Artístico
Raízes da Terra e do Mar.
Na dança dos tambores ecoa a herança ancestral
Cultura afro-indígena, raízes da nossa nação
Na pele, nas cores, a força de um povo imortal
Histórias entrelaçadas, em cada gesto e canção
Dos orixás aos pajés, o sagrado se revela
Em cada canto, em cada reza, a conexão divina
Na arte, na culinária, a sabedoria que se revela
Tradições que resistem, memórias que iluminam
Nas festas populares, a festa da resistência
Celebração da vida, da luta e da fé
Nos terreiros e aldeias, a força da existência
Entre rezas e cantos, a esperança se refaz
Cultura viva pulsando, no coração do Brasil
Afro-indígena é presente, é passado e é futuro
Nas danças, nos rituais, um povo em busca de paz
Lembrando sempre de onde veio e para onde aponta o rumo.
Tudo pode ser visto como arte, principalmente quando essa arte tem como público pessoas totalmente desprovidas de senso artístico.
O surf ensina: a arte de deslizar sobre as ondas, a criação livre e espontânea, nos agrada, nos eleva e nos liberta, estando assim, acima de qualquer nível de arte.
#filosofiadosurf
Um jardim é uma experiência, uma biblioteca de percepções.
Uso água de fonte ou de chuva para pinta-los.
Nesta preparação me conecto e flui a poesia que a natureza inspira.
Lúdico olhar de van Gogh, que várias vezes o ajudou a ser forte por fazé-lo enxergar ao seu redor a bela arte que estava presente, a qual em um determinado momento, passou a estar também frequentemente nas suas telas, uma fuga temporária do seu sofrimento, da sua dor diária, um jeito artístico, poético de ser resiliente, assim o foi o máximo possível.
Me deixa ser louco,
me deixa ser solto.
Ser livre, amar feito um bobo.
Deixa voar nas minhas ideias,
querendo se apresentar
para várias platéias.
Cabeça nas nuvens, cabeça na lua.
Com o vento na cara,
o mundo flutua,
correndo nessa rua.
É disso que vive o criativo.
De repressão, é o maior fugitivo.
Me deixa mostrar quem eu sou,
o que eu quero passar,
por onde andei.
Não me sufoca.
Foi sobre esse caos, que lhe contei.
Arte, nunca te degradei.
Afasta de mim esse cálice,
que hoje, já não posso mais.
Hoje, é revolução, é opinião.
É o fim dessa idealização.
Por que essa arte, superou tudo
até qualquer tipo de intervenção.
Afasta de mim esse cálice,
que hoje, já não posso mais.
Hoje, é revolução, é opinião.
É o fim dessa idealização.
Por que essa arte, superou tudo
até qualquer tipo de intervenção.
