Arrancar do meu Peito
Não se esqueça de mim, ó mulher amada,
Pois em cada batida do peito, tua presença é gravada.
Neste intrigado jogo do tempo e do vento,
A saudade jamais abalará nosso sentimento de amor.
Fiz outra canção pensando em você
de dentro do peito escrevi para te dar.
Conto no relógio, as horas passam e eu só preciso te encontrar.
Quando estás por perto me sinto tão bem, e de coração começo a cantar.
Deito no teu colo, apenas em um segundo já começo a sonhar.
Não sei descrever o que eu sinto aqui,
só te peço não me deixe a sofrer.
pois eu te entreguei a minha vida e sem você eu não quero mais viver.
só sigo se você for com você
Paz de Espírito
No peito, um espírito despedaçado busca nas estradas o alívio esperado. Um acalanto, mas a alma sabe: é um breve encanto.
Onde o coração sangra em desalento, a mudança de lugar é um mero vento.
A dor, entranhada, não se cura na estrada; é uma ferida gravada na alma.
Por mais que se viaje, por mais que se ande, a enfermidade na alma permanece constante.
É preciso mais que mudança de cenário para curar o espírito; é um processo lento e diário, um luto necessário.
Um registro profundo das dores vividas, das lágrimas derramadas, das despedidas.
Um mergulho no íntimo, um olhar atento, um ombro amigo, um desabafo com o divino que traga a paz de espírito.
A ansiedade e uma dor no peito um grito de socorro, que nos da vontade de tirar aquela dor e jogar para fora aquele aperto aquele sufoco que não mim deixa respirar, aquela dor que não consigo pedir socorro. que não consigo dizer para ninguém, e que essa dor esta mim matando por dentro sinto que vou partir a qual quer momento sem dizer para ninguém, e que um dia essa ansiedade vai mim vencer, e a única coisa que vai esta sempre em mente e que eu tentei, tentei ser forte mais não consegui.
Amor de Poeta
No peito do poeta, amor é chama,
Fagulha que acende a alma inquieta,
É rio que corre, sem ter quem o trama,
É canto que nasce de forma completa.
Seu amor não vive em moldes terrenos,
Transcende o toque, o olhar, o lugar.
É feito de versos, de sonhos serenos,
De tudo o que o mundo não pode tocar.
Ama a dor, a saudade, o impossível,
Ama o instante, o futuro, o jamais.
No poeta, o amor é tão indivisível,
Que abraça os mortais e os imortais.
É arte, é entrega, é pura loucura,
É querer transformar o banal em magia.
No coração do poeta, a alma é tão pura,
Que o amor é poesia... e a poesia, utopia.
Acredite nesse seu poder interno
Nessa força que tens em teu ser
Nessa chama que trazes no peito
No seu lindo coração
E na sua alegria de viver
De querer vencer, De se superar
E de ser feliz
Eu acredito em você
Vai: Acredite no seu potencial
Vem:Creia que você nasceu para ser feliz, para amar e ser amada, amado
"Carrego no peito a força de quem aprendeu cedo a lutar e a fé de quem acredita sempre em dias melhores."
O Amor que Mora em Si
Há um brilho que nasce no peito,
Um farol que guia, mesmo em mar estreito. É o amor-próprio, chama que arde, força que ergue, que nunca se tarde.
Mulher, tua essência é tua verdade,
Um universo pulsante de capacidade.
És fonte de amor que à família se doa,
Mas jamais esqueça: tua alma ecoa.
Lembra-te, és raiz e também flor,
Tens o direito de ser e sentir teu valor.
Nos sonhos que guardas, há vida a pulsar, nos passos que dás, um mundo a mudar.
Tua força é tua, teu tempo também,
Não te percas nas margens que a vida contém. Ser mulher é um voo de infinitas altitudes, éser pleno amor, mas com tuas virtudes.
Então, ama a quem amas, mas ama-te primeiro, és fonte e caminho, és teu paradeiro. Com o tempo ao lar e ao próprio querer, descobrirás que viver é também florescer.
Quero partir, mas as raízes me prendem,
Elas afundam no peito, com força, com dor,
O desejo de voar é maior do que a espera,
Mas cada passo dado parece mais um temor.
As ruas que me chamam são longas e frias,
Com promessas de liberdade e vazio,
E o eco do adeus, nas madrugadas vazias,
Sussurra segredos de um futuro sombrio.
