Arte
A cultura, a arte e a educação não acompanham de forma fortuita a indicação e escolha para o cargo politico. O escolhido já deve ter o mínimo aceitável de preparação ou será só mais um pivô emplumado, na realidade do jogo, será enfim apenas um coringa tapa buraco, do baralho inteiro.
Dizem que a política se tornou a arte do enganador, do mentiroso e de quem não tem caráter. Mas a política não é má quem a corrompe são as pessoas.
O mentiroso diz o que você quer ouvir, não a verdade. Sem verdade, não há justiça. Sem caráter, não há confiança.
Não aceitemos palavras sem atitudes. Valorize quem é verdadeiro, não apenas quem fala bonito.
E você Ainda acredita que pode ser diferente Comenta!
A arte de perder não é nenhum mistérios...
Perde-se tantas coisas todos os dias que mal percebemos
E ai vemos que a arte de perder não chega a ser um mistério, por muito que lhe pareça muito sério.
"Fui no cinema e achei estranho o contexto daquela arte. Então mostraram o ilusionismo, hipnotizando vossas mentalidades."
Futebol é esporte é arte é cultura, quando você joga futebol não importa se você é bom ou não o importante é sempre você estar treinando todo dia, toda hora e direto pra você ser o melhor jogador de futebol do mundo
Você pode estar sempre participando dos campeonatos e das competições de futebol, assim como a copa do mundo, futebol sempre te proporciona vitórias, empates e derrotas depedente do time que vc torce
Sem pedir a arte
das tuas mãos
tu haverá de me dar
com a liberdade
Sem ócio e sem
quartel quero amar
cada território seu,
Do jeito que Deus
te fez e me deu.
Amar-te bem mais
do que do que
demais ainda não
será o suficiente:
Só quero loucuras
de amor entre a gente.
A arte da política é a arte do diálogo. Quando o diálogo é esvaziado seja por ofensas ou ameaças é sinal da ausência de repertório político. Em qualquer instância da vida, quando não há diálogo, não insisto e me afasto.
O brasileiro não pode ter orgulho da arte, da cultura, das belezas do país, não pode comemorar vitórias em nenhum campo para no futuro ficarem vulneráveis para passar o Brasil para o nome de qualquer um, ninguém precisa me falar nada, que eu já entendi tudo!
Ações coloniais
matam com fuzis,
Eu sou a arte que mata
com todas as cores,
Posso me vestir com
todos os tipos de mortes,
Porque sou a poesia
que mata com palavras.
Revisitar a fé em Deus,
Sem esquecer seus princípios,
Colorir a visão com arte,
Entender que não fazer Sol
também faz parte,
Adoçar a palavra
com poesia e serenidade,
Cultivando o jardiminterior da liberdade.
Leio cada linha do seu subtexto
que carrega mais do que mostra,
Além de seduzir, arte elevada
sou presença, constância
e substância até a distância.
Não quero que haja controle:
quero desejo, resposta e êxtase.
Não quero que haja negociação,
quero que venha como um furacão.
Sim, eu quero tomar e ser tomada,
por tudo o que é profundo e sem limite.
Desde o primeiro instante do clique,
da primícia do jequitiguaçu em flor,
da colheita e do preparo para o banho de amor.
Caminhar sobre o meu chão pátrio
e amoroso que também é feito
de mais de mil mármores e dolomitas:
Brincar além do tempo e soltar pipas.
A Arte de Refazer-se
Reconstruir não é voltar ao lugar
onde a ruína aprendeu a morar.
É olhar cada resto, sem se iludir,
e escolher o que fica, o que vai ruir.
Depois da queda, muda-se o mapa,
a voz já não pede, a presença não escapa.
Muda-se a língua, o jeito de falar,
porque quem se refaz aprende a se nomear.
Também muda o acesso, a porta, a janela,
nem toda presença merece a sala mais bela.
Existem distâncias que não são abandono,
são muros erguidos para proteger o sono.
Reúne-se tudo: silêncio e memória,
feridas, desejos, fracassos, história.
Nada é varrido para fingir perfeição,
até o que doeu ganha outra posição.
E então se percebe, no fundo da pele,
que mudar não é negar aquilo que fere.
É retirar da ferida o direito de mandar,
sem deixar que o passado escolha onde ficar.
Quem se reconstrói não volta igual,
troca o caminho, recalibra o sinal.
Não distribui chaves por medo de perder,
nem abre a própria casa para qualquer querer.
E se perguntarem por que tudo mudou,
não foi o mundo: foi quem se encontrou.
Mudou a linguagem, a porta e a direção,
porque reconstruir também é mudar a própria posição.
Não é a sua câmera que te transforma num artista. É o dom e a arte que nasce com você, e com o tempo que você a desenvolve. Estudar, inspirar, praticar !
Eu me moldo na arte, me visto, invento,
crio mil formas, me reinvento.
De todas que posso ser, eu deixo uma morrer,
pra outra versão mais forte nascer.
Sou mutação, sou mudança no vento,
meus passos marcam meu sentimento.
Quebro a corrente, refaço o caminho,
mesmo sangrando, não ando sozinha.
Recrio na dor, floresço no peito,
cada derrota me ensina o jeito.
Eu sou mil, mas nunca me perco,
matei uma parte, agora renasço inteira.
Nem toda dor vira arte,
nem todo peito sabe lapidar;
mas quem encara o próprio abismo
aprende a se reinventar.
A arte da Paula não se limita à pele, ela atravessa.
Cada traço que ela desenha carrega intenção, história e uma precisão quase ritualística. Não é só tatuagem, é linguagem ancestral sendo reescrita em carne viva.
A tattoo maori exige mais do que técnica. Exige respeito. E Paula entende isso como poucos. Ela não copia, ela interpreta. Ela não marca, ela traduz.
O que ela fez em mim não foi apenas estética. Foi identidade. Foi força. Foi um símbolo que agora respira comigo.
Existe artista… e existe quem transforma pele em narrativa.
Paula é dessas.
E eu carrego isso comigo agora. Permanente. Como tem que ser.
