Arvore de Amigos
Fragil e sem querer como uma brisa leve, fria e seca.. ela se desprende do meio da arvore. Meio amarelada e sem direçao, ela vai parar em algum lugar, mas nao no chao. Vai demorar para ela alcansar algum lugar e cada vez vai ficando mais dificil de enxergar, ou faze-la voltar. Importante para a arvore ela sempre será. E igual a ela nunca exitira.Como uma folha;
Que ilusão a minha de achar que a árvore
se mantém para sempre ereta, firme e forte…
As raízes se não bem cuidadas, perdem a força…
Se não cultivadas,
Banhadas de sol, de chuva, de luz e calor
se esvaem como o tempo e o vento que tudo levam…
Um dia acordei e percebi que não estava ali por ter raízes,
Estava ali por estar..
Pelo ficar…
Pelo cômoda sensação falsa de lar…
Pelo meu querer acreditar…
Mas, o vento levou…
O tempo passou..
Eu também passei!!!
Apenas me deixei ficar,
porém, sem mais estar…
Hoje, percebi que as minhas raízes não estão no chão…
Não estão no ali..
Elas estão no que está por vir…
É hora de partir!
Experimentar outros solos, noutras terras
Frutificar e criar novos frutos…
Olha ela ali...
Menina carente,olhar de tristeza
por trás de uma árvore
a te espiá
Olha ela lá...
De saia amarela
com a flor no cabelo
esperando um olhar
A Flor é tão linda
A Flor é tão fragil
precisa de alguém pra conversar com ela
Num toque suave
com um olhar radiante
precisa de luz
A Flor Amarela.
Tem pessoas que enxergam uma floresta, mas não enxergam uma árvore! Outras vêem um copo meio cheio e outras meio vazio!
No circo o palhaço faz sua graça e na árvore o macaco faz suas travessuras, mas o falto de conhecimento no meio dos sábios a todos faz rir.
Sustentabilidade é quando podemos ver; sentir; tocar numa flor, numa árvore, comer uma fruta, sentir o perfume das manhãs, respirar ar puro, tomar a água límpida de um riacho e deixar tudo lindo para que nossos filhos e netos possam sentir, comer, tocar, ver, beber e respirar o mesmo ar puro que um dia tivemos para nós.
05/06/10
Esperar do amor à constância é algo impossível, é como desejar todos os dias frutos de uma arvore que ó os produz na primavera.
Outono, outro gosto. Sabor de folhas caindo ao chão. E aquela velha árvore de sombra distante? É na calada da noite que ela me cala.
O planeta se encontra em tal nível crítico da economia e da sustentabilidade que nem mesmo as árvores andam "dando em árvores".
A árvore morta
Num inverno, quando eu ainda era criança, meu pai estava precisando de lenha. Procurou uma árvore morta e a cortou.
Mas, quando chegou a primavera, viu que no tronco daquela árvore que tinha cortado, nasciam novos brotos. Meu pai ficou desolado.
Então ele disse:
- Tinha certeza de que aquela árvore estava morta. Perdera todas as folhas no inverno e fazia tanto frio que os galhos quebraram e caíram no chão, como se o velho tronco tivesse ficado sem vida. Mas agora percebo que ainda existia vida naquele tronco.
Depois voltou-se para mim e aconselhou-me:
- Não esqueça esta lição. Nunca corte uma árvore no inverno. Não tome uma decisão negativa no tempo adverso. Nunca tome decisões importantes quando se sentir desanimado, deprimido e com o espírito abatido. Espere. Seja paciente. A tormenta passará. Lembre-se: a primavera voltará!
Neste Natal
Acenda as luzes da tua árvore natalina,
Brilhe em ti a luz do amor e resplandeça todos ao seu redor.