O que me retém? O que ainda me segura?
É o laço invisível, o laço do medo,
De deixar para trás tudo o que a alma perdura,
E caminhar sozinha, sem chão, sem segredo.
Quero partir, mas o espelho me encara,
Reflete um ser que se esconde atrás de sorrisos,
E na busca de algo que cure a amargura,
Eu temo o que sou, com todos os prejuízos.
E se partir for só um jeito de esquecer,
Uma fuga disfarçada, sem rumo, sem razão?
Ou será que ao partir, posso me entender,
Me reconstruir em outra direção?
Quero partir, mas o que levo comigo?
A saudade do que foi, o medo do que virá,
E a dúvida constante, como um abrigo,
Se ao partir, quem eu sou ainda restará.
A solidão é um nome que ecoa no peito,
Um vazio imenso, sem rastro, sem jeito.
Ela entra sem avisar, se deita, se instala,
E se faz casa, mesmo quando se cala.
É o silêncio profundo que se faz companheiro,
A ausência de vozes, o espaço inteiro.
É uma sombra que cresce, mas não se mostra,
E, mesmo estando cheia, a alma é desgostosa.
A solidão não pede licença, ela se impõe,
É o peso de um corpo, mas que nada compõe.
Ela é companhia amarga, que se veste de paz,
E se torna o lugar onde o tempo se desfaz.
Não há consolo nela, nem festa, nem luz,
É um lugar frio, onde nada seduz.
Mas, em meio a essa falta, há um certo consolo,
Talvez seja o silêncio que preenche o solo.
E, de algum modo, aprendo a caminhar,
Com ela ao lado, a me observar.
A solidão, afinal, não é só dor,
É o encontro de mim com o que restou de amor.
Solte o Nó - Abra o Peito Sem Medo
Às vezes, a ansiedade pesa, nos afunda,
como águas profundas que puxam para a imunda.
Mas lembre-se, falar é luz, é respiro,
é o primeiro passo, o mais firme suspiro.
Desabafar é tirar o peso do peito,
é dizer ao silêncio que já não tem mais jeito.
Cada palavra é como âncora solta,
permitindo que o coração de novo se revolte.
Você não precisa carregar tudo sozinho,
há força em dividir, em pedir carinho.
Falar é o começo da leve subida,
é lembrar que, mesmo nas sombras, há vida.
Solte o nó, abra o peito, sem medo,
cada desabafo é um passo, é um enredo.
E assim, aos poucos, a luz vai crescendo,
e o que te afundava, você vai vencer.
LINCE OLHAR
Instante que urge no peito em badalar empírico,
Ressoa na mente sem saber de fato o que sente,
Fagulhas de acenos entre ir ou não... apelo lírico,
Serena visão profunda, seus olhos de Lince presente.
Encontro sem texto, escrito por quem... acaso,
Reverencia em momento perene seu ato solene,
Dileção instantânea, afago abrigo da alma... Parnaso,
Sentidos em névoa, ilusão em suprema vontade infrene.
Vislumbre distante, acesso alado em galope de Pégaso.
Sobejo inspirado além das águas... és ninfa Clímene.
Frugal desejo em degraus de pedras... avanço em atraso.
Socalcos íngremes em escarpas estridentes, Cáucaso.
Óbices indomáveis retêm o alcance, sentença... condene!
Despenco no abismo, finalmente em seus braços... indene!
Claudio Broliani
saudade de quem amamos: se, por um lado, aperta o peito, por outro, paradoxalmente, faz esse mesmo peito encher-se de profundos fôlegos.
Amor, fogo que sucumbe e aquece,
Paixão é arte que no peito ilumina,
É dor tão amarga, mas não se esquece,
Entrega asas à alma que alucina.
Doar-se, fluir como o ar que nos cerca,
Sem freios, sem medo, ao vento se lançar,
Amor é ser livre, é não ter reserva,
É dor e prazer, é o céu e o mar.
Nas camadas do amor, o silêncio é vero,
Vive-se o êxtase, a alma a vibrar,
O amor é poema não lido, pois há mistério,
Paixão é caminho que não dá pra andar.
As noites de dezembro me causam certa infiltração no peito. Como há certa distância física entre mim e o mar, marejo e transbordo sozinho...
