Arrancar do meu Peito
Choro
Choro porque me dói
Choro porque me aperta o peito e me consomes a alma
Invadindo me de tristeza nesta
noite sem presença
A sua ausência...
Faça uma catarse em seu peito e libere todo esse sentimento de revolta, tristeza, raiva e ódio e deixando o espaço livre para entrar o sentimento de resignação, compreensão, alegria, amor e verá o quanto a vida ficará mais prazerosa.
E eu, que outrora desejei os deleites do seu peito,
Me contentei com a frieza marmórica da solidão.
O mesmo eu, cuja maior ambição um dia foram seus beijos úmidos,
Se satisfez com a esperança de tão somente uma conversa...
Quero afundar em seu peito
Como quando a relva derrete nas folhas ao nascer do calor.
E serei seu calor, e você derreterá como relva em nossa cama.
CONFORTO
Amo o conforto do seu peito
Mas o mundo mundano
Me chama lá fora.
Até quando
Seu peito continuará
Confortável?
Me pergunto se já não
Estou sendo sufocado
O MUNDO DOS LOBOS FAMINTOS
O que me dói é o medo
Medo do mundo
O que me trava é o peito
Esse peito fechado
O que me cega é o dia
Quando não abro meus olhos
Simplesmente porque…
Porquê não quero mais ver
Nem ver nem sentir
Esse medo do mundo
Que trava meu peito e tira meu ar
O que me cansa é a vida
Vida onde, não vejo justiça
Num mundo tão desigual
O que me cega é o dia
Quando não abro meus olhos
Pois sei que lá fora os lobos devoram
Devoram todo um povo
Enquanto cá dentro eu fecho meus olhos
Pois sei que não quero
Não quero rever-me
Num mundo tão desigual
Mas quer, eu queira ou não
O cerco se feche e me leva
O tempo não para, as horas consomem
O templo dos servos
Servos dos lobos
Vou ter que sair, não posso fugir
Mas sei, vou ter ver
O mundo dos lobos famintos
Que juram um povo bem governar
Porém a verdade é mais crua
Pois tudo o que querem é poder
Uma vez chegados ao poleiro
Despem a pele, enquanto assistimos
máscaras e máscaras que caem
Olho espantado e constato
Afinal, nenhum era lobo!
Os lobos protegem a matilha
A minha visão era utópica
Porque avistava políticos
Avarentos - mentirosos - manipuladores
Então acordei
Depois disso, aprendi
Que raros são os políticos
Em quem podemos votar
Contudo depois do dever
Não nos podemos esquecer
de manifestar ao poder
Que o mundo foi dado a todos
Se mentem e traem seu povo
Devemos nos defender
Arq: BNP
Só nos sabemos o quanto a ansiedade mata a gente por dentro, a um grito de socorro dentro do peito, que só nós sentimos, então não diga que ansiedade é frescura, e falta de Deus, porque a gente sempre tá pedido a Deus p nos fazer forte, pede a Deus p aliviar essa dor, palavras machucam...
'ENFIM ACABOU'
Você se foi, eu te amava demais,
A saudade apertava o peito,
No fundo, eu sabia que não havia mais jeito;
e hoje não te quero mais !
Você foi embora , foi bom , fez certo.
Agora não te quero por perto.
Mas enfim a saudade acabou
O sentimento esfriou
e a vida, feliz, sigo em frente.
Você nunca foi humano.
Ardiloso,Iscariotes , enganador .
Não se esqueça dos outros à quem feriu ,
e dos outros que abandonou .
Não conhece o que é amor.
Lembre-se da Lei do retorno,
lembre-se da colheita da vida
Infiel e traiçoeiro, como fel é seu sabor
Na vida só conhece
ferramentas "destrutiva
Você não sabe o que é amar,
Nem mesmo a si nunca amou
minha sombra você quase apagou
Me abandonou no momento de dor
Mas Deus chegou, me acolheu;
Me envolveu com seu amor,
Me aquecendo do gelado frio da vida,
O qual você me deixou .
Hoje seguindo a vida,com júbilo, contente
Amando e sendo amada
Por alguém que ama e demostra verdade
Incondicionalmente !
Maria Francisca Leite
É difícil escrever sobre o vazio, afinal, não tem muita coisa lá.
Um vão no peito ou na mente? Não acho que seja físico, eu o sinto de outro jeito.
Talvez eu devesse escrever sobre outra coisa, ou talvez eu nem devesse escrever.
“Talvez” Gosto da palavra, a certeza da incerteza.
Ela vem acompanhada com um encosto, solidão emaranhada entre suas 6 letras. Desta não sou muito fã, eu me deparo com ela toda manhã.
Ela afunda meus pensamentos em um mar agitado, me fazer cair no esquecimento, esquecido até pelo tempo.
Vi o sol nascer tantas vezes que me acostumei,
meus olhos só se fecham às seis.
Mas enquanto as estrelas brilham no céu, eu penso no efêmero, um som alto que ecoa no vazio. Quando tudo ficou tão sombrio?
