As Coisas Nao Acontecem por Acaso
Aquele que não reconhece seus próprios erros, não é digno de confiança. Ainda que estejamos vivendo tempos estranhos, a palavra, a honra, o respeito, o sim e o não continuam tendo valor.
Não basta que a universidade seja sólida, inovadora e criativa. Embora esses elementos sejam essenciais, é fundamental transformá-los em ações concretas. É essa conversão que permitirá à instituição alcançar o sucesso e se destacar como uma IES relevante
A Guerra Cultural não visa apenas conquistar bens e territórios, mas, sobretudo, a mente, a consciência e o espírito dos seres humanos.
Poupe dinheiro, não guarde. Quem só guarda dinheiro pode acabar gastando com algo que nem desejava realmente.
Reflexão
A vida continua sendo um reflexo de seus atos e suas atitudes, o dia não muda, continua tendo 24Hs.
o cego que não quer ver,
pode ter sido pago para não enxergar;
o mudo, em silêncio,
pode ter sido pago para se omitir.
Os novos postulantes querem a universidade não para se doutorarem, no sentido pedante e ocioso da expressão, mas para adquirem conhecimentos que os qualifiquem para o trabalho futuro, útil, que terão de produzir. Nisto está o essencial do problema: os estudantes compreenderam a essência alienada da universidade brasileira, sua função desambientadora, sua quase nula atuação progressista, sua inadequação às tarefas exigidas pelo país, e a querem precisamente como instrumento para revogar e pôr termo a toda essa alienação...Aos estudantes cabe, evidentemente, o principal papel neste processo transformador da universidade porque são eles os primeiros a compreender as ideias como as que estamos enunciando e a lutar por elas.
A QUESTÃO DA UNIVERSIDADE, pág. 14-15
"A acusação de que na universidade pouco se trabalha e dificilmente se estuda não significa, em verdade, uma acusação, mas o registro do escrupuloso cumprimento de uma norma intencional. A universidade não foi concebida nem é dirigida em função do trabalho social útil, mas do estudo ocioso, da cultura alienada, da pesquisa fortuita e sem finalidade imperiosa"
A QUESTÃO DA UNIVERSIDADE, pág. 27
O que o professor burocrata, medíocre, displicente, sabe e ensina, não reforma, mas conserva a universidade. Logo, não pode ser ela o instrumento da transformação exigida pela sociedade no seu movimento histórico...Compete aos estudantes associarem-se a estes mestres mais esclarecidos, incentivarem as suas atividades inconformistas, apoiarem-nos, para no diálogo com eles mantido, conseguir fazê-los progredir o mais possível no sentido de compreensão comum do problema e da batalha em que necessitam aliar suas forças.
A QUESTÃO DA UNIVERSIDADE, pág. 90-91
Eu não preciso estar perto para estar presente. De longe, eu não nunca estive tão presente como estou agora.
...o escritor brasileiro, via de regra, trabalha sozinho. Não dispõe, como os seus confrades estrangeiros, pelo menos os dos países ditos desenvolvidos, de secretárias. Como eu sempre fui, para escrever os meus livros, pesquisador, anotador, redator, datilógrafo e revisor...
A FÚRIA DE CALIBÃ, pág. 228