Na árvore da vida
Na natureza a orquídea e árvore vivem uma relação de troca. A árvore fornece abrigo e a orquídea fornece nutriente e uma beleza inconfundível. Ao contrário das trepadeiras como ervas daninha, parasitas que se fixam nos galhos das árvores e sugam sua energia, cobrem o tronco de modo a não permitir a passagem da luz.
Na árvore da vida algo semelhante acontece.
Nas relações interpessoais há pessoas ”orquídeas” que chegam à nossa vida agregando-nos a beleza da sua amizade. Numa relação de troca através dos frutos da bondade, empatia e amor, alimentamos a nossa alma, fornecendo abrigo seja no conforto das palavras ou num abraço amigo. Porém, há pessoas “trepadeiras” que nos chegam como “ervas daninha” carregadas de veneno. A princípio parecem inofensivas, mas com o passar do tempo notamos o amargo nos seus frutos de egoísmo, falsidade e maldade, tentando envenenar a nossa alma, sugar a nossa energia e apagar a nossa luz. Que na árvore da vida possamos ter discernimento para identificar as diferenças entre “orquídeas” e “trepadeira” num mundo de ervas daninha.
“A árvore da vida é uma árvore da ilusão, com todos os seus ramos, folhas e flores. Você pode perceber isso intrinsecamente quando fizer todos os atos como oferendas dedicadas a Deus. Veja-O como a seiva através de cada célula, como o aquecimento solar e a constituição de cada pequena planta. Veja-O em todos, adore-O através de todos, pois Ele é tudo! Envolva-se em atividade, mas a preencha com devoção: É a devoção que santifica! Um pedaço de um papel é quase lixo, mas se for um certificado que você obteve, você o valoriza e o aprecia, não é? Ele ainda se torna um passaporte para a sua promoção na vida! Assim também é a intenção e o pensamento (Bhava) por trás de suas ações que importam, não a pompa externa e o show (Bahya). Trabalho, Adoração e Sabedoria são complementares, não contraditórios! Não os separe! Trabalho é como seus pés, adoração é suas mãos e Sabedoria é sua cabeça. Todos os três devem cooperar ao longo de sua vida! (Discurso Divino, 14 de janeiro de 1966) ”
Sathya Sai Baba
Como uma árvore preste a ser cortada
E assim que me sinto
Como uma crianca sem a mãe por perto
E assim que eu me sinto
Mesmo que visse o papai Noel
Eu saberia que ele apenas
Um homem tentando me engana como todos os outros
Triste
E assim que me sinto
A solidão e pouco
E a escuridão e quase nada
E por mas que eu me alegre
A tristeza me deixa triste
E mesmo sem motivo
E assim que me sinto
Como uma árvore preste a ser cortada
Bem-aventurada e sábia a mulher que na sombra de uma arvore frutífera regada por um ribeiro de aguas encontrou repouso para seu ninho..
Eu não preciso de muito... De todos os lugares, aquela pedra, com aquela mesma árvore onde descanso minhas costas, parece que foi criada sob medida, ajustada de forma a arrancar de mim muito mais que olhares.
Saio de casa, ando inquieta até a pedra, onde sento e pouso minhas costas em uma partezinha da planta que parece já estar familiarizada com meu contato. Sei que se trata apenas de mim e uma noite inteira para desbravar. E como me sinto acolhida ali! É como se, debaixo de todo aquele manto de folhas e diante da silhueta da cidade que o horizonte me fornece, todo o mundo fosse desenhado novamente para mim.
As estrelas por vezes me paqueram, mandando piscadelas constantes em minha direção. E a Lua, majestosa, clareia meus pensamentos à medida que vou adentrando em um universo que é só meu, de mais ninguém.
Às vezes, por conta do lembrete do vento que vem agitar meus cabelos ou, em outros casos, do chamado da minha mãe, "desperto" do modo de reflexão ao qual me habituei a realizar e me encontro novamente recostada naquele tronco, recolhida naquela rocha... Não sou mais a mesma de antes. Saio sempre melhor, mais leve, segura...