Caminho para a Eternidade
Pelas trilhas do tempo, sigo em passos firmes,
Carregando no peito o sopro da esperança,
A cada curva, o mistério se desenha,
Nas sombras do desconhecido, a fé me alcança.
A estrada é longa, pavimentada de sonhos,
E as pedras que encontro são lições a guardar,
Cada dor, cada riso, molda o meu ser,
Conduzindo-me além, onde a alma vai repousar.
Não temo o fim, pois é começo eterno,
Um portal sagrado que se abre ao caminhar,
E o que vejo além do véu da vida,
É a luz divina que me convida a entrar.
Neste caminho para a eternidade,
Sou peregrino de um destino sem igual,
Deixo para trás o efêmero, o transitório,
Para abraçar o que é puro, imortal.
Que as estrelas guiem meus passos,
E o amor seja a bússola em minha mão,
Pois o destino é certo, e o horizonte chama,
Na eternidade, encontro minha canção.
Talvez o silêncio
O que fazer quando a alma te incomoda?
Quando aperta o peito,
Sacudindo os teus sonhos,
Tocando a melancolia
Do canto mais profundo.
Se ela me dissesse o que sente,
Eu sentiria por ela também.
Será que não me conheço ao fundo,
A ponto de não interpretar
Minha própria alma?
Que angústia pensar assim...
Talvez o silêncio
Me responda melhor.
E se as tempestades me impedirem de sorrir, a fé que trago no peito, será minha força pra continuar.
Essa chama que arde no peito não cessa, o fogo que arde na igreja não apaga. Derrama tua glória, o azeite transborda. Estou me embriagando da tua Shekinah.
Um aperto no peito
Angústia e solidão
Incapaz de se amar
Na espera do fim
Um sofrimento que corrói por dentro
Decompõe seus bons sentimentos
Incapaz de se amar
À espera do fim
- À Espera do Fim
Ele guarda no peito um segredo,
Um oceano profundo e calado,
Onde as ondas do seu medo
São ecos de um amor sufocado.
Nos seus olhos, um brilho contido,
Mas em seus lábios, silêncio frio,
Cada palavra que não foi dita,
É um barco perdido no vazio.
Seu coração bate em ritmos lentos,
Cercado por muros que ele ergueu,
Entre sorrisos e momentos,
Há um universo que ele escondeu.
Os sentimentos são folhas secas,
Presas no outono do seu ser,
E cada gesto que ele nega,
É uma primavera que não quer nascer.
Ele caminha em passos firmes,
Com uma alma que nunca se entrega,
Mas por dentro, há sonhos tímidos,
Que o tempo aos poucos desintegra.
E assim, ele segue na vida,
Um enigma que ninguém desvela,
Com um amor que não se revela,
Preso em sua própria ferida.
Mas quem sabe um dia o vento,
Leve embora a sua prisão,
E em um instante de sentimento,
Ele entregue de vez o coração.
Há um medo que se esconde no seu peito,
Como uma sombra que não se revela,
É o temor de expor o que é perfeito,
E ver o seu coração perder a aquarela.
Cada palavra não dita é um fardo,
Cada gesto contido, uma prisão,
E o silêncio, que pesa, é um bardo,
Cantando versos de indecisão.
O seu coração quer falar, mas se cala,
Temente ao frio da rejeição,
E na alma, a dúvida se instala,
Será que vale a confissão?
Mostrar os sentimentos é despir-se,
É caminhar na corda sem rede,
Mas o medo insiste em reprimir-se,
Enraizando-se como uma parede.
E assim, o amor fica trancado,
Em um peito que não quer arriscar,
Mas a vida, que passa ao lado,
Não espera quem teme amar.
No fim, resta apenas a saudade
Do que poderia ter sido,
Pois o medo, em sua crueldade,
Rouba o que era prometido.
Mas quem ousa quebrar as correntes,
Mesmo com o risco do não,
Descobre que os corações valentes
Encontram força na superação.
Angústia profunda, o peito sufocado, um suspiro que não tem alívio, um peso que me leva ao desânimo no caminho da desesperança. Com todos esses sentimentos, ainda assim me sinto forçado a resgatar de dentro de mim um resquício de força que se afoga no oceano da minha alma. Cada bolha de ar que sai de mim é uma esperança que se esvazia de dentro do meu peito. As lágrimas já não fazem mais parte dos meus olhos, pois se tornaram prisioneiros da minha dor. Sinto tristeza, um impulso pra chorar, mas cadê aquelas lágrimas que saem do vazio da alma, que atravessam o meu peito, causando um tsunami no rosto que carrega um sorriso?
Esse sou eu diariamente, escolhendo viver.
Defina Paixão
Como é possível?
Sentir o peito apertar
A barriga congelar
Um arrepio na espinha
Um calafrio nas costas
O rosto enrubescer
O cérebro paralisar
O coração se arritmar,
não importa a ordem,
O corpo ferver
Tudo isto junto!
E, ainda assim,
Continuar vivo?!
Leticia Bravo @febredoquesinto
