Argumento

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O melhor argumento contra o idiota é o silêncio.

Há quem só saiba se impor estalando o chicote verbal, como se o medo ainda fosse argumento.

⁠Não precisa gritar, melhore o argumento da sua voz.

De repente você aparece nos meus pensamentos,
Sem bater na porta, sem nenhum argumento.
Bateu uma vontade louca de te ver,
Uma saudade incondicional de você.
O coração reconhece antes da razão,
Teu nome ecoa forte dentro do meu chão.
Quando a noite cai e o silêncio insiste,
É você que surge, mesmo quando não existe.
Eu tento fugir, mas não dá pra negar,
Tem lembrança que nasce só pra ficar.
Você aparece de repente na minha vida,
Sem pedir licença, invade sem despedida.
Vem sem promessa, sem compromisso,
Mas bagunça tudo com um simples sorriso.
Mulher extrovertida, riso que contagia,
É saudade misturada com vontade todo dia.
Não é amor assumido nem história pra contar,
É só esse desejo teimoso de te procurar.
Entre o querer e o não poder, eu fico assim,
Vivendo você longe, mas perto de mim.
Se eu fecho os olhos, quase posso sentir,
Teu jeito leve de me provocar e sorrir.
É saudade que não pede explicação,
Só chega, senta e aperta o coração.
Você aparece de repente na minha vida,
Sem pedir licença, invade sem despedida.
Vem sem promessa, sem compromisso,
Mas bagunça tudo com um simples sorriso.
Mulher extrovertida, riso que contagia,
É saudade misturada com vontade todo dia.
Se for pra sumir, some de vez então,
Mas não aparece assim, não.
Porque toda vez que você vem,
Leva um pedaço de mim também.

"Eu não sou teimosa, apenas não é qualquer argumento que me faz mudar de idéia ou opinião."
☆Haredita Angel

Em Tempo de Poeminha

Tamanho nunca foi documento
É chorar nunca foi argumento.
Ganhar no grito é feio
E ser feio não é bonito.

Ciranda nem sempre foi cantiga
Cantigas nem sempre foram de roda
Gato nunca usou bota
E foi-se o tempo do relógio de corda.

Assim como foi o tempo do orelhão
E das fichas de telefone
De crença em Coelho da Páscoa
E medo de Lobisomem.

E quase sempre o tempo
Acaba sendo a cura de tudo.
E quase sempre a cura de tudo
Acaba vindo com o tempo.

A parcialidade é a arma de quem não tem argumento e castra a informação com a única intenção de manipular.

"A nudez é um fato, mas a sensualidade é um argumento. Ela não precisa de pele exposta para se manifestar; ela se revela no modo como o tecido de uma camisa de linho reage ao movimento de um corpo que sabe exatamente aonde quer chegar. É o contraste entre a formalidade de um traje e o descaramento de um olhar que despe sem tocar. A verdadeira voltagem não está no que se entrega de graça, mas na tensão de cada centímetro que ainda permanece coberto, transformando o ato de desabotoar em uma conquista, e não em uma simples tarefa."

"Enquanto, os lamentos da vida, forem o argumento, dificilmente haverá prosperidade.

Quem confunde opinião com verdade geralmente acha que gritar é um argumento.

Qualquer argumento que fuja da lógica para se esconder no subjetivismo é apenas um ruído. A filosofia deve ser o bisturi que separa a narrativa idealizada da realidade bruta.

Argumento contra o Livre-Arbítrio.


Premissa 1: A consciência humana funciona como um processamento de informações moldado pela genética, pela física e pelo ambiente.


Premissa 2: Cada pensamento ou decisão é o resultado obrigatório do estado em que sua mente e seu corpo estavam no momento imediatamente anterior.


Premissa 3: O livre-arbítrio só existiria se uma pessoa pudesse agir de formas diferentes em uma situação onde todas as condições (internas e externas) fossem exatamente as mesmas.


Premissa 4: Se a consciência segue as leis da causa e efeito, não existe espaço para uma "escolha diferente" sem que se quebrem as leis da realidade.


Conclusão: Portanto, o livre-arbítrio é uma ilusão, pois nossas ações são o único resultado possível de causas que vieram antes de nós.

Argumento do Presentismo Epistêmico


P1. Todo acesso cognitivo possível ocorre no presente (sensações, pensamentos, inferências, memórias e registros são estados atuais).


P2. Qualquer suposta evidência do passado é acessada apenas como um estado presente que representa o passado.


P3. Não existe um critério não circular que permita distinguir, a partir do presente, entre representações verídicas de um passado real e representações falsas de um passado inexistente.


P4. Onde não há critério de distinção epistemicamente justificável, não há conhecimento, apenas hipótese ou convenção.


P5. Atribuir estatuto epistêmico pleno ao passado equivale a afirmar conhecimento onde só há indeterminação epistemológica.


C. Logo, a única epistemologia racionalmente justificável é o presentismo epistêmico: apenas o presente possui estatuto cognitivo pleno; o passado pode ser assumido pragmaticamente, mas não conhecido.

Argumento da Contradição da Eternidade


Premissa 1: O religioso afirma que a regressão infinita (uma cadeia de causas sem um início) é logicamente impossível.
Premissa 2: O religioso define deus como um ser "eterno" (sem início e sem fim).
Premissa 3 (Conclusão Intermediária): Uma existência eterna é, por definição, uma regressão infinita de estados temporais ou existenciais para o passado.
Premissa 4: Se deus é eterno, então a regressão infinita é, na verdade, possível e real.
Premissa 5: Se a regressão infinita é possível para Deus, não há impedimento lógico para que a natureza/universo também seja eterna e sem início.

Dizem que tamanho não é documento, mas experimente ter um argumento maior que deus e veja como é difícil achar alguém que aguente a conversa sem pedir arrego.

Quando o crente declara que o ateu só é coerente quando está calado, isso não é argumento, mas uma tentativa de coerção psicológica por meio da raiva. A religião é uma ideologia política, o ateísmo também é uma ideologia política; portanto, ambos têm o direito de discutir e se expressar.

Argumento da subordinação lógica divina


1. Se deus é onisciente, então conhece todas as verdades.


2. Verdades lógicas são necessárias, universais e não contingentes.


3. Se deus cria as verdades lógicas, então elas poderiam ser diferentes do que são.


4. Se pudessem ser diferentes, não seriam necessárias.


5. Logo, deus não cria as verdades lógicas.


6. Se deus não cria as verdades lógicas, então Ele está submetido a elas.


7. Um ser submetido a algo mais fundamental não é ontologicamente último nem absolutamente infinito.


8. Portanto, a existência da lógica não implica a existência divina; ao contrário, a lógica é ontologicamente anterior a qualquer deus concebível.

Argumento da dependência estrutural da consciência.
1. Toda mente requer estrutura.
(Pensar envolve organização, diferenciação de estados, relações internas.)
2. Toda estrutura é delimitada (fechada em si).
(Se algo tem estrutura, há um “isso” e um “não-isso”.)
3. Se algo é delimitado, há algo externo a ele.
(Limite implica exterior lógico/ontológico.)
4. O que é externo a uma mente não pode ser mental da mesma mente.
5. Logo, há algo não-mental em relação à mente.
6. O que não é mental só pode ser material (ou físico).
Conclusão: Toda mente depende de algo não-mental, isto é, de substrato material. Portanto, até uma mente divina exigiria base material.

Dizer “eu nasci assim” não é argumento; nascer de novo é mandamento.

Quando o olhar é expressão do argumento, a resposta está camuflada no silêncio.