem acidentes.

as melhores sempre foram destino disfarçado.

porque existe um ponto em que insistir na antiga versão de si mesmo deixa de ser fidelidade.

e passa a ser desperdício.

ou talvez não.

talvez eu queira exatamente o contrário.

que nada me alcance fundo o bastante para exigir uma reconstrução. que tudo passe como passam os estranhos na calçada: vistos por um instante, esquecidos na esquina seguinte.

quero permanecer intacto.

que meus hábitos sobrevivam a qualquer novidade. que minhas convicções envelheçam comigo. que nenhuma experiência seja convincente o suficiente para mudar a direção dos meus passos.

não quero perder o gosto pelas velhas fugas.

nem descobrir um idioma novo se isso significar esquecer o primeiro.

prefiro os mesmos erros pela intimidade que construí com eles.

prefiro reconhecer o teto das minhas limitações do que correr o risco de descobrir que ele nunca existiu.

há uma tranquilidade quase elegante em jamais ser surpreendido.

em nunca precisar rever.

em nunca precisar ceder.

no fim, talvez a maior ambição seja essa:

atravessar a vida sem deixar que ela atravesse de volta.

"Primeiro você acredita que há uma substância inteligente, da qual todas as coisas procedem.
Segundo você acredita que esta substância lhe dá tudo que você deseja.
Terceiro você relaciona-se a ela por um sentimento de gratidão forte e profundo.
Muitas pessoas que vivem corretamente, de uma forma ou de outra, permanecem na pobreza por falta de gratidão.
Recebendo um presente de Deus, cortam os fios que os conectam com Ele, e não tem o reconhecimento. É fácil compreender que quanto mais próximo nós vivemos da fonte das riquezas,
mais riqueza receberemos, e é fácil também compreender que a alma que é
sempre grata vive mais próxima de Deus do que aquela que nunca tem
reconhecimento e gratidão.
Quanto mais gratidão ao supremo nós tivermos em nossas mentes, ao receber as coisas boas, mais coisas nós receberemos, e mais rapidamente virão.
E a razão é simplesmente porque a atitude mental da gratidão coloca a mente em estreita proximidade com a fonte de onde vêm essas bênçãos." (Wallace Wattles)

⁠Energias negativas
Delas eu sou desprendida
E das coisas impossíveis
Enfrento, sou destemida.

Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
26 Março 2025

As coisas que lhe pertence
Elas vão lhe perceber
Irão seguir os seus passos
E nunca Irão lhe perder
Mas só irão lhe encontrar
Quando você despertar
E pra elas quiser viver.


Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
11 novembro 2025

❝ *Há duas coisas
das quais o homem deve
se envergonhar:*

*O fingimento
e a inveja.*

*E uma da qual deve
fugir:*

*A mulher adúltera.* ❞

⁠Às vezes, as almas carentes e iludidas precisam tropeçar nas coisas simples para descobrirem que não são tão multifacetadas quanto se imaginam.


É preciso que elas tropecem justamente no óbvio — nas coisas simples, pequenas e cotidianas — para que o espelho da realidade se imponha sem filtros.


Não é a queda em si que dói, mas a revelação silenciosa que vem com ela.


A de que a complexidade que julgavam habitar era, muitas vezes, apenas um disfarce para vazios existenciais não encarados.


O tropeço no simples desarma personagens muito cuidadosamente construídos.


Ele desmonta discursos sofisticados…


Desmonta a vaidade dos rótulos e expõe o que ficou negligenciado: a dificuldade de lidar com limites, frustrações e com a própria incompletude.


Descobrir-se menos multifacetado do que se imaginava não é fracasso — é início.


É o ponto exato onde fantasia cede lugar à consciência.


Porque só quando a ilusão cai é que a alma tem chance de crescer de verdade.


E, curiosamente, é na simplicidade da vida — tantas vezes desprezada — que mora a lição mais profunda sobre quem realmente somos.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Os políticos-influencers são Especialistas
só em duas coisas: gerar Despesas e Conteúdo
para a Política do Espetáculo.


Vivemos um tempo em que a Visibilidade passou a ser confundida com Relevância.


Em vez de prestar contas dos resultados, muitos Agentes Públicos passaram a Caçar likes, comentários, compartilhamentos, engajamento.


A Política, que deveria ser o espaço do planejamento, da negociação e da construção de Soluções Coletivas, transforma-se, frequentemente, em um Palco onde a Performance vale muito mais do que a Entrega.


Não há problema algum em um representante usar as Redes Sociais para informar, dialogar e prestar contas.


Muito pelo contrário: transparência e diálogo com o público são partes importantes da Democracia.


O problema surge quando a comunicação deixa de ser instrumento e se torna finalidade.


Quando a câmera passa a determinar a agenda, o gesto simbólico substitui a ação concreta e o algoritmo passa a valer mais do que o Interesse Público.


Nesse cenário, a lógica do Espetáculo produz uma inversão muito perigosa.


O anúncio importa mais que a obra.


A polêmica rende mais do que a proposta.


Vídeos viralizam, enquanto os problemas permanecem.


O mandato deixa de ser medido por Políticas Públicas eficientes e passa a ser avaliado pelo alcance das publicações.


O custo dessa transformação não se limita ao orçamento destinado à divulgação ou à produção de conteúdo.


O maior prejuízo é institucional.


A confiança nas instituições se desgasta quando a população percebe que há Excesso de Marketing e Escassez de Resultados.


A política perde profundidade, o debate público empobrece e temas complexos passam a ser tratados como produtos de consumo rápido.


Democracias sólidas precisam de representantes que Comuniquem bem, mas, acima de tudo, que Governem bem.


A boa presença digital deve ser consequência de um trabalho consistente, e não um substituto para ele.


Afinal, a função de um mandato não é colecionar visualizações, mas produzir transformações que resistam ao tempo — mesmo quando as câmeras já foram desligadas.

Sentir rica é um estado de espírito"


O mundo tenta medir o sucesso por coisas que o tempo apaga, mas a verdadeira riqueza é um tesouro que a gente carrega na alma. Eu me sentir rica acontece todas as manhãs quando acordo e percebo que nossos caminhos se cruzaram nesta existência. Olhar para a nossa vida, celebrar nossas conquistas e sentir o abrigo dos teus braços é ter a certeza de um reencontro abençoado. Cuidar do teu ser e me sentir cuidada por ti é o que me faz rica, em uma sintonia que vai muito além desta vida."

Seguiremos valorizando as coisas enquanto tivermos o maior valor de todos: a vida. E quando ela acabar,
ficam apenas as coisas."⁠

⁠Existem três coisas que nos levam a conhecer a Deus: a oração, a Bíblia e a dor.

Idiocracia: quem ama coisas mais que pessoas 🤪💔