As Coisas Findas muito mais que Lindas

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"O homem instruído conhece muitas coisas. O homem educado conhece a si próprio."

Descrever a virtude da visão tridimensional e o *cubismo politico*
Ver as coisas em fragmentos depois analisar melhor entendimento de bidimensional so é simplicidade compreensão do passado, hoje vi que tridimensional da fogueira tras nobreza politica digital com seu feudo tecnológico e suas amarras das bigs tec, e sua resposta a sociedade moderna é antológica como escravos digitais , tornam o ser humano em bots robôs. Como assim terei que escrever livros para explicar o óbvio da visão tridimensional, a prisão é a caverna os escravos não precisa de correntes vivem felizes não reclama pelo ao contrário comemoram a vida em conflitos sociais, tendo pensamentos abstratos da realidade, os desenhos na parede são expostos pela ganância e a falta de caráter, esses desenhos sao feitos pela inteligência artificial. A questionar esse interessante intelectual....
A quem atribuição da gradiosas bigstec e suas corporação dissem é simplicidade a democracia será?
Meus textos são curtos e coloco assunto complexo paradoxos sociais são apresentados.

A vida fica melhor quando a gente começa a agradecer e para de reclamar. Para atrair coisas boas, é preciso vibrar coisas boas…

⁠Não se apegue em coisas que tem fim, valorize algo que o dinheiro não compra, como paz interior uma boa noite de sono e amor no que se faz.

⁠⁠Dinheiro não trás felicidade, ele proporciona liberdade, coisas que sem dinheiro você jamais iria conseguir e automaticamente você realizando desejos internos isso te trás felicidade, mais não o fato do dinheiro em si.

⁠Respeite o dinheiro não veja só como um papel que compra coisas, e sim um aliado para grandes conquistas e oportunidade para mudar vidas.

As pessoas nos ensinam muito, ao nos fazerem olhar para as coisas ao nosso redor com um novo olhar.

⁠Os políticos-influencers são Especialistas
só em duas coisas: gerar Despesas e Conteúdo
para a Política do Espetáculo.


Vivemos um tempo em que a Visibilidade passou a ser confundida com Relevância.


Em vez de prestar contas dos resultados, muitos Agentes Públicos passaram a Caçar likes, comentários, compartilhamentos, engajamento.


A Política, que deveria ser o espaço do planejamento, da negociação e da construção de Soluções Coletivas, transforma-se, frequentemente, em um Palco onde a Performance vale muito mais do que a Entrega.


Não há problema algum em um representante usar as Redes Sociais para informar, dialogar e prestar contas.


Muito pelo contrário: transparência e diálogo com o público são partes importantes da Democracia.


O problema surge quando a comunicação deixa de ser instrumento e se torna finalidade.


Quando a câmera passa a determinar a agenda, o gesto simbólico substitui a ação concreta e o algoritmo passa a valer mais do que o Interesse Público.


Nesse cenário, a lógica do Espetáculo produz uma inversão muito perigosa.


O anúncio importa mais que a obra.


A polêmica rende mais do que a proposta.


Vídeos viralizam, enquanto os problemas permanecem.


O mandato deixa de ser medido por Políticas Públicas eficientes e passa a ser avaliado pelo alcance das publicações.


O custo dessa transformação não se limita ao orçamento destinado à divulgação ou à produção de conteúdo.


O maior prejuízo é institucional.


A confiança nas instituições se desgasta quando a população percebe que há Excesso de Marketing e Escassez de Resultados.


A política perde profundidade, o debate público empobrece e temas complexos passam a ser tratados como produtos de consumo rápido.


Democracias sólidas precisam de representantes que Comuniquem bem, mas, acima de tudo, que Governem bem.


A boa presença digital deve ser consequência de um trabalho consistente, e não um substituto para ele.


Afinal, a função de um mandato não é colecionar visualizações, mas produzir transformações que resistam ao tempo — mesmo quando as câmeras já foram desligadas.

Reflexão


Quando se faz as coisas como se fosse para Deus.
Não tem como dar errado,
porque Ele está ao teu lado,
conduzindo-te da melhor forma.

Se brigar resolvesse, as guerras não perdurariam anos a fio e; pior sequelando pessoas e coisas…

Tente concluir a maioria das coisas que você começa. Se você começar muitas coisas e não concluir, você irá correr o risco de não terminar nada que começou.

