Arrancar do meu Peito
Teu perfume
Nos meus
Tua boca
Teus cheiros
Desejos
Meus
Nos meus
Teus lábios
Teus sorrisos
Nos meus
Tua cama
Teus lençóis
Nos meus
Meus sonhos
Minhas vontades
Teus
O meu amigo é o abraço de encorajamento que dou em minha alma através da certeza da Luz. A Luz é a saída para a chegada de uma nova vida.
Dei asas para o Meu amor
Mas ele não é avião
Nem pássaro nem gavião
Te dei meu coração e toquei
Os dedos nesse seu corpo violão
Ele não canta nenhuma canção
Mas quando toca é em meu coração
Eu falo com senhor escrevendo
Aqui através de minhas mãos, minha mente fala, o meu coração deseja, meu pensar se traduz, meu sentir é o reflexo do entendimento no que tange a liberdade da expressão da fé, do entendimento, sim, que por sinal tudo é vã quando não se adentra ao senhor, porém refiro estas escritas a mais um clamor, chamado e petição ao altíssimo, pelo nome de Jesus, e nesse contexto deste texto que coloco minha intenção.
Da minha extensão vida pouco compreendo, embora uma intensidade complexa de furor adentrou em mim, ao que se caracterizou não sei, desconheço minha precedência, as obras de minha família, sei que é conturbado o contorno das vidas, sendo assim, tomo posse da unção de purificação, de quebras de maldição, da condição rebelde e desobediente, faça se novo, renovo, recomeço, transformação na minha vida, pela fé creio, tomo posse, meu nome eu creio (Giovane), as portas dos céus já estão se abrindo e inundará minha vida, promessas e bênçãos, recebo e tomo posse, tudo é possível ao que crê.
Giovane Silva Santos
MEU NORDESTE
Eu nasci lá no nordeste,
poesia é a minha paixão,
serei sempre nordestino
de corpo, alma e coração.
Trago em minha essência,
a dor da minha ausência
e a poeira daquele chão.
As vezes fico pensando...
Como será o meu futuro? Meu futuro será nos anos 2030.
Sou o futuro dos que me precederam, dos que nasceram em 1900...
Sou de 68, e agora é a minha vez...
Nascemos e moremos, e omundo... em constante transformação; porém nada é novo.
É apenas uma transformação do que foi, e que voltará a ser...
Apenas nós passamos; como as árvores passam da janela de um automóvel em movimento... elas ficam para trás, enquanto o carro segue para o futuro.
"Todas as vezes em que perdi meu chão, caí mesmo! Não fiquei tentando agarrar-me a qualquer coisa, o "qualquer coisa" nunca valeu a pena. Me deixei sentir o que de fato estava acontecendo, para assim conseguir me reerguer firme, cada vez mais forte ."
Devaneios de Um Caipira
Ah de haver o tempo
Tempo necessário
Necessário para viver
Viver meu sonho
Sonho simples em ser
Ser o homem que me dou feito
Feito no barro.
Do rio atrás da casa "humilde" de meus pais
Ah de haver o tempo
Tempo necessário.
Para aquela dor suave, mágica e imensa em ser criança
Em minha rua
Em minha escola
Com meus amigos de infância
Com meu amor de infancia
Com meus Padrinhos
Enfim, as cores que me forjaram
Ah de haver o tempo
Do sonho em novamente ser criança
Não qualquer criança, mas aquela criança que ainda sou.
Ivan Madeira
JAN2021
*sinto*
Você é o oposto do meu ser, mas te reinvento, te crio no meio dessa minha confusão que é amar você.
Ainda não consegui acalmar minha alma.
Alma que existe em te querer, assim como o mar e suas ondas.
Esse oposto de mim que se enxerga nesses seus olhos.
Olhos aos quais sou refém.
Tento sair quanto mais tento, sou refém desse amor que existe em te querer.
"Desistir" e "impossível" são duas palavras que não existem no meu dicionário. Pelo contrário: tudo é possível e quem abandona sua trajetória é um fraco.
