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Arrancar do meu Peito

Cerca de 128224 frases e pensamentos: Arrancar do meu Peito

​No imenso e infinito do universo descobri uma estrela e a nomeei de ES.CARLA. O meu amor por você tem o gosto doce daquela paz e o brilho firme das estrelas que a gente caçava no céu de Itaipuaçu. Sou um eterno viajante que encontrou em você o próprio santuário e hoje cada palavra que escrevo é um pedaço meu tentando existir fora de mim.

Atravessei o silêncio do cosmos como um objeto errante, só para encontrar em você o meu ponto de colisão. O impacto foi a minha loucura; o resto é o infinito que a gente ainda não escreveu...


DeBrunoParaCarla

Amor

Te escrevo os mais belos versos, Sob o brilho das estrelas do meu olhar apaixonado.

Te canto melodias inéditas, Que apenas teus ouvidos merecem ouvir.

Te abraço com todo o meu ser, Pois cada passo ao teu lado é entrar no paraíso.

Ao teu lado, encontro o sonho, Onde tudo se torna perfeito.

Não há guerra, nem medo, Apenas paz e amor infinito.

Você é minha força esquecida, Minha razão de ser.

Luzia Delmondes
By Luzia Dellmon

Tinha comigo a melhor das rosas,
A mais linda das flores.
Junto ao meu corpo, conduzia um regador.
Regava-a até o seu florescer.

A rosa, ainda tímida, encolhia-se quando via perigo.
Contudo, levantava as pétalas quando via seu amigo.
Faça Sol, faça chuva, ele sempre estava lá para a regar.
Quando a tristeza batia, a flor, de sua mão, nunca saía.
Ela dava-lhe o seu olhar.

A lua cheia daquele mês avisou da sua chegada;
O rapaz - com ânimo excepcional - beijou-lhe a mão para irem ao encontro da convidada.
A flor aceitou com um grande pulo de alegria, chocando assim os olhos daquele que lhe propôs o divertido encontro.
A flor e o rapaz correram pelo vale campestre e escorregaram no campo.
A moça - comovida com tudo aquilo - gargalhou um canto.
O rapaz - com os olhos presos ao fio que a prendia - sorria para a situação.
Ela levou-lhe sua mão; ele beijou-lhe mais amavelmente que antes.
Eles dançavam,
Eles se amavam,
Eles riam,
Eles se viam.
A noite se foi como o sopro de uma forte ventania;
Os dias - carregados por um coche - não paravam para deixar seus cavalos aspirarem o ar, que lhes dava energia.
A moça não o via mais com tanta frequência;
O rapaz - tomado por um ato de desespero - pedia-lhe a mão para correr pelo céu.
Ela não o respondia da mesma maneira.
Ele enviava-lhe cartas recheadas, mas, de sua querida, recebia meia dúzia de letras.
Os pássaros pararam de gorjear, mantiveram-se quietos em respeito à lucidez daquele que, com sua voz, ajudava-lhes a cantar das mais diversas canções.
As árvores - cuidadas e podadas todo ano por ele - encontravam-se turvas, em luto por aquele que lhes dedicava tanto zelo; suas folhas murcharam e destacam-se dos galhos que lhes davam sustentação.
O campo - que costumava ser rodeado e cuidado pelos lindos animais e pela cadeia alimentar destes - perdeu suas gramíneas, sua vivacidade e aquilo que mais temia: aqueles que, em seu solo, desfrutaram da mais bela benção que o ser humano é capaz de ser presenteado; em compasso com os outros, observava o rapaz e o lia.
O jovem - em prantos com a vida que levava - prostrou-se no chão e suplicava a Deus com a mão no coração.
“Por que me deste aquilo que tanto Te pedi para que, com uma frieza cruel, tirar-me?”
O cenário convergia sua visão àquele que implorava por respostas. A partir deste momento, tudo estava íngreme.
“Por que quando experimento da felicidade dada pelas Tuas mãos, tu a tiras de mim? Então, Pai Celestial, meu Deus, por que me concedeste a dádiva do amor se tinha em Tuas mãos, Pai, um fio amarrado em Teu mindinho para puxá-la de volta a Ti?”
As aves - com as penas caídas e descoloridas - aconchegaram-se no rapaz, que, naquele instante, com as lágrimas na mão e regando o chão com elas, era dominado pela mais intensa sanha.
Ele batia contra o chão; o campo soltava um gemido doloroso a cada vez que sofria, mas não se importava, pois aquele que mais lhe regou se sentia desconexo com aquele que lhe deu a vida.
“Diga-me, Senhor dos Céus, com qual objetivo Tu me sopraste com a vida? Fora para teres o luxo de me ver o sofrimento alheio?”
“Por qual razão, Deus, Tu, com um arsenal infinito de força, fazes da minha vida um grande paraíso para o Diabo?”
O campo, as aves e as árvores, todo o meio campestre derramava o gelo derretido de suas faces.
O jovem - ainda prostrado - prosseguiu com um longo silêncio.
Ele estava sem meio,
Enxugando as lágrimas, caminhou para longe.
Não se sabe em qual sege adentrou, mas que a razão não é mais aquilo que o tange.
Ele desmoronou sua estrutura no campo;
Este - gentilmente - enrolou-o num grande cobertor que lhe protegeria do frio que ali costumava a castigar.
As aves lhe beijaram o lábio;
As árvores, suor que escorria em seu olhar;
O campo, o braço que costumava regar.
O céu, cansado de tanto azul, se esvaiu.

Não tenho político de estimação. Meu voto não se compra com siglas nem bandeiras. Só respeito quem prova, na prática, ser honesto e trabalhador. A minha admiração não depende do partido em que é filiado, mas da sua conduta diante do povo.


Benê Morais

Meu silêncio não é fraqueza, é dignidade.
Enquanto você preserva sua imagem, sou eu quem guarda verdades que poderiam destruí-la.
Não me provoque: meu calar é o favor que você nunca reconhecerá.

Minha alma chora pela injustiça, mas meu espírito descansa: a justiça de Deus virá, e ninguém poderá impedir.

Não é a distância que enxergo que define meu caminho, mas a coragem de seguir, passo a passo, guiada por Deus.


@janicepoesiaefe

_ O meu amor não é perfeito , mas é
raro...porque vem de um lugar onde
quase ninguém consegue chegar.

Quem me subestimou hoje, amanhã
vai entender o meu silêncio.

No campo de batalha pessoal está o meu eu que joga sujo e o outro eu que joga limpo...a única competição digna de minha atenção.

Vivi perdida...agora que estou me encontrando, tudo ao meu redor parece perdido demais...

- Meu amor tem personalidade: não
implora, não força , mas quando é
recíproco... transborda.

Quando escolho fechar os olhos, a escuridão floresce espinhos em meu coração que não consigo ver, apenas sinto e a escuridão de não ver vai se transformando em alívio...um vazio inexplicável pois esse vazio parece doce e, no fim ainda é um vazio abissal.

Sobre meu sumiço conta a história direito,
Sem pular a parte sobre prioridade e opção.

Às vezes eu bato, mas é porque o meu medo de apanhar é enorme.

Estou magoado, mas não estou longe — Deus ainda é meu refúgio.

Mesmo sem sinais, confio que Deus não colocou esse sonho no meu coração à toa.

Eu entrego esse sonho a Deus: se for pra casar, que seja; se não, que Ele cure e direcione meu coração

Eu valorizo a crítica que me faz crescer, mas ignoro a crítica que nasce da inveja. Quem quer meu progresso me orienta. Quem quer minha queda me provoca. Eu escolho ouvir quem constrói.