Arrogância
A internet são pessoas. Pessoas sádicas, tristes, arrogantes, presunçosas e pretensiosas. Não deixam este mundo melhor e nem pior, apenas assistem.
Os Covardes e Arrogantes são especialistas em guerra palavrosa: lutam nas Narrativas e Bravatas, sempre na esperança de convencer os tolos a se lascar por eles.
É um tipo de combate extremamente curioso, porque dispensa coragem e, muitas vezes, até coerência.
Basta uma “boa” retórica, um punhado de frases inflamadas e a habilidade de transformar conflitos complexos em slogans simplificados.
Nessa arena, não se exige a presença de quem convoca a luta — exige-se apenas a adesão de quem está disposto a acreditar.
A covardia se protege atrás da multidão; a arrogância se alimenta dela.
Enquanto uns inflam discursos, outros são empurrados para as trincheiras — simbólicas ou reais.
E assim se constrói uma dinâmica perversa: quem menos arrisca é, quase sempre, quem mais exige sacrifícios.
Os arquitetos dessas guerras raramente aparecem quando chega a conta.
Preferem permanecer na confortável distância de suas convicções barulhentas, observando de longe o estrago que suas palavras ajudaram a provocar.
Porque, para eles, o campo de batalha nunca foi o lugar onde se paga o preço — é apenas o palco onde se convence alguém a pagá-lo.
Talvez por isso a prudência seja uma virtude tão subestimada em tempos de tantos gritos.
Pensar antes de aderir, duvidar antes de marchar, desconfiar antes de se indignar — tudo isso parece pouco heroico para quem foi seduzido pela estética da guerra.
Mas quase sempre é assim que se evita morrer, ou viver quebrado, por batalhas que nunca foram realmente suas.
12 de outubro
É hoje que a saudade aumenta, infância,
o tempo de mais sorrisos e menos arrogância,
avatar do facebook só destaca a lembrança,
todos de "velhos" voltaram a ser criança.
O tempo que em tudo se via inocência,
já hoje ter filho aos 12 é conseqüência,
o mundo ta mudado, uma eterna brincadeira,
colocando pra baixo do tapete, toda a sujeira.
Cale-me
Cale-me quando for possível e impossível
Cale-me com um olhar
Não um olhar arrogante e superior
Cale-me com olhos de quem me deseja e as palavras só atrapalham
Cale-me com um beijo
No meio de uma briga, no meio de um comentário
Cale-me até quando estou no meu silêncio
Cale a minha respiração, ou melhor, tire-a de mim
Meus pensamentos, meus movimentos
Cale as batidas do meu coração
Com um toque, com um sorriso
Uma promessa infundada, uma surpresa esperada
Cale-me com um momento
Cale-me com suas palavras e com seu silêncio
Só roube-me de mim
E cale-me.
Ela tinha um jeito arrogante, prepotente. Ela se achava a melhor, e pior, se achava melhor até que eu. Fazia questão de jogar na minha cara, que eu sempre estava atrasado, que eu sempre errava em tudo, e que se, nem dela eu conseguia tirar proveito, imagine dos outros? Oh sim, ela nem imagina o quanto eu estava louco para tirar proveito de tudo que ela tinha a me oferecer. Ela podia ter as melhores qualidades de uma mulher, mas infelizmente era ingenua. Não fazia ideia, do quanto ela me provocava, e do quanto eu gostava daquilo. Ela não fazia ideia do quanto eu pensava de mil maneiras diferentes de leva-lá a loucura. E bem, durante tanto tempo, eu não havia conhecido uma garota como ela… Tão garota, tão mulher. Tão minha, sem fazer ideia, sem dar a minima. Ela tinha um andar despreocupado, achava que tudo ia dar sempre certo para ela. Ela não parava nem um segundo para pensar, e eu gostava disso. Gostava de jeito dela, gostava do seu sorriso, do seu andar, do seu jeito estranho de recusar outros homens dizendo propositalmente que era casada. Casada? Oh eu bem sabia. Ela sempre teve horror a casamentos, e quem diria que logo ela ia ser a madrinha do casamento da própria mãe? Devo admitir, que amei assistir tantas vezes o seus gritos estéricos quando algo dava errado na organização, ou no vestido da noiva, amei vê-lá, irritada por ter que ensaiar todas as entradas ao meu lado, o padrinho. Amei, tanto, tanto, que aqui estou eu, disposto essa noite, falando na frente de todos os convidados do casamento de sua mãe, com ninguém menos que meu pai, que adoraria faze-lá mudar de ideia em relação a casamentos. E principalmente em relação a nós. E aí, Mary Anne aceita o desafio?
Ele deve ser bonito, mas não pode me ofuscar,
Ele deve ser inteligente, mas não pode ser arrogante,
Ele deve ser simpático, mas não pode ser encantador,
Ele deve ser romântico, mas não pode ser cafona,
Ele deve ser gentil, mas não pode ser bajulador,
Ele deve ser forte, mas não pode ser autoritário,
Ele deve ser cavalheiro, mas não pode ser machista,
Ele deve ser sincero, mas não pode ser cruel,
Ele deve ser ambicioso, mas não pode ser materialista,
Ele deve me amar, mas não pode fazer disso uma fraqueza,
Ele deve ser perfeito, mas pode não existir,
E eu, que deveria ser racional, às vezes esqueço que antes de tudo sou mulher...
"Sábio ignorante não enxerga sua estrada sendo desfeita a cada esquecido, prático arrogante nem imagina os degraus que deixa de subir com falta da humildade."
O que faz um arrogante achar que possui a virtude da sinceridade? Sinceridade segundo o aurélio, não seria sinônimo de SINGELEZA? E Singeleza não é a Simplicidade ou Ingenuídade? O leva uma pessoa Altiva acreditar que possui a virtude de ser sincero? Conseguiriam estas serem sincera não com os outros, mas com seus corações?
O Acreditar também pode ser um dom;
Os ignorantes, arrogantes, prepotentes acreditam;
A Vida é boa, pra uns;
Mas a vida é o acreditar.
Quanto mais pensamos que já sabemos tornamo-nos mais arrogantes e tão distante estamos para atingir esse feito.
Uma pessoa inteligente pode ser sexy sem ser vulgar, ser autêntica sem ser arrogante, ser surpreendente sem ser inconveniente e ser carismática sem ser cópia, mas pode também sucumbir-se aos caprichos do intelecto privilegiado e ir de propensão à prática da arrogância, da futilidade. Nada pior do que ceder ao estereótipo da inteligência denominada soberba.
...Um mundo onde as pessoas são mais humanas, mais confiáveis, menos arrogante e onde o amor é algo puro e inocente... uma vida onde consigo realizar meus sonhos, até os mais secretos e difíceis, mais aí eu acordei e vi que tudo continua frio e distante.
Entre ser sincero e parecer arrogante ou mentiroso para forjar humildade, serei verdadeiramente modesto: ACHO-ME INCRÍVEL!