Tenha constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminha é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.

Tenha sempre constância. Termine a maioria das coisas que você começa. Quem costuma sempre começar e não terminar alguma coisa é muito inconstante e pode correr os risco de nada ser.

A pessoa madura costuma terminar, na maioria das vezes, as coisas que começa, ao contrário do imaturo, que é mestre em iniciar tarefas que ficam sempre inacabadas.

Por dinheiro, as pessoas fazem muitas coisas. Mas por prestígio, se escala até o Monte Everest.

Estamos num lugar distante
Difícil de se chegar
Cercados pelas coisas de maior valor
Que a vida traz
Nenhuma delas pode ser tocada
Nada é pra sempre
São quatro ruas de uma mesma esquina
Um leque num mercado de magias
Por mais veloz que a gente corra
O tempo, desigual
Vem mais depressa
Nessa hora
A nossa lealdade pela vida à toa
Soa em forma de saudade
Mais dia, menos dia
Chegamos no lugar tão longe
Que sabe quem se sabe só
Estava escrito na fachada
O nome do lugar é hoje
Mas não adianta chamar
Agora chove
E ele finge que não nos ouve.

Edson Ricardo Paiva.

Eu queria ter talento
pra escrever
Alma de artista
pra dizer
As coisas que eu gostaria
que soubesse
Te convencer
de algo difícil de crêr
Se nem sabias que coubesse
Tanto amor
Em um só coração
Se eu fosse um pintor talentoso
e tivesse traço preciso
Eu pintava teu retrato
e botava um sorriso
em teu rosto
Em tuas mãos desenharia
Um um lindo buquê de narcisos
para olhar-te
todo dia
Não há como desenhar-te
Reproduzir tão divina
Arte
Tua imagem é poesia
A mais bela poesia
Que Deus escreveu
Concretizou-se
No dia em que você
Nasceu
Impressionismo discreto
despertando
suspiros concretos
Quando observamos
Tal beleza decidida
por você
valeu-me ter vivido
minha vida.

Demora
E de tanto que demora
Tem vezes que os rios secam
São coisas que não se explica
A gente apenas as aniquila
Enquanto isso
O Sol no Céu
Ele só desfila
Tem horas que ele faz isso
No mais, as flores se vão
Cada uma disse o que pensa
Em suma: tranqüila tonalidade
Seu credo, seu medo ou crença
A gente não sabe o que sente o Sol
É hora, tem horas que eu sei
Que a frase bonita passou
Vai chegar dezembro, conforme os planos
Mas a diferença é de tantos anos
Cá no meu canto
Planto prantos e poesias
Quem sabe um dia
Por tanto plantá-las
As uso
Num triste dialeto
de tantas falas
Mas não traduzo
Hoje eu já sei
Que nunca vai ser agora
Demora!

Edson Ricardo Paiva.

Lições.

Eram coisas que brilhavam
Pendiam da luz que vinha do alto
Eram brotos, eram sementes
Espalhadas pelo chão
Eram pedras à beira-mar
desde que o mundo era mundo
Eram folhas mortas
Eram gotas de chuva
Eram pássaros nos galhos
Havia também estradas
Idas e voltas
Atalhos
Eram ponteiros que giravam
A vida tiquetaqueou cada segundo
Eram coisas sem brilho também
Era avô, era pai, era filho
Era amor, era odor, era trem, era trilho
À espera do que não vinha
Mas que de tanto esperar
Também veio
Mas não tinha ninguém à porta
Era só diversão e passeio
Não havia tempo pra aprender
A lição das estrelas
distante demais para vê-las
Tampouco das folhas mortas
Que outro dia eram só sementes
As pedras caladas e ausentes
Os Pássaros cantantes
Tamém não diziam nada
Os caminhos também já não podem
Levar aos lugares que conduziam
Era tanta lição para ser aprendida
Eram coisas caladas
Que estavam ali, somente pra serem vistas
Era tanto tempo
A ser preenchido à toa
Que não dava tempo
E a boa lição desta vida
Não pode mais
Ser aprendida
Por aqueles que tudo já sabem
E que vão dormir infelizes no final do dia
Suplicando aos seus deuses
Que as estrelas desabem do Céu
E que a todas elas
Esmaguem.

Edson Ricardo Paiva.

Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar

Edson Ricardo Paiva