Meu bem.
Você é aquele pedido secreto que eu joguei pro universo.
E não é que ele me atendeu?
Agora, seu amor me habita.
Frente a mim fitou-me,
Precipitando a atração,
Foi confundir meu tramite,
Provocando-me palpitação,
O vento
Navegando no infinito
Disperso entre 7 mares
Guio meu singelo barco a vela
Rumo a um destino desconhecido
Qualquer que seja, só o vento importa,
E junto, o peso em que si carrega
Ouvinte de tantas histórias
Guardião de tantas memórias
Declarações de amor
Gritos de dor
Se acumulando em mesmo canto
Mesmo conto
Mesmo ar, mar
E nesse instante
Sua força é tanta
Sua intensidade espanta
E em sua constante frieza pergunto:
É possível existir tamanho sofrimento
Pra ter atormentado tanto meu querido vento?
Meu amor
Para saber o que é o amor
não há palavras corretas
nem definições concretas
só descrição do meu sentir
Para mim, amor...
é quando me vejo em meio
a imensidadede seus olhos castanhos
quando me desmancho por completo
em razãoao seu sorriso
quando encontro em seu abraço, abrigo
e em meu peito, gratidão
Diria que amor é poesia
que amor é cantoria
que amor é escrever
versos, e memórias
pois nessa minha história...
o meu amor, é você
Basta!
Basta!
não basta dizer
Não basto!
bastarda insuficiência
maldita insegurança
desbasta meu corpo
deforma meu ser
Sem saber o que fazer ...
Fiz de novo!
Não fiz nada!
maldita insuficiência
profunda insegurança
Pro fundo eu fui
do fundo eu não saio mais
Função afim de você
No interior do meu conjunto numérico
meio complexo, mas ainda assim real
Você é o ponto de aderência principal
Na função do nosso amor
bijetora, de variáveis reais e traço contínuo
Meu sorriso e minha imagem
tem você como domínio
Então você, garota de olhos castanhos
cabelos de constante elástica invejável
olhos com brilho inevitável
chegou de fininho
e se guardou em meu peito
E eu, me encantei com seu jeito
Direito, imperfeito
porém perfeito, pra mim
Meu amor vive em uma cabana
No final da estrada
A porta está aberta
Mas minha alma está trancada
A solidão senta ao meu lado
Descortinando qualquer desculpa
Que impeça o famigerado amor próprio
De revelar a sua culpa
O vazio inebriante nada oferece
Mas entristece minha esperança
Sigo o sentido do vento que me chama a fugir
Mesmo sendo difícil existir, me tire daqui
Me deixe correr
Me ensina a viver
Me permita estar inteira para quando eu te ver
Não perecer
Não consigo não te esperar, só sei te esperar
O faço porque a ti pertenço
Vem ao meu encontro, que seja em sonho, meu coração grita
Mas permaneço em silêncio
Em algum lugar do cosmo reside uma alma inquieta
Compartilhando a mesma dor
Sucumbindo em ruínas, assistindo apagar
As fagulhas desse pseudo amor
Meu anjo desapareceu
Na penumbra luz do dia
Sem tempo de defesa
Sem hora predefinida
Vejo o denso vazio que guarda escondido o eco de suas carícias
Os rascunhos de minhas declarações
O desejo de mais, mas não há, ainda que intrínseco, nada concreto
Do que parecia infinito nesse imenso deserto
A solidão singela e lenta retira de mim um pouquinho a cada dia
Corrói minha vontade de ser, tão forte e fria
Carnaval sem alegria, o arco-íris cinza
O amor em cadeados a cada esquina
Nas lágrimas não há violência, são brandas, mas constantes
A saudade latente suga e consome
Vago a sua procura
Meu anjo codinome
Exponho a vulnerabilidade do meu sentimento
Me mostrando em toda luz e sombra
É ardiloso explicar para nossa alma que ainda temos que esperar o momento
Pra viver lá fora o que já existe aqui dentro.
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